71 anos da vovó Mati!

71 anos da vovó Mati!

No fim-de-semana comemoramos o aniversário da minha mãe, a vovó Mati! Foi um dia delicioso, toda a família reunida, conversa boa, comida deliciosa, música gostosa, tudo do jeitinho que minha mãe gosta e que ela merece. Que Deus sempre abençoe a vida da minha mãe e a nossa família!  Vejam algumas fotos.

 

 

 

 

Fotos: Ask Mi

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

Criança precisa estar alfabetizada p/ começar música?

Criança precisa estar alfabetizada p/ começar música?

É comum que alguns pais esperem a criança aprender a ler e escrever para só depois iniciar uma aula de música. A ideia vem de uma tradição antiga, principalmente ligada ao ensino formal de instrumentos, como piano, quando muitas escolas só aceitavam alunos já alfabetizados.

Mas isso não precisa ser uma regra. Segundo Cintya Soares, musicista e fonoaudióloga (@ibprof.com.br no Instagram), a criança pode ter contato com a música muito antes da alfabetização. “A criança pode fazer música desde a gestação”, diz.

A especialista explica que o início não precisa acontecer no formato tradicional de uma aula com partitura, leitura musical ou cobrança técnica. Para bebês e crianças pequenas, a música aparece por meio da escuta, da voz, do corpo, das brincadeiras, dos sons e da interação com os adultos.

 

 

Afinal, precisa saber ler para aprender música?

A resposta é não. A alfabetização pode ajudar em algumas etapas do estudo musical, principalmente quando a criança começa a lidar com leitura de partituras, códigos e exercícios mais estruturados.

Mas o primeiro contato com a música não depende disso. Antes de ler palavras, a criança já escuta, reconhece ritmos, reage a sons, imita movimentos e percebe variações na voz de quem canta ou conversa com ela.

Por isso, a iniciação musical na infância pode ser feita de forma lúdica. Cantar, bater palmas, brincar com sons, dançar, ouvir canções e explorar instrumentos simples já são formas de contato musical.

Por que começar cedo?

Para Cintya, a música está ligada a diferentes áreas do desenvolvimento infantil. Ela cita aspectos cognitivos, motores, afetivos, sociais, de linguagem, fala e audição.

Isso acontece porque a música envolve escuta, atenção, movimento, memória, emoção e comunicação. Quando uma criança canta uma música, acompanha um ritmo ou participa de uma brincadeira musical, ela não está apenas “fazendo barulho”. Ela também está experimentando sons, corpo, fala e interação.

“A música é comunicação humana”, afirma Cintya.

O que muda para bebês e crianças pequenas?

No caso dos bebês, o contato musical costuma acontecer de forma simples. Pode vir por meio de canções de ninar, músicas cantadas pelos pais, brincadeiras de colo, palmas, sons repetidos ou pequenas melodias usadas na rotina.

Para crianças pequenas, a música pode ser associada ao brincar. Em vez de focar em desempenho, a proposta é criar experiências que envolvam curiosidade, movimento e prazer.

Isso ajuda a criança a perceber diferenças de som, ritmo, intensidade e repetição. Também pode favorecer a interação com outras pessoas, já que muitas atividades musicais acontecem em grupo ou em troca com o adulto.

Aula de música precisa ter instrumento?

Nem sempre. Para crianças pequenas, a aula de música pode começar sem piano, violão ou qualquer instrumento formal.

O corpo pode ser o primeiro instrumento. Palmas, passos, voz, batidas leves e movimentos já ajudam a criança a entrar no universo musical. Depois, instrumentos simples podem ser introduzidos de acordo com a idade, a maturidade e o interesse.

A escolha do instrumento também não precisa ser apressada. Em muitos casos, o mais importante é que a criança tenha boas experiências musicais antes de assumir uma rotina mais técnica de estudo.

Como os pais podem começar?

Em casa, os pais podem cantar para a criança, colocar músicas adequadas à idade, brincar com sons, dançar juntos ou usar canções em momentos da rotina, como banho, sono e organização dos brinquedos.

Também vale observar como a criança reage. Ela tenta repetir? Balança o corpo? Presta atenção em sons? Canta trechos? Bate palmas? Essas respostas mostram que a música já está sendo vivida de alguma forma.

Segundo Cintya, o cuidado está em não transformar esse começo em obrigação. A música, na infância, precisa ser uma experiência de vínculo, descoberta e comunicação.

