Dica de linha para Bebê e Gravidinhas

Antes da Vivi nascer eu fui à pediatra que escolhi para ser a dela! Faltava aproximadamente 4 semanas para o parto e lá fui eu com uma cadernetinha com mil perguntas fazer uma consulta, mesmo com a Vivi estando na barriga ou seja, a consulta era para acalmar a mãe mesmo!rs

Posso falar? Não é necessário, mas me fez tãooo bem, fiquei bem mais aliviada especialmente porque ameiii a médica desde o primeiro momento, mostrando que a minha escolha seria assertiva! E Graças a Deus foi!

Lembro-me que perguntei sobre produtos de higiene, mais especificamente sobre o uso do lencinho umedecido! Ela me sugeriu 2 marcas, sendo uma delas a Granado! Desde então é uma das minhas preferidas, fazendo parte de nossas vidas desde então! Adoro o aroma, o toque, a consistência e qualidade!

Tirei essa foto em casa, dos meus produtos preferidos da Linha Bebê Granado!

A médica recomendou o uso do lenço umedecido após o sexto mês de vida da Vivi, sendo que antes eu higienizava apenas com água morna e algodão. Logo que a Vivi completou 24 semanas de vida, comecei a usar os lencinhos umedecidos.

Os lenços são dermatologicamente testados e limpam sem agredir ou irritar a pele da criança, podendo ser usados em todo o corpo. Um dos pontos que mais gosto é que não possuem corantes, parabenos ou álcool etílico! Além disso, seus ativos vegetais possuem efeito calmante e hidratante. O cheirinho é maravilhoso e uso até hoje na Vivi!

Outros 2 outros produtos que recomendo e quero mostrar hoje para vocês são o Creme Protetor de Seios e o Creme contra assaduras para o bebê!

O Creme contra assaduras tem ação anti-séptica e contém óleo de amêndoas, óleo de oliva, óxido de zinco e vitaminas A e D. Embora tenha a consistência muito parecida com a Hipoglós Amêndoas por exemplo, é mais fácil de espalhar e retirar da pele do bebê. Não contém fragrância e a embalagem, que tem a tampa tipo flip flop, é super prática.

A fissura mamária é um dos principais motivos para a interrupção precoce da amamentação e a diminuição da produção do leite. Uma das medidas preventivas de rachaduras é a hidratação dos mamilos. O creme protetor de seios da Granado, formulado com lanolina concentrada, promove a hidratação e emoliência, auxiliando na cicatrização das fissuras. Pode ser usado a partir dos 6 meses de gestação e é hipoalergênico.

Acompanhe a Granado também no IG: @granadopharmacias

#granadobb
imagens: publieditorial

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#dicas úteis#saude

Voltando à forma após a gravidez by Tamara Rudge

Oi genteeee… hoje é dia de coluna da querida Tamara Rudge e o tema é ótimo, vocês vão adorar! Confiram:

Oi meninas, tudo bem?? Como algumas leitoras me pediram nos comentários, hoje vou falar sobre como consegui voltar à forma após a gravidez. Os meus dois “pós parto” foram beeem diferentes. Na gravidez da minha primeira filha, como não fiquei de repouso, fiz muito exercício físico durante a gestação, a partir da 12ª semana até a véspera de ela nascer. Praticava yoga, hidroginástica, esteira ou bicicleta e aulas com personal 2x por semana. Nos finais de semana também sempre ia caminhar no parque com meu marido, enfim, eu não parava… Também cuidei muito da alimentação  com o acompanhamento de uma nutricionista e evitava ao máximo doces.  No total engordei 10kg na gravidez da Sofia, ela nasceu com 3.470kg e, como eu fiquei muito ativa durante toda a gestação, em 10 dias eu já havia eliminado todo o peso que havia ganhado. Nessa recuperação pude perceber o quanto a atividade física (se possível) é importante durante a gestação.

Aqui eu grávida da Sofia, uma semana antes de ela nascer

Já durante a gestação do Antônio foi tudo um pouco mais “complicado”. Não pude fazer nenhum tipo de atividade física e tive de ficar em repouso, o que dificulta também a gente seguir uma dieta restrita – afinal sem poder sair de casa, queria pelo menos comer algumas coisas gostosas! Acabei engordando 13kg e Antônio nasceu com 3.395kg. Achava que seria igual a gravidez da Sofia e em 10 dias tcharamm tudo teria ido embora, mas claro, nada disso aconteceu.

