10 motivos para ir com mais frequência ao dermatologista!

10 motivos para ir com mais frequência ao dermatologista!

Apesar de a pele ser o maior órgão do corpo humano e atuar como a principal barreira de proteção contra agentes externos, o cuidado dermatológico ainda está longe de fazer parte da rotina da maioria dos brasileiros. Um levantamento do Dossiê Brasil à Flor da Pele, realizado pela L’Oréal em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), revelou que mais da metade da população nunca passou por uma consulta com um dermatologista, acendendo um alerta para a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do cuidado contínuo com a saúde da pele, dos cabelos e das unhas.

 

 

Para a Dra. Lorena Mesquita, professora de pós-graduação em Dermatologia da Afya Ribeirão Preto, a baixa procura pela especialidade está ligada à percepção equivocada de que o  profissional atua apenas na estética. “Existe uma ideia equivocada de que o dermatologista é um médico voltado exclusivamente para a estética, quando, na realidade, ele atua na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de doenças que podem impactar seriamente a saúde e a qualidade de vida”, explica. Segundo a médica, a estética é apenas um dos pilares da área, que abrange mais de três mil doenças da pele, cabelos e unhas e pode contribuir para o diagnóstico precoce de condições sistêmicas.

Nesse contexto, a especialista alerta que problemas aparentemente simples não devem ser subestimados. Condições comuns como acne persistente, manchas, coceiras frequentes, queda de cabelo e alterações nas unhas costumam ser negligenciadas ou tratadas de forma inadequada, o que pode atrasar o início do tratamento correto e favorecer complicações. “A pele dá sinais o tempo todo, e ignorá-los ou recorrer apenas à automedicação pode mascarar doenças inflamatórias, infecciosas ou até câncer de pele”, alerta a dermatologista.

Dra. Lorena enfatiza, ainda, que a automedicação, o uso de receitas caseiras ou de produtos indicados por terceiros podem aliviar sintomas de forma temporária, mas também retardam diagnósticos importantes. Acne persistente, por exemplo, pode evoluir para cicatrizes permanentes; manchas podem estar associadas a alterações hormonais ou inflamatórias; e a queda de cabelo pode refletir doenças internas.

Para a médica da Afya, a pele funciona como um verdadeiro espelho da saúde do organismo, e sinais como vermelhidão persistente, lesões que não cicatrizam, pintas que mudam de cor ou formato e coceiras crônicas devem ser encarados como alertas. “Quanto mais cedo o paciente busca avaliação especializada, maiores são as chances de um tratamento eficaz e de evitar complicações. O diagnóstico precoce salva a pele, preserva a qualidade de vida e, em alguns casos, salva vidas”, destaca.

10 motivos para ir com mais frequência ao dermatologista

A médica elenca alguns dos principais motivos que reforçam a importância de consultas regulares com o dermatologista:

  1. Manchas novas ou mudanças em pintas, especialmente se crescerem, mudarem de cor ou formato;
  2. Acne persistente, principalmente quando não melhora com cuidados básicos;
  3. Queda de cabelo intensa e repentina;
  4. Coceiras, vermelhidão ou descamação frequentes;
  5. Alterações nas unhas, como manchas, deformidades ou enfraquecimento;
  6. Exposição solar excessiva, histórico familiar de câncer de pele ou pele muito clara;
  7. Avaliação preventiva anual, mesmo na ausência de sintomas aparentes;
  8. Feridas que não cicatrizam ou lesões que sangram com facilidade;
  9. Mudanças na textura da pele, como áreas endurecidas com nodulações ou abaulamentos;
  10. Alterações de sensibilidade da pele e ou manchas esbranquiçadas associadas

 

Sobre a Afya 

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país.

 

Fonte: Beatriz Felicio (beatriz.felicio@midiaria.com) / Dra. Lorena Mesquita, professora de pós-graduação em Dermatologia da Afya Ribeirão Preto

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#dermatologista#dos cabelos e das unhas#maior órgão do corpo humano#pele#saúde da pele

Melasma: entenda as causas e como prevenir essas manchas na pele!

Melasma: entenda as causas e como prevenir essas manchas na pele!

As manchas de cor amarronzada que recobrem partes do rosto, sobretudo testa e bochechas, estão entre as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos. Segundo pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a estimativa é de que o melasma acometa de 15% a 35% das mulheres brasileiras.

O melasma tem uma incidência maior no sexo feminino, podendo ocorrer também em homens e é mais frequente em pessoas de fototipos mais altos, ou seja, com peles mais morenas ou negras. Isso acontece, pois estas pessoas possuem uma produção maior de melanina (pigmento).