 

Fonte: Tais Gomes (tgassessoriadeimprensa@gmail.com) / Cintya Soares, musicista e fonoaudióloga (@ibprof.com.br no Instagram)

Cintya Soares é empresária, mentora, mestre em Educação, pós-graduada em Música, fonoaudióloga e musicista. Atua há mais de 33 anos na educação musical e, há décadas, dedica-se ao empreendedorismo e à formação de professores e gestores de escolas de música em todo o Brasil.

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#aprender música#desenvolvimento infantil#infantil#Música

Receitinha delícia: Canjica Cremosa c/ Amendoim e Coco Fresco!

Receitinha delícia: Canjica Cremosa c/ Amendoim e Coco Fresco!

Os sabores juninos invadiram a Ghee Banqueteria, que preparou um menu sob encomenda repleto de delícias tradicionais da época para quem busca praticidade, sem abrir mão do sabor e da experiência.

Inspirado nos arraiais e nas memórias afetivas dos brasileiros, o Chef Paulo Neves ensina a preparar a receita da Canjica Cremosa com Amendoim e Coco Fresco. Confira!

 

 

Rendimento: 6 porções

Ingredientes

500g de milho para canjica

1 litro de leite integral

500ml de leite de coco

1 lata de leite condensado

1 xícara de amendoim torrado, sem pele e sem sal

1 xícara de coco fresco ralado

1 pau de canela

4 cravos-da-índia

1 pitada de sal

Finalização

Coco fresco ralado

Amendoim triturado

Canela em pó

Modo de preparo

Deixe a canjica de molho por pelo menos 8 horas.

Escorra a água e cozinhe na panela de pressão com água nova até ficar bem macia (cerca de 35 a 40 minutos após pegar pressão).

Escorra parte da água, deixando um pouco de caldo.

Acrescente o leite integral, o leite de coco, a canela, os cravos e a pitada de sal.

Cozinhe em fogo baixo por cerca de 20 minutos, mexendo de vez em quando.

Adicione o leite condensado, o amendoim torrado e metade do coco fresco ralado.

Cozinhe por mais 10 minutos até ficar cremosa.

Sirva quente, finalizando com coco fresco, amendoim e canela por cima

O menu de Festa Junina da Ghee Banqueteria está disponível para encomenda durante os meses de junho e julho.

 

Fonte: Juliana Macedo (juliana@taopr.com.br) / Ghee Banqueteria – Instagram: @gheebanqueteria

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#canjica#festa junina#receita

Potencialize sua prática de yoga com a nutrição!

Potencialize sua prática de yoga com a nutrição!

Muito além da flexibilidade e da respiração, a prática de yoga também exige atenção à alimentação. O que você come antes e depois da aula pode influenciar na energia e na concentração para realizar as posturas e até na recuperação muscular. Isso vale tanto para modalidades mais leves e meditativas quanto para versões mais intensas, como vinyasa, power yoga e hot yoga.

Segundo a nutricionista Fabiana Cremer García, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife, manter uma alimentação equilibrada e adequada ao tipo de prática ajuda o corpo a responder melhor aos exercícios e contribui para uma experiência mais confortável e prazerosa no mat. “Não precisa ser uma dieta restritiva nem complexa. O mais importante é construir uma rotina equilibrada, respeitando os sinais do corpo e as necessidades individuais de cada prática”, fala Fabiana.

 

 

Confira as dicas da expert:

Evite refeições pesadas antes da prática

Torções, inversões e movimentos que comprimem o abdômen podem causar desconforto quando a prática acontece logo após refeições volumosas ou com muita gordura. O ideal é priorizar alimentos leves e de fácil digestão cerca de uma hora antes da aula.

Pequenas porções de frutas, iogurte, vitaminas, torradas integrais ou de aveia costumam ser opções mais confortáveis para a digestão. “Ingerir um volume maior de alimento antes da prática pode prejudicar a mobilidade, a respiração e a sensação de bem-estar durante os exercícios”, explica a nutricionista.

Inclua carboidrato 

Algumas modalidades da ioga exigem força, equilíbrio e bastante resistência muscular. Nesse contexto, os carboidratos têm papel importante ao fornecer energia para o corpo e para o cérebro, uma vez que ele se transforma em glicose, que é uma das principais fontes de energia utilizadas pelo sistema nervoso central, influenciando atenção e concentração.

Aposte em frutas, pão integral, aveia e mel para ajudar a sustentar a disposição durante a prática.