Me sentindo enorme uma semana antes de o Antônio José nascer

Com uma semana de pós parto eu havia perdido 7kg e achava que os outros iriam embora na mesma velocidade, mas os últimos 6kg pareciam ter “grudado” em mim.  Sei que a sociedade hoje em dia faz uma pressão muito grande para estarmos lindas assim que o bebê nasce e a realidade não é assim, mas eu queria voltar ao meu peso para ficar bem comigo mesma, queria usar as minhas roupas de volta, fazer um exercício, etc. Com 40 dias minha médica me liberou ginástica moderada e a primeira vez que subi na esteira depois de 10 meses na velocidade 5km/h parecia que eu estava correndo uma maratona!

Seguem abaixo as medidas que tomei e comigo funcionaram:

  • Acompanhamento com nutricionista: Fui na minha nutricionista Dra Juliana Capatto (11 3078-0124) que me passou uma dieta para quem estava amamentando. A Ju me acompanha desde antes das crianças nascerem e conhece bem o meu paladar. A dieta também foi muito importante para eu não ter crises de hipoglicemia durante o dia, uma vez que amamentar demanda muita energia. A Ju também sugeriu alguns aparelhos estéticos que tem na clínica  em que ela trabalha e só consegui fazer uma vez, vou começar a fazer direito mês que vem (os que ela me sugeriu foram o Ilipo e o VellaShape 2).

Muitos legumes e verduras no pós parto – é fundamental comer bem!
  • Drenagem linfática: Com uma semana voltei a fazer drenagem 3x por semana, que eu adoro. Acho que ajuda a relaxar e melhora bastante a circulação. Tenho 3 massagistas que atendem em casa (afinal com 2 filhos não tem muito como ter um horário fixo): Andrea (98339-8711), Rose (99197-3671) e Sonia (9184-4119). Durante a gravidez usava uma almofada para grávidas que encontrei no Amazon, incrível!

Almofada para grávidas conseguirem deitar de bruço – incrível!!!
  • Exercícios Físicos: Com 40 dias voltei a praticar meu treino funcional com a Bruna (9656-0462) que é minha personal há anos e eu amo. No começo o retorno foi bem difícil, mas aos poucos fui pegando o ritmo de volta. Quando não faço personal, tento fazer algum exercício aeróbico. Claro que com 2 filhos não é sempre que consigo dormir super bem a noite inteira e estar disposta para treinar no outro dia, mas tento ir à academia sempre que possível.

Treinamento Funcional é o tipo de ginástica que eu adoro fazer.

Fazendo tudo isso consegui voltar ao meu peso de sempre quando Antônio José estava com quase 5 meses. Voltei aos poucos e no ritmo que meu corpo permitiu. Ah, e é claro, o peso voltou, mas o corpo muda muito após uma gravidez, o que dirá duas… A barriga vai levar mais um tempinho, mas aos poucos a gente chega lá!

Essa foto é recente, após os 13kg terem ido embora…

E vocês, alguma dica para a recuperação pós parto???
Beijos, Tamara.
Tamara Rudge

ESCRITO POR Tamara Rudge

Tamara tem 29 anos e é mãe da Maria Sofia, 3 anos, e do Antonio José, 9 meses. É engenheira civil, dona de casa, casada e uma eterna apaixonada pelo universo da maternidade e a moda infantil.

#dicas úteis#saude

A Indecisão sobre ter o Segundo Filho x Congelamento de Óvulos e Declínio da Fertilidade após os 32 anos

