Criança precisa estar alfabetizada p/ começar música?

Criança precisa estar alfabetizada p/ começar música?

É comum que alguns pais esperem a criança aprender a ler e escrever para só depois iniciar uma aula de música. A ideia vem de uma tradição antiga, principalmente ligada ao ensino formal de instrumentos, como piano, quando muitas escolas só aceitavam alunos já alfabetizados.

Mas isso não precisa ser uma regra. Segundo Cintya Soares, musicista e fonoaudióloga (@ibprof.com.br no Instagram), a criança pode ter contato com a música muito antes da alfabetização. “A criança pode fazer música desde a gestação”, diz.

A especialista explica que o início não precisa acontecer no formato tradicional de uma aula com partitura, leitura musical ou cobrança técnica. Para bebês e crianças pequenas, a música aparece por meio da escuta, da voz, do corpo, das brincadeiras, dos sons e da interação com os adultos.

 

 

Afinal, precisa saber ler para aprender música?

A resposta é não. A alfabetização pode ajudar em algumas etapas do estudo musical, principalmente quando a criança começa a lidar com leitura de partituras, códigos e exercícios mais estruturados.

Mas o primeiro contato com a música não depende disso. Antes de ler palavras, a criança já escuta, reconhece ritmos, reage a sons, imita movimentos e percebe variações na voz de quem canta ou conversa com ela.

Por isso, a iniciação musical na infância pode ser feita de forma lúdica. Cantar, bater palmas, brincar com sons, dançar, ouvir canções e explorar instrumentos simples já são formas de contato musical.

Por que começar cedo?

Para Cintya, a música está ligada a diferentes áreas do desenvolvimento infantil. Ela cita aspectos cognitivos, motores, afetivos, sociais, de linguagem, fala e audição.

Isso acontece porque a música envolve escuta, atenção, movimento, memória, emoção e comunicação. Quando uma criança canta uma música, acompanha um ritmo ou participa de uma brincadeira musical, ela não está apenas “fazendo barulho”. Ela também está experimentando sons, corpo, fala e interação.

“A música é comunicação humana”, afirma Cintya.

O que muda para bebês e crianças pequenas?

No caso dos bebês, o contato musical costuma acontecer de forma simples. Pode vir por meio de canções de ninar, músicas cantadas pelos pais, brincadeiras de colo, palmas, sons repetidos ou pequenas melodias usadas na rotina.

Para crianças pequenas, a música pode ser associada ao brincar. Em vez de focar em desempenho, a proposta é criar experiências que envolvam curiosidade, movimento e prazer.

Isso ajuda a criança a perceber diferenças de som, ritmo, intensidade e repetição. Também pode favorecer a interação com outras pessoas, já que muitas atividades musicais acontecem em grupo ou em troca com o adulto.

Aula de música precisa ter instrumento?

Nem sempre. Para crianças pequenas, a aula de música pode começar sem piano, violão ou qualquer instrumento formal.

O corpo pode ser o primeiro instrumento. Palmas, passos, voz, batidas leves e movimentos já ajudam a criança a entrar no universo musical. Depois, instrumentos simples podem ser introduzidos de acordo com a idade, a maturidade e o interesse.

A escolha do instrumento também não precisa ser apressada. Em muitos casos, o mais importante é que a criança tenha boas experiências musicais antes de assumir uma rotina mais técnica de estudo.

Como os pais podem começar?

Em casa, os pais podem cantar para a criança, colocar músicas adequadas à idade, brincar com sons, dançar juntos ou usar canções em momentos da rotina, como banho, sono e organização dos brinquedos.

Também vale observar como a criança reage. Ela tenta repetir? Balança o corpo? Presta atenção em sons? Canta trechos? Bate palmas? Essas respostas mostram que a música já está sendo vivida de alguma forma.

Segundo Cintya, o cuidado está em não transformar esse começo em obrigação. A música, na infância, precisa ser uma experiência de vínculo, descoberta e comunicação.

