Invista em alimentos anti-inflamatórios para melhorar a saúde do corpo até o verão!

Invista em alimentos anti-inflamatórios para melhorar a saúde do corpo até o verão!

Além da prática de exercícios, a alimentação deve ser o foco para quem quer chegar em forma no verão. Especialistas comprovam que uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e gorduras saudáveis pode ajudar a proteger o corpo contra a inflamação e uma série de outros problemas de saúde.

A má alimentação gera a inflamação sistêmica do corpo, como explica a médica da Clínica Leger, Simone Henriques, pós-graduada em nutrição, metabolismo e exercício físico.

“Vários estudos mostram que a inflamação cerebral pode provocar Alzheimer e doenças neurodegenerativas. No coração, a alimentação inflamatória causa entupimento dos vasos sanguíneos. E na pele, o maior órgão do nosso corpo, as celulites são consequência desse processo”, pontua.

Pesquisas sugerem que alimentos processados como carboidratos refinados, refrigerantes, gorduras trans e carnes vermelhas podem promover a inflamação crônica. Para quem está de olho no verão e quer eliminar as celulites, vale apostar em uma alimentação menos inflamatória.

“Quando o paciente consegue ter uma alimentação balanceada e redução do acúmulo de gordura corporal, ele consegue não só amenizar o aspecto de casca de laranja na pele, mas também ter menor pressão subcutânea. Com isso, é possível melhorar a circulação de micro e macro nutrientes, diminuir a retenção hídrica, melhorar a drenagem linfática e, consequentemente, o aspecto geral da pele”, diz o cirurgião Roberto Chacur, especialista no combate às celulites.

Aumentar o consumo de fibras, frutas vermelhas, oleaginosas, sementes, peixes ricos em ômega 3, vinho e água é uma estratégia para quem quer diminuir o grau das celulites e melhorar o aspecto da pele até o verão. Para a médica Simone Henriques, a melhor forma de reduzir a inflamação do corpo é a mudança dos hábitos alimentares.

“Uma dieta pobre em açúcar, carboidratos simples, frituras, alimentos processados e industrializados faz bem à saúde do corpo como um todo”, diz Simone.

Vale destacar que uma alimentação anti-inflamatória alivia e previne o cansaço excessivo, dores de cabeça, inchaços, vermelhidão, lesões em vasos sanguíneos, dores nas articulações e músculos, além de aumentar a imunidade, evitando gripes e resfriados, e ajudar no controle do peso.

Auxilio texto: Jéssica Leiras (jessica.leiras@donacomunicacao.com.br) / médica da Clínica Leger, Simone Henriques

Imagem: https://invistaemvocemesmo.com.br/alimentos-antiinflamatorios/

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Hábitos alimentares saudáveis devem começar na infância!