Muitas de vocês me escrevem perguntando se vou ter meu segundo filho! Como já escrevi aqui, acredito que não… Estou tãoooo feliz com a Vivi, curtindo tanto essa fase deliciosa que ela está que não me vejo começando tudo novamente! Mas confesso que a pressão está grande…risos  Ainda mais morando no interior… Não do meu marido (ainda bem), mas de alguns familiares e amigos!
Esses dias, conversando com meu terapeuta sobre o assunto, ele perguntou: ‘Hoje, qual seria sua motivação maior para ter o segundo filho?”  Eu respondi claramente: ” Hoje eu teria apenas pela Vivi, para ela ter um(a)  irmãozinho(a), uma companhia para sua vida” e ele me disse: ” Então, se é apenas e unicamente por esse motivo, você não deve ter. Irmão não pode ser garantia de amizade eterna, nem tampouco ter um segundo filho com a certeza de que eles terão uma afinidade grande. Você precisa ver se dentro de você existe esse espaço, essa vontade, esse desejo”.
Parece uma frase muito racional, mas ele tem toda razão…. ter um segundo filho apenas pensando no primeiro, esperando que eles sejam super amigos e grudados, não é certo! Pode acontecer – tenho visto muito isso – dos irmãos  se amarem mas não terem afinidade, irmãos que acabam brigando no futuro ou são distantes…. Não existe regra! Tenho 2 irmãs e somos grudadas, mas ando vendo isso com pouca frequência por aí, infelizmente!  Mas ainda não tenho uma resposta definitiva… A grande verdade é que a Vivi nos completa muitoooo, sou imensamente feliz com ela! Porém, o futuro a Deus pertence e claro, tudo condicionado ao relógio biológico!

Aqui, eu grávida de 30 semanas da Vivi, meu amor!
Ontem tive uma consulta com meu endocrinologista (Dr Filippo Pedrinola) e ele me aconselhou a congelar meus óvulos após meus 35 anos, caso ainda não tenha resolvido até essa data, se irei para o segundo filho. Pensei: Jesus…. estou ficando velha mesmo!rs  Mas ele me disse que não era essa a questão, mas sim, que até os 33, 34, a qualidade do óvulo é melhor! Por coincidência, hoje recebi um texto sobre o tema e achei muito interessante divulgar aqui:
Estudos falam sobre o declínio da fertilidade para os 32 anos de idade
As orientações são do Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia e da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva
A fecundidade das mulheres diminui gradualmente com a idade, sendo este declínio gradual, no entanto, resultados da medicina reprodutiva tem demonstrado que há uma diminuição significativa da quantidade e qualidade dos óvulos após os 32 anos, sendo este processo mais acelerado após os 37 anos.


“Mulheres com menos de 30 anos tem 71% de chance de engravidar, após os 36 anos as chances caem para 41%”, explica o Dr. Alfonso Massaguer, ginecologista e obstetra especialista em reprodução humana.Os mecanismos relacionados a queda da reserva ovariana são ainda pouco compreendidos, mas aparentemente incluem múltiplos fatores expressos por genes no cromossomo X e autossomos (cromossomos não sexuais). “Educação e reforço da consciência do efeito da idade sobre a fertilidade são essenciais no aconselhamento do paciente que deseja a gravidez”, aconselha a ginecologista e obstetra Dra. Paula Fettback.

Dada a redução prevista relacionada à idade da fecundidade, o aumento da incidência de doenças que prejudicam a fertilidade, e ao maior risco de perda de gravidez, o Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia e da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva orientam: 


Em mulheres próximas aos 32 anos de idade educação e consciência aumentada do efeito da idade sobre a fertilidade é essencial no aconselhamento do paciente que deseja a gravidez POR PARTE DOS PROFISSIONAIS MÉDICOS.Mulheres com mais de 35 anos devem receber avaliação e tratamento acelerado após 6 meses de tentativas fracassadas de conceber ou mais cedo, se clinicamente indicado. Mulheres com mais de 40 anos, DEVEM RECEBER avaliação e o tratamento imediato. Segundo o Dr. Alfonso, “É importante lembrar que não só as mulheres devem conhecer sua melhor idade reprodutiva para evitar dificuldades futuras, homens também tem declínio de fertilidade com a idade. Os estudos revelam que a diminuição dos níveis de testosterona, com menores volume e mobilidade espermática, começa a partir dos 35 anos e aos 40, se elevam alterações no DNA dos espermatozoides, que demonstram menor viabilidade”.
Fonte: Dr. Alfonso Massaguer
Outro texto que achei importante e tenho guardado em meus arquivos, fala sobre o congelamento de óvulos:
Uma equipe realizada por Aylin Pelin Cil, da Reproductive Medicine Associates, em Nova York, realizou uma meta-análise de 26 estudos sobre o congelamento de óvulos e deparou-se com o seguinte resultado: as mulheres mais propensas a engravidar foram as que congelaram os seus óvulos quando tinham menos de 30 anos. A análise incluiu 1.990 ciclos de tratamento de fertilidade com óvulos que foram congelados convencionalmente e 291 ciclos de tratamento com óvulos que haviam sido congelados rapidamente através de uma técnica chamada de vitrificação.
A probabilidade de um embrião criado a partir de um óvulo congelado convencionalmente implantar-se no útero caiu de 10,4% nas mulheres que tinham menos de 30, quando congelaram seus óvulos, para 4,7% em mulheres que tinham mais de 40 anos quando fizeram o congelamento. As taxas de implantação de embriões obtidos de ovos vitrificados foram maiores, mas sofreram um declínio semelhante com a idade, de 18,8% na década dos 30 para 10,3%, acima dos 40 anos. Para Roger Lobo, presidente da ASRM, as mulheres não devem deixar para muito tarde a decisão de congelarem seus óvulos. Lobo observou que apesar do número crescente de clínicas que oferecem este procedimento médico, no mundo, e a significativa atenção da mídia para este tema, nos últimos anos, as mulheres estão buscando o congelamento de seus óvulos em uma idade em que este procedimento já não é tão seguro para ajudá-las a realizar seus objetivos de preservação da fertilidade futura.