 

Fonte: Tais Gomes (tgassessoriadeimprensa@gmail.com) / Cintya Soares, musicista e fonoaudióloga (@ibprof.com.br no Instagram)

Cintya Soares é empresária, mentora, mestre em Educação, pós-graduada em Música, fonoaudióloga e musicista. Atua há mais de 33 anos na educação musical e, há décadas, dedica-se ao empreendedorismo e à formação de professores e gestores de escolas de música em todo o Brasil.

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Potencialize sua prática de yoga com a nutrição!

Potencialize sua prática de yoga com a nutrição!

Muito além da flexibilidade e da respiração, a prática de yoga também exige atenção à alimentação. O que você come antes e depois da aula pode influenciar na energia e na concentração para realizar as posturas e até na recuperação muscular. Isso vale tanto para modalidades mais leves e meditativas quanto para versões mais intensas, como vinyasa, power yoga e hot yoga.

Segundo a nutricionista Fabiana Cremer García, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife, manter uma alimentação equilibrada e adequada ao tipo de prática ajuda o corpo a responder melhor aos exercícios e contribui para uma experiência mais confortável e prazerosa no mat. “Não precisa ser uma dieta restritiva nem complexa. O mais importante é construir uma rotina equilibrada, respeitando os sinais do corpo e as necessidades individuais de cada prática”, fala Fabiana.

 

 

Confira as dicas da expert:

Evite refeições pesadas antes da prática

Torções, inversões e movimentos que comprimem o abdômen podem causar desconforto quando a prática acontece logo após refeições volumosas ou com muita gordura. O ideal é priorizar alimentos leves e de fácil digestão cerca de uma hora antes da aula.

Pequenas porções de frutas, iogurte, vitaminas, torradas integrais ou de aveia costumam ser opções mais confortáveis para a digestão. “Ingerir um volume maior de alimento antes da prática pode prejudicar a mobilidade, a respiração e a sensação de bem-estar durante os exercícios”, explica a nutricionista.

Inclua carboidrato 

Algumas modalidades da ioga exigem força, equilíbrio e bastante resistência muscular. Nesse contexto, os carboidratos têm papel importante ao fornecer energia para o corpo e para o cérebro, uma vez que ele se transforma em glicose, que é uma das principais fontes de energia utilizadas pelo sistema nervoso central, influenciando atenção e concentração.

Aposte em frutas, pão integral, aveia e mel para ajudar a sustentar a disposição durante a prática.

Proteína também faz diferença

Quem pratica yoga com frequência, especialmente modalidades mais intensas, também precisa olhar para a ingestão de proteínas. O nutriente participa da recuperação muscular e da manutenção da massa magra, além de apoiar a saúde muscular ao longo do envelhecimento.

O consumo pode incluir ovos, iogurtes e queijos magros, leguminosas, shakes proteicos e whey protein.

Hidratação é essencial 

A perda de líquidos acontece mesmo em práticas consideradas leves, e pode ser ainda maior em ambientes aquecidos, como o da hot yoga. Quando a hidratação não é adequada, podem surgir sintomas como fadiga, tontura, dor de cabeça e queda de rendimento, e até mesmo impactar as funções cognitivas, o humor e o desempenho físico. “O ideal é manter o consumo de água ao longo do dia e reforçar a atenção antes e depois das aulas, considerando 35 ml por quilo de peso ao dia”, ensina a nutricionista.

Aposte em nutrientes que apoiam o relaxamento e a recuperação

Magnésio, ômega-3 e alimentos fontes de triptofano podem contribuir para a recuperação e o bem-estar geral de quem pratica yoga regularmente.

O magnésio participa da função muscular e neurológica, enquanto o ômega-3 está associado à modulação inflamatória. Já o triptofano é um aminoácido envolvido na produção de serotonina, neurotransmissor relacionado ao humor e à sensação de relaxamento.

Oleaginosas, sementes, peixes, cacau, banana e aveia são alguns exemplos de alimentos que podem fazer parte dessa estratégia alimentar.

 

Fonte: nutricionista Fabiana Cremer García, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife / Paulo Lira (herbalife@inpresspni.com.br)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Sol, pele e longevidade!