“O Melasma é considerado uma doença crônica multifatorial, ou seja, pode ser causada por diversas condições, tais como exposição solar, ou a lâmpadas de celulares e computadores, hormônios ( uso de anticoncepcionais orais), alterações inflamatória ( tudo que possa causar agressão: depilação, tanto com cera ou linha, uso de cremes ou ácidos sem orientação médica) e fatores genéticos”, alerta Daniela Righi, dermatologista da Clínica Leger.

As causas que levam a pele a apresentar essas condições, no entanto, são um desafio para os médicos, já que são complexas e de difícil contenção. O que se sabe até agora é que determinados fatores desencadeiam a hiperpigmentação, o que ajuda a mapear as possíveis origens do problema para que se encontre a melhor forma de contornar a situação.

Embora os novos tratamentos disponíveis apresentem resultados empolgantes, ainda não se conhece a cura definitiva para o melasma e sua recidiva é frequente. Por isso, é preciso ficar sempre atenta e cuidar para evitar que ela ocorra.

“A rotina de cuidados deve fazer parte do dia a dia e controle do melasma. É importante frisar que o melasma não tem cura, podendo apresentar episódios de melhora e piora dependendo dos cuidados”, reforça a dermatologista.

Porém, é possível prevenir e disfarçar as manchas. Daniela adverte que, “na escolha dos melhores dermocosméticos é importante um filtro solar que além da proteção UVA e UVB (radiação solar), também ofereça proteção IV

(InfraVermelho, que é o calor, já que as temperaturas elevadas também ativam os melanócitos) e proteção contra luz visível (lâmpadas , celulares e computadores) que embora tenham uma influência menor, também causam manchas”.

Hoje em dia, os filtros solares também podem conter associação com antioxidantes e clareadores. Segundo a dermatologista da Clínica Leger, é muito importante ressaltar que os filtros com cor oferecem uma proteção maior por serem filtros físicos. Entre os clareadores e antioxidantes mais conhecidos é possível citar a vitamina C, o ácido tranexamico, o alfa arbutin, entre diversos outros que atuam em diferentes etapas , seja prevenindo a formação de novo pigmento ou atuando na destruição do pigmento já formado.

Fonte: Verônica Bittencourt Scisinio (veronica.bittencourt@donacomunicacao.com.br)
Imagem: https://www.fatoamazonico.com.br/melasma-entenda-o-que-e-e-como-tratar/
Marina Xandó

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Estresse x Queda de cabelo!

Estresse x Queda de cabelo!

Como já se sabe, o estresse provoca diversas alterações no nosso corpo. Uma dessas reações do nosso organismo é a queda de cabelo. A queda de cabelo por estresse acomete de 1 a 2% da população, em situações normais, e afeta homens e mulheres de todas as idades.

A médica Carla Nogueira, dermatologista da Mais Cabello explica que essas variações de carga emocional podem alterar o sistema hormonal, enfraquecendo os fios. “É necessário uma avaliação de um especialista. Existem vários fatores que podem levar a um quadro de queda, como doenças autoimunes, alterações hormonais, entre outras questões. Mas só quem pode avaliar caso a caso, é o médico”, alerta Dra. Carla. O estresse agudo eleva as taxas de cortisol no organismo, o que também leva a queda dos fios. “Quando o cérebro é obrigado a permanecer constantemente alerta, há uma maior demanda de vitaminas e proteínas, deixando os fios sem receber os nutrientes que eles precisam para se manter saudáveis”, explica.

A boa notícia é que, além do tratamento emocional, existe a reposição dessas vitaminas de forma assertiva. “Através da microinfusão de vitaminas diretamente no couro cabeludo, conseguimos reabastecer os folículos com as vitaminas e assim, devolver a saúde aos fios”, avalia a dermatologista. A médica finaliza explicando ainda que, a infusão no couro cabeludo é muto mais eficiente e segura do que a ingestão oral dessas substâncias.

Sobre a Mais Cabello: Centro especializado em transplante capilar com objetivo de exaltar a sua autoestima. A Clínica localizada na Barra da Tijuca, possui tratamentos capilares que reduzem queda e auxiliam no crescimento saudável dos fios.

Fonte: Ana Rios (ana.rios@hochmuller.com.br)
Imagem: https://saude.abril.com.br/medicina/queda-de-cabelo-pode-ser-alopecia-areata-conheca-o-problema/
Marina Xandó

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DESINTOXICAR A PELE E COMO FAZER!

DESINTOXICAR A PELE E COMO FAZER!