Hábitos alimentares saudáveis devem começar na infância!
No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma em cada três crianças, entre cinco e nove anos está acima do peso. Segundo dados  do Ministério da Saúde, nessa faixa etária, 12,9% são obesos. Já as notificações do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2019, apontam que 16,33% dos brasileiros entre cinco e dez anos estão com sobrepeso, 9,38% são obesos e 5,22% apresentam obesidade grave. Entre os adolescentes, 18% têm sobrepeso, 9,53% são obesos e 3,98% apresentam obesidade grave.
A pandemia do novo coronavírus pode ter aumentado ainda mais esse quadro, já que as crianças e adolescentes tiveram a rotina totalmente modificada e ficaram mais sedentárias. Ana Carolina Netto, nutricionista da Acolher Nutrição, espaço especializado em atendimento a crianças e adolescentes, afirma que os pequenos são estimulados constantemente com publicidade, vídeos e a própria TV sobre alimentos calóricos e poucos nutritivos.
“Além disso, ainda dependem das escolhas dos pais que levam para casa o que é mais conveniente a rotina familiar”, afirma a profissional, que relata em seu consultório aumentou o número de crianças e adolescentes com sobrepeso devido à crise sanitária:
“A pandemia trouxe uma onda de ansiedade e ócio para nossas crianças, que passaram a ter mais alimentos disponíveis dentro de casa. Além disso, passaram a ficar mais tempos sentados, sem atividades, o que realmente vem tendo um impacto no peso”.
Vanessa Almeida, nutricionista da Acolher Nutrição, afirma que nunca deve deixar para mais tarde para tratar o sobrepeso.
“Hora de cuidar da saúde é agora. Uma reeducação alimentar não significa dieta restritiva e a criança precisa ser apresentada desde cedo a bons alimentos e entender os benefícios dessa alimentação. Não fazer desse processo um castigo é fundamental para fazer dar certo! No nosso espaço, trazemos essas mudanças a âmbito familiar onde não é só a criança que precisa mudar e sim todos da sua convivência. E estamos vendo cada vez mais casos de sucesso, onde ao colocar a mão na massa e provando novos sabores os pequenos vão ganhando confiança em provar um novo estilo de vida”, pontua. Ana Carolina acredita que a chave do sucesso desse processo de introduzir bons hábitos alimentares está em levar as crianças para a cozinha.
“Mostrar que é possível comer gostoso sem maltratar o corpo é uma virada de chave”, afirma a nutricionista.
A profissional enfatiza que muitas crianças e adolescentes podem precisar de acompanhamento psicológico, além do nutricional.
“Dependendo do caso, sim! Percebemos desde a infância comportamentos disfuncionais em relação à alimentação e autoestima. No espaço Acolher, tratamos essas crianças e adolescentes com uma visão holística, orientando não só a alimentação, mas o entendimento de comportamentos que possam ser o foco do problema. Buscamos entender a real necessidade da família e se houver necessidade encaminhamos para nossa psicóloga para tratar tais questões”, finaliza.
Auxilio texto: Ana Carolina Netto, nutricionista da Acolher Nutrição
Imagem: https://familycenter.com.br/educacao-alimentar-para-uma-infancia-saudavel/
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Obesidade infantil: um problema sério, agravado pela pandemia!

Obesidade infantil: um problema sério, agravado pela pandemia!

3 em cada dez crianças, entre 5 a 9 anos de idade, estão acima do peso, e das crianças menores de 5 anos, 15,9% têm excesso de peso. É o que apontam os dados do Ministério da Saúde. A realidade não atinge somente o Brasil, em todo o mundo são mais de 158 milhões de crianças e adolescentes, entre 5 e 19 anos, convivendo com o excesso de peso, segundo estimativa da Organização Internacional World Obesity .

O problema, que ao longo dos anos se tornou alvo de grandes preocupações de autoridades de saúde e, principalmente dos pais, ganhou ainda mais dimensão à medida que os índices de casos aumentaram por causa da mudança na rotina dos pequeninos. “O distanciamento físico imposto pela pandemia provocou inúmeras transformações sociais e, como se sabe, por segurança, ficar em casa foi uma delas. São mais de sete meses de pandemia mudando rotinas e, sem sombra de dúvidas, os pequeninos foram os mais afetados neste processo de adaptação. Se não é fácil para adultos, imagina para as crianças?”, questiona a médica Endocrinologista Pediátrica do Grupo Sabin, dra. Georgette Beatriz de Paula.

Um breve levantamento feito pela médica, mostra que cerca de 80% dos pacientes atendidos neste período apresentaram ganho de peso significativo. “Essa mudança aliada à falta de uma rotina alimentar mais saudável, com ingestão de produtos mais calóricos, ociosidade, diminuição de atividade física, levaram à esta realidade. Ficando mais em casa, as crianças precisaram internalizar seus hábitos, arranjar maneiras de gastar energia, os jogos eletrônicos, por exemplo, viraram válvulas de escape. Até mesmo as atividades escolares exigiram mais tempo em frente às telas”, pontua a especialista.

