Como escolher o vaso ideal para a sua planta?

Como escolher o vaso ideal para a sua planta?

Quando decidimos cultivar plantas em casa, além de todos os cuidados que são comuns a qualquer tipo de planta, como a rega, a necessidade de luminosidade e adubação, é importante também ficar atendo ao vaso. Muitas vezes a planta pode não se desenvolver, justamente por não estar no recipiente adequado para ela, por isso este é um “detalhe” muito importante.

O engenheiro agrônomo João Pedro Moura Leal, da Forth Jardim, que é uma empresa especializada nos cuidados com as plantas, explica como alguns detalhes podem servir de base para fazer a escolha certa. A espécie da planta, o porte dela, assim como a forma como ela se desenvolve, são alguns dos pontos que devemos considerar.

“É muito importante sempre correlacionar tamanho de planta, ou o porte que você quer mantê-la, com o tipo de vaso a se escolher. O espaço fornecido pelo vaso vai determinar a quanto ela poderá se desenvolver sem afetar o crescimento e desenvolvimento de raízes.”, afirma o profissional.

 

 

Veja alguns exemplos:

Cuias, vasos de paredes, floreiras, por serem encontrados geralmente em tamanhos pequenos, são mais indicados para cultivar plantas de pequeno porte ou que dê para manter pequenas, como:

·        Onze horas

·        Peperomia

·        Suculentas

·        Cactos

·        Sunpatiens

·        Hortaliças

·        Clorofito

Já os vasos no modelo “romano” e cilíndricos, que são opções que podem ser encontrados em tamanho médio a grande, são excelentes e com bastante espaço para plantas de porte médio ou que dê para manter no porte médio:

·        Begónias

·        Palmeira Raphis

·        Zamioculca

·        Frutíferas

·        Roseira

·        Areca bambu

·        Ciclanto

João Pedro explica que o tamanho do vaso também influencia na escolha do tipo de substrato que devemos utilizar.

“Vasos muito grandes precisam de um substrato bem drenantes para não ocorrer acúmulo de umidade no fundo do vaso e não causar apodrecimento de raízes. Já nos vasos pequenos e médios a rega é mais fácil de controlar, pois a umidade evapora mais rápido e neste caso a preocupação deve ser outra, para não deixar faltar água. Neste caso um substrato que retenha melhor a água pode ser mais eficiente”.

Sobre a Forth Jardim

A Forth Jardim é uma empresa especializada no cuidado com as plantas, focada principalmente no segmento de Home & Garden e oferece soluções para finalidades específicas.  

@forthjardim_oficial / https://forthjardim.com.br/ 

Fonte: Érica Brito – Pipah Comunicação (sistemas@comuniquese6.com.br) / engenheiro agrônomo João Pedro Moura Leal, da Forth Jardim

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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4 Passos para fazer adubação em vasos!

4 Passos para fazer adubação em vasos!

O cultivo de plantas em vasos é uma prática cada vez mais comum entre as pessoas, tanto para aquelas que dispõem de ambientes maiores quanto para quem mora em casas e apartamentos. Com a popularização dessa atividade, os praticantes da jardinagem caseira estão mais atentos aos cuidados necessários, que vão além de manter a rega em dia.

O engenheiro agrônomo da Forth Jardim, Ramon Francesco Brusarosco de Morais, explica a importância de incluir a adubação entre os principais cuidados com as plantas. “O adubo desempenha um papel vital, pois é ele que fornece às plantas os nutrientes necessários para um crescimento saudável e para a floração ou produção de frutos, dependendo da espécie.”

O profissional explica quatro passos simples para fazer a adubação em vasos sem erro:

 

 

1.     Escolha do Fertilizante

As necessidades nutricionais de cada planta podem variar, por isso, considerar as características da espécie a ser cultivada é essencial. Algumas plantas preferem solos mais ácidos, enquanto outras se desenvolvem melhor em solos alcalinos. O fertilizante pode ajudar a adequar as condições do solo para atender às exigências da planta.

Caso haja dúvidas sobre qual adubo utilizar, existem opções específicas para diferentes tipos de plantas, que fornecem exatamente os nutrientes necessários para cada espécie. Exemplos incluem Forth Flores, Forth Hortaliças, Forth Suculentas e Forth Orquídeas.

2.     Fase da Planta

Outro ponto a ser considerado é a fase que a planta se encontra, que também pode demandar uma necessidade nutricional específica. Para isso existem formulações balanceadas e adequadas para fases de crescimento, floração e frutificação.

Da mesma forma, quando se está produzindo uma muda, a utilização de um “enraizador” – que também é um tipo de adubo, ou a mistura de fertilizante ao substrato no plantio da semente, pode ajudar no desenvolvimento inicial da planta.