Proteína também faz diferença

Quem pratica yoga com frequência, especialmente modalidades mais intensas, também precisa olhar para a ingestão de proteínas. O nutriente participa da recuperação muscular e da manutenção da massa magra, além de apoiar a saúde muscular ao longo do envelhecimento.

O consumo pode incluir ovos, iogurtes e queijos magros, leguminosas, shakes proteicos e whey protein.

Hidratação é essencial 

A perda de líquidos acontece mesmo em práticas consideradas leves, e pode ser ainda maior em ambientes aquecidos, como o da hot yoga. Quando a hidratação não é adequada, podem surgir sintomas como fadiga, tontura, dor de cabeça e queda de rendimento, e até mesmo impactar as funções cognitivas, o humor e o desempenho físico. “O ideal é manter o consumo de água ao longo do dia e reforçar a atenção antes e depois das aulas, considerando 35 ml por quilo de peso ao dia”, ensina a nutricionista.

Aposte em nutrientes que apoiam o relaxamento e a recuperação

Magnésio, ômega-3 e alimentos fontes de triptofano podem contribuir para a recuperação e o bem-estar geral de quem pratica yoga regularmente.

O magnésio participa da função muscular e neurológica, enquanto o ômega-3 está associado à modulação inflamatória. Já o triptofano é um aminoácido envolvido na produção de serotonina, neurotransmissor relacionado ao humor e à sensação de relaxamento.

Oleaginosas, sementes, peixes, cacau, banana e aveia são alguns exemplos de alimentos que podem fazer parte dessa estratégia alimentar.

 

Fonte: nutricionista Fabiana Cremer García, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife / Paulo Lira (herbalife@inpresspni.com.br)

Marina Xandó

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#alimentação equilibrada#hot yoga#power yoga#prática de yoga#vinyasa#yoga

Sol, pele e longevidade!

Sol, pele e longevidade!

Em um país de alta incidência solar como o Brasil, a exposição ao sol ocorre durante todo o ano, e não apenas nos meses mais quentes. Ainda assim, é comum que a atenção aos cuidados com a pele diminua fora do verão. Na terceira idade, essa redução pode representar um risco adicional, já que o envelhecimento natural da pele, aliado à exposição acumulada ao longo da vida, aumenta a probabilidade de alterações e, principalmente, de câncer de pele, o tipo de câncer mais frequentemente diagnosticado no país.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele não melanoma segue como o tipo mais frequente no país, com estimativa média anual de 263 mil novos casos para o triênio 2026–2028, o que representa mais de 30% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil.

Na terceira idade, a pele passa por alterações fisiológicas naturais, como redução da elasticidade, afinamento, menor produção de colágeno e maior tendência ao ressecamento. Essas mudanças tornam a pele mais sensível e suscetível a lesões, inclusive às associadas ao sol. Por isso, medidas simples como uso diário de protetor solar, hidratação adequada e avaliação médica periódica são fundamentais ao longo de todo o ano.

 

 

Conforme explica a Dra. Luana Vieira Mukamal, dermatologista da MedSênior, a proteção solar deve ser encarada como um cuidado contínuo de saúde e não apenas algo restrito ao verão. “Pessoas com mais de 60 anos acumulam ao longo da vida maior quantidade de danos solares, o que reforça a necessidade de prevenção constante e de acompanhamento especializado para detecção precoce de alterações”.

Confira as dicas e recomendações para cuidar o ano todo da pele:

  • uso diário de protetor solar, inclusive em dias nublados;
  • reaplicação a cada duas ou três horas quando houver exposição direta;
  • utilização de chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros;
  • atenção a manchas, pintas ou feridas que não cicatrizam;
  • consulta dermatológica periódica, mesmo na ausência de sintomas.

A especialista ressalta que o envelhecimento saudável também passa pela atenção à saúde da pele. “Muitas pessoas associam o cuidado com a pele apenas à estética, mas ele está diretamente relacionado à funcionalidade e à integridade do organismo. A pele é uma barreira de proteção do corpo e, na maturidade, torna-se mais vulnerável. Cuidar da saúde da pele significa preservar conforto, autonomia e bem-estar ao longo do envelhecimento”, finaliza.

Sobre a MedSênior

A MedSênior é uma operadora de saúde especializada no atendimento ao público a partir dos 49 anos, com foco em medicina preventiva e no conceito do Bem Envelhecer.

 

Fonte: Brunela Alves (brunela.alves@inpresspni.com.br) / Dra. Luana Vieira Mukamal, dermatologista da MedSênior

Marina Xandó

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