O estresse, poluição, maus hábitos alimentares e a falta de cuidados diários com a pele podem fazer com que ela sofra com inflamações, manchas, oleosidade excessiva e rugas precoces. Mas aqui vai uma coisa que ninguém conta: o detox facial é o segredo da beleza!

De acordo com a dermatologista especialista em cosmiatria, Dra. Luciana Garbelini, desintoxicar a pele é um step de cuidado super importante para mantê-la saudável, principalmente após os 30 anos. “O detox facial é capaz de remover impurezas que impedem a pele de ter aquele aspecto saudável, além de combater os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce e liberar toxinas”, explica a profissional.

Para entender como inserir uma rotina detox no dia a dia, a especialista lista os principais cuidados a serem tomados. Confira!

COMO DESINTOXICAR A PELE?

  1. Faça esfoliações

“A esfoliação é um dos principais passos do detox facial. Esse cuidado é capaz de renová-la e limpá-la, evitando cravos, espinhas e reduzindo manchas. Com a esfoliação a pele ficará livre das células mortas e com a oleosidade mais controlada. O ideal é fazer pelo menos duas vezes por semana”, recomenda Garbelini.

  1. Aplique máscaras de argila

“Quando o assunto é detox, as máscaras faciais de argila são as mais indicadas. Por terem propriedades antioxidantes e antissépticas, são capazes de varrer as sujidades do rosto e desobstruir os poros, trazendo aquela sensação de frescor imediata”, explica a dermatologista e completa, “por ser um mineral fino, com alta capacidade de penetração na pele, a argila também é uma forte aliada na hidratação da pele madura, além de intensificar a renovação celular das camadas superficiais da pele e aumentar a elasticidade.” A recomendação da profissional é que as máscaras faciais de argila sejam aplicadas a cada 15 dias, esse tempo permite que a pele respire e se renove.

  1. Beba mais água

Os cuidados para um detox da pele não se resumem à aplicação de dermocosméticos, Garbelini explica. “Ingerir líquidos previne uma possível secura da pele e ajuda nosso corpo a eliminar muitas toxinas, por isso, é indispensável manter-se hidratado para ter uma pele iluminada e saudável”. Para isso, a especialista indica consumir cerca de 2 litros de água por dia. Sucos naturais e chás também podem ser consumidos para alcançar a recomendação diária.

 

Fonte: dermatologista especialista em cosmiatria, Dra. Luciana Garbelini e Catarina Armelin | bcbiz atarina.armelin@bcbiz.com.br)

Marina Xandó

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Queimadura de sol, dermatologista explica o que fazer!

Queimadura de sol, dermatologista explica o que fazer!

A queimadura solar é caracterizada por uma inflamação que pode apresentar-se como mancha avermelhada ou mesmo bolhas no local acometido. Seus sintomas são dor, queimação, ardência, pinicamento, mudança de textura da pele e, às vezes, bolhas. O aparecimento delas está ligado à profundidade e à gravidade da queimadura.

Dra. Maria Paula Del Nero da Sociedade Brasileira de Dermatologia explica que as queimaduras de sol são classificadas em três graus: queimaduras de sol de primeiro grau- atingem a camada mais superficial da pele (a epiderme); quando ocorrem, causam avermelhamento (mancha escura). Queimaduras de sol de segundo grau – atingem a epiderme e parte da derme mais profunda. É comum que a pessoa sinta dor, tenha inchaço e que forme quase bolha ou bolha superficial. E as queimaduras de sol de terceiro grau- atingem a camada mais profunda da pele. Esse caso é o mais grave com formação de bolhas e exigem tratamento/cuidados médicos especiais.

Dra. Maria Paula elenca o que fazer nos casos de queimadura de primeiro e segundo grau:

1-Lave a pele com água mais fresca;

2- Borrife água termal ou faça compressa com chá de camomila gelado;

3- Aplique cremes calmantes indicados por seu dermatologista.” Prefiro cremes que tirem o vermelhão e a ardência mas que não são corticoide.” Completa a médica.

4-Aplique cremes cicatrizantes (também indicados por dermatologista) para evitar que se forme bolhas;

5-Use um filtro solar mais potente e lembre-se de reaplicar se for se expor novamente ao sol;

6- Comecei a descascar?! A dermatologista indica não puxar a pele solta! “A troca da superfície danificada por uma nova é mais sensível e deve ocorrer de forma natural para evitar marcas”, explica. Esfolie a região levemente até duas vezes por semana e capriche na hidratação do corpo.
Fonte: Michelly Update Comunicação (michelly@updatecomunicacao.com.br) / Dra. Maria Paula Del Nero da Sociedade Brasileira de Dermatologia
Marina Xandó

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