3.     Modo de Aplicação

Atualmente há diferentes formatos de adubo disponível como: granulados, farelados e líquidos. Adubos granulados e farelados, por exemplo, podem ser uma boa opção para vasos que necessitam de uma nutrição constante. Já no caso dos líquidos é especialmente indicado para quando há necessidade de uma absorção rápida de nutrientes, ou complementação dos nutrientes via foliar.

O estado físico dos adubos inclusive é o que define o seu modo de aplicação, pois no caso dos produtos em “estado sólido”, em sua maioria, o adubo deve ser espalhado uniformemente sobre a superfície do solo e, em seguida, regados até que o adubo se dilua e a água comece a sair pelos furos do vaso. Mas também existem alguns adubos farelados, que são específicos para diluição em água, como o “Peter’s”. O adubo também pode ser misturado com o substrato antes do plantio.

No caso da adubação líquida, há duas opções: uma solução em que o adubo é diluído na água ou o produto já é pronto para uso, e pode ser aplicado diretamente via foliar. No caso dos líquidos concentrados, a adubação é feita por fertirrigação (o vaso é regado com a solução), e no pronto uso, pode-se aplicar diretamente nas folhas das plantas, seguindo suas recomendações de uso.

4.     Quantidade de Produto x Tamanho do Vaso

O tamanho do vaso é um fator determinante para definir a quantidade de adubo a ser aplicada. Por exemplo:

Adubo farelado

Dosagem: 1 colher de chá = 8g

Plantas em Vasos: 3L (15x15cm) = ½ colher

8L (20x20cm) = 1 colher

100L (50x50cm) ou maior = 12 colheres

Adubo granulado

Dosagem: 1 colher de café = 4g

Plantas em Vasos: 20x20cm = 10g

30x30cm = 30g

50x50cm = 100g

Adubo líquido

Via Foliar: 5ml por litro de água

Via Solo/Fertirrigação: 10 ml por litro de água

*Estas dosagens consideram os adubos que precisam ser diluídos antes da aplicação. Já no caso dos produtos pronto uso, é só fazer a aplicação.

A frequência da adubação também pode variar, pode ser a cada 7 ou 15 dias em períodos em que a planta está mais ativa (primavera, verão) e menos frequente nas estações mais amenas (1 vez por mês durante o outono ou inverno).

O profissional reforça ainda que além de todas as dicas sugeridas é fundamental considerar sempre as indicações descritas na embalagem do produto utilizado.

 

Sobre a Forth Jardim

A Forth Jardim é uma empresa especializada no cuidado com as plantas, focada principalmente no segmento de Home & Garden e oferece soluções para finalidades específicas.

Fonte: Érica Brito – Pipah Comunicação (sistemas@comuniquese6.com.br) / engenheiro agrônomo da Forth Jardim, Ramon Francesco Brusarosco de Morais

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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6 erros comuns ao lavar roupas e como evitá-los!

6 erros comuns ao lavar roupas e como evitá-los!

Seja por conta da correria do dia a dia ou por pura inexperiência, é comum algumas pessoas cometerem erros na hora de lavar as roupas que podem comprometer não só a limpeza, mas também a durabilidade das peças.

O excesso de sabão e amaciante, por exemplo, pode deixar resíduos e danificar os tecidos, enquanto a mistura de cores e tecidos pode resultar em manchas indesejadas. Outro erro frequente é sobrecarregar a máquina, o que impede a lavagem adequada e pode até danificar o eletrodoméstico.

Por isso, Brilhante separou os 6 erros mais comuns na hora de lavar as roupas e como evitá-los, para suas roupas terem sempre aquele aspecto de novas. Afinal, o brilho vem de quem veste, mas o cuidado vem de Brilhante.

 

 

1. Não separar as roupas por tipo de tecido: Tecidos delicados como seda e linho podem ser danificados se lavados com tecidos mais resistentes como jeans ou algodão. Além disso, roupas de cores escuras ou vibrantes podem soltar tinta e manchar roupas de cores claras se lavadas juntas. Separe as roupas por tipo de tecido e cor antes de lavar.

2. Usar muita quantidade de sabão ou amaciante: O excesso de sabão pode criar uma espuma densa que dificulta o enxágue adequado, deixando as roupas com aspecto pegajoso e propensas a manchas. Além disso, o acúmulo de amaciante pode tornar as toalhas menos absorventes e criar um ambiente propício para o crescimento de bactérias devido aos resíduos deixados nas fibras. Use a quantidade recomendada na embalagem e siga as instruções de dosagem da sua máquina de lavar. Optar por um produto de alto rendimento, como Brilhante, oferece resultados excepcionais e excelente custo-benefício, sem a necessidade de dosagens excessivas.

