Autocuidado feminino: escolhas inteligentes na alimentação!

Autocuidado feminino: escolhas inteligentes na alimentação!

O conceito de autocuidado feminino vem se ampliando nos últimos anos. Mais do que práticas estéticas, ele passou a envolver um conjunto integrado de cuidados físicos, emocionais e psíquicos. Nesse cenário, a alimentação consciente assume um papel central, conectando saúde, bem-estar e equilíbrio de forma mais completa.

Nesse contexto, produtos diet, sem adição de açúcar, vêm se tornando aliados práticos no dia a dia por ajudarem a reduzir o consumo de açúcar sem abrir mão do prazer de comer. Nesse cenário, ganham espaço na rotina feminina como alternativas que facilitam escolhas mais conscientes. Para especialistas em comportamento de consumo, esse movimento revela uma mudança cultural importante: o autocuidado deixa de ser apenas um gesto pontual e passa a ser encarado como prevenção e como responsabilidade individual com a saúde a longo prazo.

 

 

Cuidar de si é um ato de amor e reduzir o consumo de açúcar faz parte desse compromisso com a própria saúde. Além de auxiliar no controle do peso, essa escolha está associada à prevenção de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, obesidade e problemas cardiovasculares. Outro benefício importante é o melhor controle glicêmico, que favorece níveis de energia mais estáveis ao longo do dia. Esse fator é especialmente relevante na rotina feminina, marcada pela conciliação de múltiplas demandas profissionais e pessoais.

“Ao incluir versões diet de chocolates, geleias, bebidas e sobremesas no dia a dia, é possível manter o prazer de comer sem comprometer metas pessoais de saúde. O avanço da informação nutricional nas redes sociais e o maior acesso a conteúdos sobre saúde também influenciam esse comportamento. Mulheres têm buscado compreender rótulos, ingredientes e impactos metabólicos dos alimentos, transformando a alimentação em parte estratégica do autocuidado”, destaca Geovana Orlando, nutricionista da Lowçucar.

O setor alimentício acompanha essa demanda com investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Nos últimos anos, houve inclusive melhora significativa no sabor e na textura dos produtos diet, além da ampliação de linhas com ingredientes e formulações mais equilibradas.

Para 2026, estudos de mercado e relatórios sobre comportamento do consumidor apontam tendências claras que favorecem o crescimento de produtos diet e escolhas alimentares mais conscientes. Uma das análises feitas pela Worldpanel by Numerator sobre o consumo no Brasil, aponta que cerca de 46% dos consumidores já buscam reduzir o açúcar na dieta, uma tendência que deve se intensificar neste ano.

Relatórios de tendências alimentares internacionais também destacam que a estabilidade glicêmica (manter níveis de açúcar no sangue estáveis ao longo do dia) se consolidou como um novo “mantra” de consumo. Segundo o Google Trends, as buscas globais por “low glycemic foods”, cresceram mais de 70% nos últimos dois anos. Este cenário tem levado as pessoas a escolherem alimentos com baixo índice glicêmico, ricos em fibras e proteínas, uma pauta que favorece produtos diet e substitutos com menor carga de açúcar.

 

Fonte: Érica Brito – Pipah Comunicação (erica.brito@pipah.com.br)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#autocuidado feminino#bem estar#estabilidade glicêmica#saude#tendências alimentares

O que já se sabe sobre os probióticos?

O que já se sabe sobre os probióticos?

Presentes em alimentos e suplementos, os probióticos ganharam fama de aliados da saúde intestinal e do sistema imunológico. Mas, entre tantas promessas, ainda há dúvidas sobre o que é fato e o que é exagero.

A seguir, a nutricionista Carolina Chevallier, Gerente Sênior de Assuntos Científicos da Herbalife para as Américas Central e do Sul, esclarece as principais dúvidas sobre o que a ciência já comprovou — e o que ainda está em estudo — sobre esses microrganismos.

 

 

1. Todo alimento fermentado tem probióticos?

Para que um alimento seja considerado probiótico, ele precisa conter microrganismos vivos (bactérias) comprovadamente benéficos em quantidade suficiente até o momento do consumo. Por esse motivo, nem todo alimento fermentado tem probiótico. Em muitos casos — como acontece com pães e vinhos — o processo de produção elimina as bactérias vivas que existiam.