E vocês, qual a opinião de ter filho único, idade para engravidar e congelamento de óvulos?
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#bem estar#saude

Evitando Náuseas no Navio

Muitas leitoras me perguntaram o que fiz para evitar/controlar o enjoo quando fui para o Navio da Disney! Na verdade, essa questão surgiu porque eu comentei em um post que desde pequena tenho náuseas em navios, barcos e estradas com curva… Nossa, já sofri muito com isso e já perdi alguns passeios e viagens legais também! Rs

Mas esse navio da Disney eu não poderia perder de jeito nenhum, tinha prometido para minha filha e ela estava super animada!!!

Logo no primeiro dia, a noitinha, comecei a ficar levemente enjoada! Peguei na minha mala a pulseirinha anti-enjoo que comprei no Walgreens, coloquei uma em cada pulso e já comecei a melhorar! Mas, na dúvida, fui visitar o SPA do navio para conhecer a acupunturista que me indicaram! Ela colocou algumas sementinhas (nada de agulhas) no meu pulso e na orelha! Gente… Pensa em algo que funcionou 100%! Nem acreditei, a noite eu tirava as pulseiras do pulso (não pode dormir com elas) e a acupuntura por si só resolvia! E olha que eu enjoo com qualquer coisa, mesmo movimentos leves!

Mas Mi, e o navio, balança?! Meninas, eu percebi que mexeu bastante na última noite, somente! O resto foi tudo tranquilo, graças a Deus!

Essa aqui é a pulseirinha que usei! Recomendo, inclusive ela pode ser usada por grávidas e por quem está em tratamento de quimioterapia, ambas situações que podem ocasionar enjoos! Ela funciona pelo princípio da acupressão, a pressão num determinado ponto do pulso, que emite impulsos específicos para o cérebro, ajudando a diminuir os sintomas e geralmente demora 10 minutos para fazer efeito, tempo necessário para que os impulsos elétricos sobre o pulso atinjam a região do cérebro.

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#dicas úteis#saude#viagens

Com vocês, coluna da Tamara Rudge

Mais uma novidade no ASK MI: quinzenalmente teremos uma coluna dela, que é uma super mamãe, passou por 2 gravidezes bravamente, está super acostumada com a blogosfera (ela é cunhada das queridas Maria Rudge e Lalá) e sempre tem muitas novidades e dicas do universo infantil!

Com vocês, Tamara Rudge, falando de um assunto delicado, que muitas mulheres enfrentam (eu mesma passei por isso) mas poucas pessoas comentam:

Repouso na Gestação – Um esforço que vale(u) a pena!
Oi meninas, tudo bem??? Me chamo Tamara e fiquei super feliz com o convite da Marina para escrever uma coluna quinzenal para vocês. Sou superfã do blog, entro sempre, e será um prazer dividir um pouco das minhas descobertas por aqui.

Esse primeiro post resolvi escrever sobre um tema que só quem passou sabe do que estou falando… Repouso durante a gravidez. Eu tenho dois filhos e uma gestação foi completamente diferente da outra. Na da Sofia, hoje com quase 3 anos, eu fiz absolutamente tudo que eu quis! Viajei de avião várias vezes, fiz ginástica do terceiro mês ao nono quase que diariamente… Resumindo, uma gravidez super tranquila e Sofia nasceu super saudável com 3.470kg.