Sol, pele e longevidade!

Em um país de alta incidência solar como o Brasil, a exposição ao sol ocorre durante todo o ano, e não apenas nos meses mais quentes. Ainda assim, é comum que a atenção aos cuidados com a pele diminua fora do verão. Na terceira idade, essa redução pode representar um risco adicional, já que o envelhecimento natural da pele, aliado à exposição acumulada ao longo da vida, aumenta a probabilidade de alterações e, principalmente, de câncer de pele, o tipo de câncer mais frequentemente diagnosticado no país.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele não melanoma segue como o tipo mais frequente no país, com estimativa média anual de 263 mil novos casos para o triênio 2026–2028, o que representa mais de 30% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil.

Na terceira idade, a pele passa por alterações fisiológicas naturais, como redução da elasticidade, afinamento, menor produção de colágeno e maior tendência ao ressecamento. Essas mudanças tornam a pele mais sensível e suscetível a lesões, inclusive às associadas ao sol. Por isso, medidas simples como uso diário de protetor solar, hidratação adequada e avaliação médica periódica são fundamentais ao longo de todo o ano.

 

 

Conforme explica a Dra. Luana Vieira Mukamal, dermatologista da MedSênior, a proteção solar deve ser encarada como um cuidado contínuo de saúde e não apenas algo restrito ao verão. “Pessoas com mais de 60 anos acumulam ao longo da vida maior quantidade de danos solares, o que reforça a necessidade de prevenção constante e de acompanhamento especializado para detecção precoce de alterações”.

Confira as dicas e recomendações para cuidar o ano todo da pele:

  • uso diário de protetor solar, inclusive em dias nublados;
  • reaplicação a cada duas ou três horas quando houver exposição direta;
  • utilização de chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros;
  • atenção a manchas, pintas ou feridas que não cicatrizam;
  • consulta dermatológica periódica, mesmo na ausência de sintomas.

A especialista ressalta que o envelhecimento saudável também passa pela atenção à saúde da pele. “Muitas pessoas associam o cuidado com a pele apenas à estética, mas ele está diretamente relacionado à funcionalidade e à integridade do organismo. A pele é uma barreira de proteção do corpo e, na maturidade, torna-se mais vulnerável. Cuidar da saúde da pele significa preservar conforto, autonomia e bem-estar ao longo do envelhecimento”, finaliza.

Sobre a MedSênior

A MedSênior é uma operadora de saúde especializada no atendimento ao público a partir dos 49 anos, com foco em medicina preventiva e no conceito do Bem Envelhecer.

 

Fonte: Brunela Alves (brunela.alves@inpresspni.com.br) / Dra. Luana Vieira Mukamal, dermatologista da MedSênior

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ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Os alimentos que protegem o intestino!

Os alimentos que protegem o intestino!

O Brasil enfrenta uma emergência silenciosa. Na última década, a prevalência de Doenças Inflamatórias Intestinais (DII) cresceu cerca de 15% ao ano no país. A Doença de Crohn, especificamente, avança 12% ao ano, fenômeno impulsionado pela urbanização e por mudanças no padrão alimentar. Para completar o cenário, dados científicos de 2025 revelam que o consumo de alimentos ultraprocessados eleva em até 86% o risco de desenvolver essas condições.

No Maio Roxo, mês internacional de conscientização sobre as DIIs, o debate vai além do manejo dos sintomas. A incidência já chega a 100 casos para cada 100 mil habitantes, e o foco precisa ir também para a prevenção, a partir de escolhas alimentares conscientes, o que o nutricionista Diego Righi, professor de Nutrição da Afya Centro Universitário Itaperuna, chama de “alfabetização alimentar”.

“A base da saúde intestinal não está em alimentos caros ou da moda, mas em regularidade, variedade de plantas, boa hidratação e menor consumo de ultraprocessados”, resume Righi, que baseia suas orientações em diretrizes de nutrição clínica e protocolos de gastroenterologia. Ele elencou os alimentos mais acessíveis e eficazes para cuidar do intestino no cotidiano brasileiro.