Vilã da saúde dos pequeninos, a obesidade infantil é uma doença séria e requer atenção especial de pais e responsáveis. A médica destaca que o ganho de peso além de aumentar índices de colesterol, promove aumento da pressão arterial e ainda provoca transtornos alimentares que podem durar a vida inteira, se não forem observados e tratados a tempo. “Hoje em dia as crianças apresentam cada vez mais cedo problemas em relação à glicose. Nos consultórios médicos, diagnósticos apontam altas taxas de insulina, problemas de gordura no fígado. Então, o primeiro passo é retirar, de forma gradativa o excesso de doce, o acesso aos industrializados, evitar consumo de frituras, gorduras, e associar esta mudança à atividades físicas no dia a dia”, afirma a médica.

Dormir bem e a volta ao ambiente escolar podem ser aliados nesta etapa de recuperação do peso anterior à pandemia, segundo a médica, que se apoia no estudo britânico divulgado na última semana que mostra que cada hora a menos de sono, pode aumentar em 23% o risco de obesidade infantil. “Investir em momentos de diversão e brincadeiras, como pular corda, que podem ser feitas em casa mesmo, ajudam reduzir o sedentarismo, gastar energia e dormir melhor”, orienta.

11 de Outubro Dia Nacional de Prevenção da Obesidade

O tema é tão relevante que ganhou até data: 11 de outubro Dia Nacional de prevenção da obesidade e o Dia Mundial da Obesidade, acendendo o alerta à importância da prevenção e conscientização da doença. “É um grande passo para evitar o desenvolvimento da obesidade já na primeira fase da vida. Uma rotina de cuidados, acompanhamento médico e diagnósticos realizados por meio do Cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC), podem detectar casos de obesidade e ajudar no tratamento da doença, mas é fundamental fazer um acompanhamento correto. Contar com o apoio de uma equipe multidisciplinar, com médicos, nutricionistas, preparadores físico, e até psicólogos”, explica a médica.
Para ajudar ainda mais a esclarecer sobre os riscos da obesidade infantil, o Ministério da Saúde lançou em agosto deste ano o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos e o Guia Alimentar para a População Brasileira , com sugestões e orientações que ajudam na rotina alimentar do dia a dia e melhorar a relação entre os alimentos e as crianças.
Auxilio texto: Viviane Melém (viviane.melem@fsb.com.br) / médica Endocrinologista Pediátrica do Grupo Sabin, dra. Georgette Beatriz de Paula
Imagem: https://domtotal.com/noticia/132332/2009/08/obesidade-infantil-cresce-e-ja-a-considerada-pandemia/
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

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Receitas para o Dia das Crianças!

Receitas para o Dia das Crianças!

A Gomes da Costa sugere, para o final de semana, Atum Embarcado e os divertidos Pãezinhos Recheados de Sardinha e Ricota (Caracol) – porque o Dia das Crianças está aí. Confira abaixo o passo a passo do preparo.

ATUM EMBARCADO

Ingredientes:
. 5 batatas médias
. sal a gosto
. 1 lata de Atum Sólido ao Natural Gomes da Costa (170g)
. 1 tomate maduro e firme cortado em cubinhos
. meia cebola (pequena) ralada
. sal, pimenta do reino e orégano a gosto
. Azeite Extra Virgem Gomes da Costa para regar

 

Modo de Preparo:
. Lave bem as batatas e leve-as para cozinhar em água fervente abundante temperada com sal. Cozinhe até que enfiando-se um garfo nas batatas este entre sem dificuldade.
. Escorra as batatas e descasque-as.
. Com o auxílio de uma colher cave as batatas, retirando parte do miolo, como se fosse um barquinho (cuidado para não furar o outro lado da batata). Distribua as batatas numa assadeira ou refratário untado de azeite e reserve.
. Numa tigela, junte o Atum Gomes da Costa escorrido, o tomate e a cebola. Misture.
. Preencha a cavidade das batatas com o recheio de Atum. Salpique sal, pimenta e orégano.
. Leve as batatas ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 20 minutos ou até as batatas ficarem levemente douradas.
. Sirva quente.