Quando engravidei do meu segundo filho, descobri super cedo. Fiz o exame antes de a menstruação atrasar, pois tinha uma aula de muay thai e quando o exame deu positivo fiz as contas: estava de 3 semanas e 5 dias (e óbvio, não fiz a aula).
Sempre espero completar 12 semanas para voltar aos exercícios, mas continuo levando vida normal quando engravido. Achava que teria outra gravidez tranquila e já estava programando uma viagem com meu marido quando, com 5 semanas, senti uma dor estranha na barriga ao almoçar e ao levantar da mesa para ir descansar, senti que estava tendo um sangramento. Ao chegar no hospital, o ultrassom constatou que eu havia tido um descolamento, mas que o embrião ainda estava lá (nessa época ainda nem dava para ver se o coração estava batendo). Minha médica recomendou repouso relativo (poderia andar em casa normalmente, mas não sair muito e não pegar peso algum – muito difícil para alguém que tem outro filho) e ultrassons semanalmente.

Com 9 semanas o descolamento havia sumido, o bebê estava crescendo super bem e minha médica falou: com 12 semanas eu te libero para ter vida normal. Já estava super aliviada, até que com 11 semanas, ainda de repouso em casa, tive outro sangramento, este muuuuuito mais forte. Fui novamente para o hospital e dessa vez tive que ficar por lá uma semana. Completei as tão sonhadas 12 semanas internada.  Dessa vez, o descolamento (da bolsa e não da placenta) havia sido muito maior. Ele tinha cerca de 8cm de comprimento, e nessa fase o bebê é bem menor que isso.  Quando voltei para casa, tive então que ficar de repouso novamente, dessa vez mais “rígido” (mas bem light perto de alguns casos que já ouvi): tinha que tomar banho sentada, assim como escovar os dentes, e passar o resto do dia deitada o máximo possível. Podia andar da sala de TV da minha casa para o meu quarto e era basicamente isso. Com uma filha de 2 anos querendo a atenção da mãe tudo fica mais complicado. Confesso que o repouso em si era chato, mas o mais difícil para mim foi não poder pegar a Sofia no colo, e não poder sair com ela.
O começo em si foi mais custoso, depois meio que “acostumei”. Minha família também me deu muita força e ajudou muito: minhas irmãs e pais vinham sempre para SP me visitar e distrair a Sofia, meus sogros ajudaram muito e a levaram em todas as consultas médicas nesse meio tempo, meu marido foi pai e mãe da nossa filha nesse período e o tempo livre dele passou a ser 100% dedicado a ela. Foi um sacrifício, mas MUITO bem recompensado. Vi TODOS os seriados disponíveis (Homeland, Scandal, Revenge, Game of Thrones, Parenthood, até The Bachelor!!), li alguns livros (no final não tinha posição para ler, só conseguia ficar deitada de lado), joguei Candy Crush… Fiz todo o enxoval on-line!
Com 32 semanas tomei as injeções para amadurecer o pulmão do bebê e com 34 semanas fui liberada do repouso (!!!). O descolamento continuava lá, dessa vez medindo 3,5 cm, mas o bebê já estava enorme, crescendo bem e super saudável.

No dia do chá de bebê

Consegui fazer o chá de bebê quando estava com 35 semanas, e voltar a ter uma vida normal até o final da gestação. Graças a Deus não tive mais nenhum imprevisto até o final e meu filho nasceu perfeito, com uma saúde de ferro, no dia em que completei 39 semanas, pesando 3.395kg e medindo 49cm. Quando vi o descolamento que tive com 11 semanas, nunca pensei que o bebê fosse sobreviver, e vi que milagres acontecem sim, e Deus me presenteou com um deles.

Indo para o hospital para o Antônio José nascer

Batizando Antônio José no hospital – milagre de Deus!
Tamara Rudge

ESCRITO POR Tamara Rudge

Tamara tem 29 anos e é mãe da Maria Sofia, 3 anos, e do Antonio José, 9 meses. É engenheira civil, dona de casa, casada e uma eterna apaixonada pelo universo da maternidade e a moda infantil.

#saude