2. Iogurtes podem ser boas fontes de probióticos?

Sim, mas nem todos. Todos os iogurtes são alimentos fermentados elaborados com cepas de bactérias lácticas, mas apenas alguns possuem cepas probióticas adicionadas, ou seja, aquelas que têm um benefício à saúde comprovado. Alguns iogurtes contêm cepas probióticas vivas e ativas, outros, não. Por isso, é importante diferenciar os iogurtes sem e com probióticos, sempre verificando quais são os micro-organismos contidos, e a quantidade, indicada em “unidades formadoras de colônias” (UFC).

3. Quanto mais micro-organismos diferentes o alimento ou suplemento tiver, melhor ele é?

A presença de diferentes micro-organismos (ou cepas) não significam mais eficácia. O que importa é a especificidade e a comprovação científica de cada micro-organismo para determinada função. Algumas cepas são eficazes para diarreia associada a antibióticos; outras, para constipação ou imunidade — e misturar muitas pode até reduzir o efeito. Por isso, é importante verificar se o alimento ou suplemento com múltiplas cepas tem respaldo científico — ou seja, se os estudos clínicos foram feitos com a mesma combinação e quantidade de micro-organismos.

4.Os probióticos podem influenciar o humor e a saúde mental?

Há estudos promissores sobre o eixo intestino-cérebro, mostrando que cepas específicas podem influenciar na produção de neurotransmissores e reduzir sintomas leves de ansiedade e depressão. Mas ainda são necessários mais estudos para ser considerada uma comprovação científica, além disso, o uso de cepas não substitui tratamentos convencionais.

5. Probióticos podem contribuir para fortalecer o sistema imunológico?

Revisões sistemáticas mostram que o uso regular de determinadas cepas pode estimular a produção de células de defesa e reduzir a incidência de algumas infecções. Mas é importante verificar especificamente qual cepa foi usada, em que quantidade (expressa em unidades formadoras de colônias, ou UFC) e em qual população os estudos foram realizados (como bebês, crianças, pessoas doentes etc.).

6. Probióticos ajudam a restaurar a microbiota intestinal após o uso de antibióticos?

Os antibióticos atuam tanto nas bactérias que estariam causando uma enfermidade quanto nas bactérias boas, aquelas atuam no processo de digestão e absorção de nutrientes no intestino. Por isso, a ideia de consumir probióticos após o uso desse tipo de medicamento parece contribuir para acelerar a recuperação da microbiota intestinal. Mas lembre-se: a recomendação deve ser individualizada e com orientação profissional.

7. Os probióticos podem influenciar no intestino imediatamente?

Não. Os efeitos não são imediatos e variam entre pessoas. É comum levar semanas de uso contínuo para notar melhora. Além disso, fatores como dieta, uso de antibióticos e estresse influenciam a resposta.

8. Probióticos ajudam a emagrecer?

Embora existam indícios de que a microbiota intestinal possa influenciar o metabolismo, ainda não há consenso científico que comprove que os probióticos provoquem uma perda de peso significativa. Os efeitos observados costumam ser modestos e dependem tanto da cepa específica utilizada quanto do plano alimentar.

9. Qualquer pessoa pode tomar probióticos?

Em geral, os probióticos são seguros para pessoas saudáveis. No entanto, não são indicados para pessoas imunossuprimidas — ou seja, aquelas com o sistema imunológico debilitado, como pacientes em tratamento contra o câncer, que fazem uso prolongado de corticoides, passaram por transplantes ou vivem com doenças que comprometem as defesas do organismo. Nesses casos, o uso deve ser indicado e acompanhado por um profissional.

10. O uso de probióticos dispensa acompanhamento profissional?

A escolha da cepa, da dosagem e da duração do uso deve considerar o objetivo (saúde digestiva, imunidade, saúde feminina etc.) e o estado clínico do paciente. Portanto, o ideal é que nutricionistas e médicos indiquem o tipo o mais adequado e orientem como e por quanto tempo usá-lo.