Outras Informações:

Rendimento: 5 porções
Tempo de Preparo: 15 minutos
Tempo de Cozimento: 40 minutos

 

PÃEZINHOS RECHEADOS DE SARDINHA E RICOTA (CARACOL)

Preparo: 140 min.
Rendimento: 12 porções

Ingredientes

Massa:

1 tablete de fermento biológico fresco (15g)
1 colher (sopa) de sal
Meia colher (sopa) de açúcar

2 colheres (sopa) de Azeite Extra Virgem Gomes da Costa
Meia xícara (chá) de água morna (120ml)
Meia xícara (chá) de leite morno (120ml)
Cerca de 3 xícaras (chá) de farinha de trigo (cerca de 450g)
Gema para pincelar

Recheio:

1 lata de Sardinha em Óleo Gomes da Costa (125g)
3 colheres (sopa) de cebola picada
1 tomate, sem pele, picado
1 colher (chá) de orégano seco
3 colheres (sopa) de azeitona verde picada
1 xícara (chá) de ricota amassada (150g)
Sal a gosto

Para fazer a Tartaruga:

Uvas passa escuras, pequenas – olhos

Para fazer o Caracol:

Cravo da Índia

Modo de Preparo

Massa:

Numa tigela dissolva o fermento no sal e no açúcar, até obter uma pasta. Junte o Azeite Extra Virgem Gomes da Costa, a água e o leite. Misture bem. Acrescente a farinha aos poucos e trabalhe a massa, sovando-a numa superfície enfarinhada até ficar uniforme e macia. Volte a massa para a tigela, cubra-a e mantenha em local aquecido até dobrar de volume.

Recheio:

Aqueça o óleo da Sardinha e refogue aí a cebola. Junte o tomate, a Sardinha Gomes da Costa, o orégano e a azeitona.
Refogue rapidamente. Retire a panela do fogo, espere esfriar e acrescente a ricota. Misture bem. Tempere com sal se necessário.

Montagem:
Divida a massa em 12 porções. Abra cada porção de massa com a ajuda de um rolo, sobre uma superfície enfarinhada, no formato de um retângulo comprido. Recheie o centro da massa com o recheio de Sardinha e ricota
e feche dobrando a massa sobre o recheio. Enrole a massa em movimentos de vai e vem para obter bastões (com cerca de 15cm). Começando por uma das pontas, enrole a massa, formando um círculo. Pincele a gema por toda a superfície da massa e leve ao forno médio (180ºC) preaquecido, por cerca de 35 minutos ou até dourar.

Para fazer o caracol:

Montagem:

Ao enrolar o bastão de massa, deixe uma das pontas soltas (cabeça do caracol). Espete 2 cravos como se fossem antenas. Distribua os caracóis deitados numa assadeira untada. Pincele a gema por toda a superfície da massa e leve ao forno médio (180ºC) preaquecido, por cerca de 35 minutos ou até
dourar.

Para fazer a Tartaruga:

Montagem:

Retire 2 pedaços pequenos da massa (para fazer as patas e a cabeça). Reserve. Abra o restante da massa, com o auxílio de um rolo e recheie com o refogado de sardinha e ricota. Feche o pãozinho, dando um formato arredondado.
Pegue uma das porções de massa e divida-a ao meio, faça 2 cordões. Coloque os cordões lado a lado (deixando um pequeno espaço entre eles) e por cima coloque o corpo da tartaruga. Enrole na mão o outro pedaço de massa. Encaixe a cabeça no corpo da tartaruga. Coloque a tartaruga numa assadeira untada. Com uma faca afiada, faça cortes no casco (superfície) da tartaruga, formando quadrados. Encaixe os olhinhos de uva passa. Pincele a gema por toda a superfície das tartarugas e leve ao forno médio (180ºC) preaquecido, por cerca de 35 minutos ou
até dourar.

Dica do Chef: A temperatura da água e do leite deve ser morna e, não quente
ou fervente (que anula o efeito do fermento).

Variação: Acrescente ao recheio mussarela ralada.

Créditos das fotos e receitas: Gomes da Costa/Divulgação.

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

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Dicas para o desenvolvimento infantil durante a pandemia!

Dicas para o desenvolvimento infantil durante a pandemia!

A suspensão das aulas completou 6 meses no Brasil. Com a falta da escola, o estresse frente à situação da pandemia e o tempo escasso dos pais, que precisam se desdobrar para dar conta de tudo, muitas crianças estão apresentando regressão ou atrasos no desenvolvimento motor, na fala e nas habilidades sociais.