 

 

Feijão

Barato, versátil e rico em fibras, o feijão é o protagonista da lista. Para Righi, ele merece destaque especial. “A combinação arroz, feijão, salada e legumes cozidos segue sendo uma das formas mais simples de cuidar do intestino no dia a dia”, afirma.

Aveia

Fonte de fibra, a aveia pode ser incorporada de forma simples: uma colher de sopa no café da manhã já é um bom começo para quem ainda não tem o hábito.

Frutas com casca ou bagaço

Banana, mamão e laranja com bagaço são aliadas da saúde intestinal e estão entre as frutas mais acessíveis do país. Righi recomenda priorizá-las sempre que houver boa tolerância.

Legumes e verduras

No prato ou como acompanhamento, legumes cozidos e verduras frescas entram na lista de alimentos essenciais para o intestino. A variedade é tão importante quanto a frequência.

Leguminosas variadas

Lentilha e grão-de-bico complementam o feijão como fontes de fibras. Variar entre elas ao longo da semana ajuda a diversificar a microbiota intestinal.

Mandioca e batata-doce

Alimentos tradicionais da cozinha brasileira e ricos em fibras, mandioca e batata-doce são opções nutritivas e de fácil preparo para incluir nas refeições principais.

Linhaça e chia

Uma colher de chá de chia hidratada já representa um acréscimo relevante de fibras na dieta. Linhaça e chia podem ser adicionadas a iogurtes, sucos ou preparações salgadas.

Iogurte natural ou kefir

Para quem tolera lácteos, iogurte natural e kefir são fontes de probióticos que colaboram com o equilíbrio da microbiota intestinal.

Como incluir mais fibras sem desconforto

A principal recomendação de Righi para quem quer melhorar a saúde intestinal é uma mudança por vez. “Em vez de mudar tudo de uma vez, comece com uma estratégia simples por semana: uma fruta a mais no dia, uma colher de sopa de aveia, duas colheres de feijão no almoço, legumes cozidos no jantar ou uma colher de chá de chia hidratada”, orienta.

Beber água e mastigar bem são partes indispensáveis do processo. Quando o consumo de fibras aumenta rapidamente, sem hidratação e sem adaptação, surgem gases, distensão e desconforto. As diretrizes de gastroenterologia indicam que a introdução deve ser gradual, ao longo de semanas, não em poucos dias.

Os erros mais comuns

Righi aponta dois equívocos recorrentes entre os pacientes. O primeiro é apostar em soluções isoladas. “O maior erro é tentar resolver o intestino com um produto isolado, como probiótico, chá, shot ou suplemento, enquanto a rotina segue pobre em fibras, água e comida de verdade”, afirma.

O segundo é cortar alimentos sem avaliação profissional. “Algumas pessoas retiram feijão, leite, glúten, frutas, saladas e diversos vegetais por conta própria. Em alguns casos, isso até reduz sintomas por alguns dias, mas também empobrece a dieta e dificulta a recuperação da diversidade alimentar”, explica.

Em doenças como Crohn e retocolite ulcerativa, o alerta é ainda mais importante: a conduta precisa respeitar a fase da doença, os sintomas, a presença de estenoses, os exames e o risco de desnutrição. “A orientação atual reforça uma dieta individualizada, com atenção à tolerância e ao estado nutricional”, acrescenta Righi.

O hábito que transforma

Se pudesse dar apenas uma recomendação, Righi escolheria colocar uma fonte de fibra em todas as refeições principais, todos os dias. “Na prática, isso significa manter o prato com feijão ou outra leguminosa, legumes ou verduras e uma fruta ao longo do dia. Não precisa ser perfeito. Precisa ser constante. O intestino responde melhor à rotina do que a soluções pontuais”, conclui.

Fibras alimentares ajudam no volume das fezes, no trânsito intestinal e na produção de ácidos graxos de cadeia curta, substâncias formadas pela microbiota intestinal que participam da saúde da mucosa e da regulação imunológica.