 

Fonte: Yasmin Berlezi (sistemas@comuniquese2.com.br) / nutricionista Carolina Chevallier, Gerente Sênior de Assuntos Científicos da Herbalife para as Américas Central e do Sul

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#dicas#microrganismos vivos (bactérias)#probióticos#saude

Como fortalecer a imunidade!

Como fortalecer a imunidade!

Uma alimentação balanceada é fundamental para o fortalecimento da imunidade, garantindo que o corpo receba os nutrientes necessários para o funcionamento do sistema imunológico. A combinação de diferentes alimentos favorece o equilíbrio entre os componentes, potencializando seus efeitos protetores. Com escolhas simples e conscientes, é possível fortalecer o organismo e promover uma vida mais saudável.

 

 

“Os ovos, frango e peixes são alimentos ricos em proteínas e gorduras essenciais para a saúde. As frutas cítricas, além de serem ricas em fibras, também são fontes de vitamina C, complexo B e minerais. Alimentos como iogurte natural, kefir e kombucha, que contêm probióticos, também são ótimos aliados do sistema imunológico. Podemos acrescentar nessa lista as oleaginosas, sementes, leguminosas, cúrcuma, espirulina e cacau, que são fontes de nutrientes capazes de regular as defesas do organismo por meio de compostos bioativos com efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios”, afirma Jamile Tahim, coordenadora do curso de Nutrição da UNINASSAU Maracanaú.

A nutricionista explica que essas escolhas aumentam a resistência do corpo a infecções. “Alimentos ricos em zinco, selênio, ferro e nas vitaminas A, C, D, E e K desempenham um papel crucial na regulação do sistema imunológico. Esses nutrientes, por sua capacidade de combater o estresse oxidativo e apoiar as células do sistema imunológico, podem ser obtidos por meio de fontes alimentares e suplementos”, pontua Tahim.

Incluir uma variedade de frutas e verduras na alimentação diária é um investimento em saúde a longo prazo. A especialista reforça que, além de proporcionar energia e bem-estar, uma dieta balanceada previne carências nutricionais que podem comprometer a imunidade. “O ideal é basearmos nossa refeição em itens in natura, evitando os ultraprocessados que prejudicam a imunidade por favorecerem processos inflamatórios no organismo”, pontua a nutricionista.

Comidas ricas em vitaminas desempenham a proteção do organismo contra infecções. Além disso, ajuda a enriquecer as defesas naturais do corpo, contribuindo para uma vida mais saudável.

 

Fonte: Assessoria de imprensa – UNINASSAU (sistemas@comuniquese6.com.br) / Jamile Tahim, coordenadora do curso de Nutrição da UNINASSAU Maracanaú

Marina Xandó

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#Alimentação balanceada#alimentos ricos em proteínas e gorduras essenciais#fortalecimento da imunidade#saude#sistema imunológico

Comer de 3 em 3 horas: mitos e verdades!

Comer de 3 em 3 horas: mitos e verdades!

A ideia de que comer a cada três horas pode acelerar o metabolismo e promover a saúde é um conceito amplamente difundido, mas quão apoiado é pela ciência? A nutróloga Dra. Caroline Accorsi destaca os mitos e as verdades sobre a frequência das refeições, a digestão e a produção de colesterol, esclarecendo conceitos com base em estudos científicos recentes.

O mito de comer a cada três horas

 

 

A prática de comer pequenas refeições a cada três horas ganhou popularidade com a promessa de que ajudaria a manter o metabolismo acelerado, controlar a fome e promover a perda de peso. Contudo, estudos científicos, como os publicados no “International Journal of Obesity”, demonstram que a frequência das refeições tem pouco ou nenhum efeito no aumento do metabolismo. O que realmente importa para o metabolismo e a perda de peso é a quantidade total de calorias consumidas e a qualidade da dieta.

Digestão e fermentação: o que realmente acontece

Quando se trata de digestão, o corpo é capaz de manejar diversas frequências de refeição sem haver riscos de fermentação indesejada ou produção de substâncias prejudiciais, como o álcool em quantidades significativas. A fermentação que ocorre no cólon é um processo natural, resultando na produção de gases e ácidos graxos de cadeia curta (AGCCs), que são benéficos para a saúde do intestino e do corpo como um todo. Esta fermentação é mais influenciada pela composição da dieta, especialmente o teor de fibras, do que pela frequência das refeições.