Segundo a fisioterapeuta Walkíria Brunetti, especialista em fisioterapia neurológica e prematuridade, é preciso um olhar mais acolhedor nesse momento, tanto para os pais quanto para as crianças menores.

“A preservação da vida é o mais importante. O distanciamento social continua sendo recomendado. Entretanto, é preciso também pensar no bem-estar físico e emocional das crianças, especialmente as em idade pré-escolar”.

“O fato é que a escola oferece ao cérebro estímulos diferentes daqueles que a criança tem em casa. As atividades pedagógicas da educação infantil contribuem muito no desenvolvimento da coordenação motora, da fala, da cognição e, principalmente, da socialização”, explica Walkíria.

Portanto, sem a escola, algumas crianças, especialmente as mais novas, podem apresentar déficits no neurodesenvolvimento. “Esses atrasos dependem de uma série de fatores, como espaço físico para prática de atividades, estímulos dos cuidadores, tempo gasto em celulares, tempo para brincar, acompanhamento das aulas, situação emocional etc.”.

A boa notícia é que o cérebro tem uma característica chamada neuroplasticidade. “Cada aprendizado que a criança tem cria uma conexão neural. Essa capacidade é maior na infância do que em qualquer outra fase da vida. Portanto, esses atrasos podem ser compensados por meio de atividades e estímulos que os pais ou cuidadores podem proporcionar em casa”, cita Walkíria.

Confira as dicas da especialista.

1- Desenvolvimento da coordenação motora global: Para estimular a coordenação motora global, que se refere ao controle e à organização da musculatura ampla, necessária para os movimentos complexos, os pais podem propor atividades como pular corda, dançar, pular amarelinha, saltar. Mesmo em apartamentos é possível fazer algumas dessas atividades.

Caso seja possível e seguro, essas atividades podem ser feitas ao ar livre. Andar de bicicleta, patinete, triciclo, bem como jogar bola, são ótimos estímulos para a coordenação motora global.

2- Desenvolvimento da coordenação motora fina: Já ouviu falar do movimento de pinça? É o movimento necessário para segurar o lápis para escrever ou segurar um talher para comer. Assim, a coordenação motora fina está ligada ao domínio dos pequenos músculos, para atividades mais refinadas. Para ajudar a desenvolver essa habilidade, os pais podem propor recortes, colagens, brincadeiras com blocos de montagem, desenhos, pinturas etc.

3- Desenvolvimento da Fala: A fala se desenvolve a partir do nascimento. A primeira linguagem do bebê é o choro. Daí em diante, caso a criança não apresente nenhuma outra condição que afete a fala, o desenvolvimento da linguagem depende dos pais e cuidadores.

É fundamental conversar com o bebê desde cedo. As aquisições da fala ocorrem de acordo com os estímulos recebidos. Vale lembrar que celulares, TV ou tablets não cumprem esse papel.

​​​​​​​Pelo contrário, crianças e bebês que passam muito tempo sozinhas em frente aos eletrônicos podem apresentar atrasos na fala. Então, a dica aqui é reduzir drasticamente o uso desses dispositivos e conversar com a criança o máximo que for possível. Músicas infantis e leitura de livros também ajudam na aquisição da fala.

Sem culpa
“Como eu disse acima, nesse momento precisamos ter uma visão mais acolhedora dos pais e das crianças. Felizmente, crianças aprendem rápido. Esses atrasos podem ser recuperados quando as aulas forem retomadas”, reforça Walkíria.

Mas, caso seja necessário, há clínicas especializadas em desenvolvimento infantil que podem avaliar se há necessidade de uma terapia para reduzir os déficits. Esses atendimentos podem ser feitos por um fisioterapeuta especializado em fisioterapia neurológica, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e psicólogo infantil.

Auxilio texto: Leda Sangiorgio (leda@agenciahealth.com.br) / fisioterapeuta Walkíria Brunetti

Imagem: Internet

Marina Xandó

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Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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