 

Fonte: Diego Righi, professor de Nutrição da Afya Centro Universitário Itaperuna / Ana Oliveira (ana.oliveira@inpresspni.com.br

Marina Xandó

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Ensino híbrido: 4 benefícios!

Ensino híbrido: 4 benefícios!

O pensamento crítico, a autogestão e a familiaridade com a cultura digital são competências socioemocionais essenciais no século XXI. O desenvolvimento dessas habilidades dentro do ambiente escolar é uma das premissas para a formação completa do aluno. Neste sentido, o ensino com recursos didáticos híbridos, que une materiais físicos e digitais como ferramentas de apoio ao processo de ensino e aprendizagem, ajuda no desenvolvimento dessas habilidades, conectando o ensino tradicional com a modernização.

A gerente pedagógica da plataforma par, Talita Fagundes, aponta que a união de livros com recursos digitais tem transformado a experiência de aprender. Esse modelo faz com que os alunos sejam mais participativos e preparados para as demandas contemporâneas da educação. “Em um cenário em que os estudantes convivem diariamente com múltiplas linguagens e tecnologias, o modelo híbrido surge como uma estratégia potente para ampliar o engajamento, fortalecer a autonomia e aproximar escola, família e conhecimento”, explica.

Além disso, Talita reforça que o uso de recursos digitais alinhados ao ensino tradicional pode ser um grande aliado do docente. “Os materiais digitais permitem identificar dificuldades, acompanhar o desempenho em tempo real e oferecer trilhas de aprendizagem mais adequadas às necessidades de cada estudante. Vídeos, animações, quizzes, plataformas adaptativas e conteúdo multimídia tornam as aulas mais dinâmicas e estimulantes, permitindo que o estudante aprenda de diferentes formas e em diferentes ritmos”, pontua.

 

 

Fórmula que amplia o aprendizado

O uso de recursos físicos e digitais em sala de aula otimiza o ensino, criando alunos mais autônomos, professores com informações e dados sobre o desempenho da turma e famílias que podem acompanhar o ensino. Neste contexto, Talita indica quatro benefícios do uso de materiais híbridos, tanto para as escolas, quanto para as famílias e estudantes. Confira:

  1. Potencializa o aprendizado: para a especialista, o hibridismo favorece o processo de aprendizagem, uma vez que o aluno se capacita para adquirir conhecimento tanto com recursos digitais, quanto impressos. Livros e apostilas físicas podem otimizar a organização, a concentração e o registro do conhecimento. Já os recursos digitais, oferecem interatividade, pesquisa avançada e experimentação;
  2. Ajuda no ganho de autonomia: outro benefício do ensino híbrido é a autonomia dada ao estudante. Quando o aluno possui contato com diferentes modelos de aprendizagem, ele pode escolher qual favorece seu aprendizado, revisando conteúdo ou buscando por exercícios, garantindo um papel mais ativo em sua caminhada dentro da escola, de maneira independente;
  3. Aproxima a família da escola: por meio de canais de comunicação proporcionados pelo formato híbrido de ensino, os responsáveis conseguem acompanhar a rotina escolar, visualizar atividades, acessar orientações e compreender melhor os objetivos pedagógicos do professor. “Esse acompanhamento mais transparente aproxima as famílias do cotidiano escolar e cria uma rede de apoio mais consistente para o desenvolvimento dos alunos”, indica a especialista.
  4. Promove diferentes experiências de aprendizagem: apesar da incorporação tecnológica no contexto escolar parecer um desafio, de acordo com a educadora, ela pode promover experiências de aprendizagem conectadas, intencionais e humanizadas. “Quando utilizados de forma integrada e planejada, os materiais físicos e digitais enriquecem o processo educativo, tornam o ensino mais atrativo e contribuem para a formação de estudantes mais autônomos, participativos e preparados para os desafios do futuro”, finaliza.

A plataforma par é a inovadora proposta educacional híbrida da SOMOS Educação.

Fonte: Laura Ragazzi (laura.ragazzi@miracomunica.com.br) / Talita Fagundes, gerente pedagógica da plataforma par

Marina Xandó

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