Colesterol e metabolismo

O conceito de que a frequência das refeições pode influenciar diretamente a produção de colesterol é um equívoco. A síntese de colesterol pelo fígado é um processo complexo regulado por fatores genéticos e hormonais, e não está diretamente ligado ao tempo ou à frequência das refeições. Estudos no “Journal of Lipid Research” e outras publicações científicas suportam que o impacto das refeições no colesterol está mais atrelado à qualidade dos alimentos consumidos, como o teor de gorduras saturadas e trans, do que à frequência alimentar.

Conclusões para a saúde e nutrição

“O importante é que cada indivíduo encontre um padrão alimentar que seja sustentável e que atenda às suas necessidades energéticas, preferências pessoais e saúde metabólica. Médicos especializados podem oferecer orientações personalizadas baseadas em evidências científicas, ajudando cada pessoa a definir a melhor frequência de refeições para seu estilo de vida e condição de saúde.”. Conclui a Dra. Caroline Accorsi.

 

Fonte: Roneia Forte Assessoria (sistemas@comuniquese2.com.br) / Dra. Caroline Accorsi – CRM SP 212973 – Nutrologia e vida saudável sem radicalismo

Marina Xandó

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#Colesterol e metabolismo#Digestão e fermentação#nutrição#saude

Dor crônica é a nova epidemia!

Dor crônica é a nova epidemia!

Um estudo recente feito por pesquisadores ligados à Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (Sbed) revela: 45,59% da população brasileira sofre de algum tipo de dor crônica, e ainda de acordo com a SBED, quase a metade das pessoas que relataram dores crônicas, sofrem de alguma doença ligada a problemas reumáticos, ou mesmo dor nas articulações.

As dores crônicas ligadas à problemas reumáticos costumam se manifestar ou se intensificar mais em pessoas com mais de 50 anos de idade, mas há casos em que até mesmo adolescentes relatam algum tipo de dor crônica, como artrite reumatoide, artrose, lombalgia, dores musculares ou fibromialgia, entre outras.

EPIDEMIA MUNDIAL

A pesquisa da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor chega a afirmar que a dor crônica já é considerada uma epidemia mundial. Os resultados de outras pesquisas feitas pelo mundo confirmam a tendência de epidemia. De acordo com o periódico Journal of the Americam Medical Association, um estudo recente analisou os dados de meio milhão de pessoas nos Estados Unidos, que afirmaram sofrer de algum tipo de dor crônica. Com os resultados os médicos apontaram como as principais causas das dores, problemas como noites mal dormidas, alto nível de estresse, falta de atividade física e má alimentação, entre outras.

 

 

Também com base nos estudos, os autores sugerem 7 maneiras de prevenir e até mesmo eliminar as dores crônicas. São eles:

1 – Manter um peso saudável

O excesso de peso é um fator de risco para muitas causas de dor crônica, como artrite, dor lombar e dor muscular.

2 – Realizar atividades físicas regulares

Atividades físicas regulares ajudam a fortalecer os músculos e as articulações, o que pode ajudar a prevenir lesões e dor.

3 – Evitar atividades que causem estresse nas articulações

Atividades que causam estresse nas articulações, como levantar pesos pesados ou praticar esportes de impacto, podem aumentar o risco de lesões e dor.

4 – Manter a boa postura

Manter a boa postura ajuda a reduzir o estresse nas articulações.

5 – Gerenciar o estresse

O estresse pode aumentar a sensibilidade à dor.

6 – Ter uma dieta saudável

Uma dieta saudável ajuda a manter um peso saudável e fornece nutrientes essenciais para a saúde das articulações.

7 – Adotar um tratamento à base de produtos 100% naturais

Evite remédios, que além de terem efeitos de pouca duração, ainda causam dependência e geram uma série de efeitos colaterais.

Fotos: Freepik / João Almeida (sistemas@mailingimprensa.com.br)

Marina Xandó

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#cuidados#dicas#saude