3. Encher a máquina de lavar demais: Garantir um espaço livre na máquina é necessário para que a água e o sabão circulem livremente entre as peças, permitindo a remoção eficiente da sujeira. Uma máquina sobrecarregada impede essa circulação, resultando em roupas mal lavadas e com odor desagradável. Além disso, o atrito excessivo entre as peças pode causar desgaste prematuro e danificar os tecidos. Siga as instruções do fabricante da sua máquina e não a sobrecarregue.

4. Escolher a temperatura da água errada: Água quente pode ser eficaz para remover manchas e higienizar roupas de cama e banho, mas pode desbotar cores e encolher tecidos. Água fria é mais suave para tecidos delicados e ajuda a preservar as cores, mas pode não ser suficiente para remover manchas difíceis. Verifique as instruções de lavagem na etiqueta das roupas e escolha a temperatura correta.

5. Não ler as instruções de lavagem: As instruções de lavagem incluem símbolos que indicam se a peça pode ser lavada na máquina, à mão, se requer lavagem a seco, qual a temperatura máxima da água, entre outras informações. Ignorar essas instruções pode gerar danos irreversíveis às roupas. Sempre leia as instruções antes de lavar as roupas.

6. Deixar zíperes abertos: Os dentes de metal dos zíperes podem se prender em tecidos delicados, causando rasgos e desfiando peças. Além disso, o movimento da máquina pode fazer com que os zíperes se abram e batam nas paredes do tambor, danificando tanto o zíper quanto a máquina. Feche todos os zíperes antes de colocar as roupas no eletrodoméstico.

Com essas dicas simples de Brilhante, você pode evitar erros comuns na hora de lavar as roupas e garantir que elas fiquem sempre limpas, cheirosas e com aparência de novas.

Sobre Brilhante

Brilhante surgiu em 1986, lançando o primeiro detergente em barra no Brasil e hoje é uma das maiores marcas de sabão em pó do mercado nacional. O portfólio de lavanderia da marca é composto por quatro variantes: Limpeza Total, Higiene Total, Cuidado Total e Delicadeza Total.

Para conhecer o portfólio e ações de Brilhante, acesse: www.brilhante.com.br.

 

Fonte: Letícia Chaves (sistemas@comuniquese5.com.br)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Dicas de primeiros socorros para pets!

Dicas de primeiros socorros para pets!

Imprevistos envolvendo a saúde e segurança dos pets podem ocorrer a qualquer momento, e saber como agir é crucial para garantir o bem-estar deles. Intoxicações, queimaduras e quedas são os exemplos mais comuns que exigem ação imediata dos tutores. Assegurar que o animal receba atendimento profissional o mais breve possível, evitando o agravamento da situação, é essencial.

Independentemente da seriedade do incidente, a avaliação de um Médico-Veterinário é o primeiro passo a ser tomado. Mesmo que o animal pareça estar bem após um incidente, apenas um especialista pode avaliar adequadamente possíveis complicações. Sintomas como vômito, diarreia, dificuldades respiratórias e alterações comportamentais, como mudanças no modo de andar e portar a cabeça, podem sinalizar problemas mais sérios. Qualquer alteração no estado do pet deve ser considerada um alerta.

“É fundamental que o tutor, ao notar qualquer comportamento diferente ou suspeitar de um acidente, busque orientação veterinária imediata. Muitas vezes, a gravidade dos sintomas pode ser subestimada, o que pode levar ao agravamento do quadro. Em casos de intoxicação ou lesões em órgãos internos, por exemplo, a demora no atendimento pode ser fatal”, explica Eduardo Zaneli, Médico-Veterinário e Coordenador de Negócios do Pilar Profissional da Royal Canin Brasil.

A ROYAL CANIN® ressalta a importância da guarda responsável e reuniu algumas orientações para ajudar os tutores a agirem até a chegada ao Médico-Veterinário. Confira abaixo:

 

 

O que fazer imediatamente

Ao notar um comportamento incomum ou suspeitar que algo está errado, a primeira atitude deve ser contatar um Médico-Veterinário de confiança. O profissional pode oferecer orientações sobre as medidas imediatas a serem tomadas até que o animal seja levado à clínica. Em situações críticas, como intoxicações ou acidentes graves, a comunicação rápida com o especialista é vital, e tentar tratamentos caseiros pode ser arriscado.

Kit de primeiros socorros

Ter um kit de primeiros socorros em casa é uma prática recomendável para os tutores. Este kit deve incluir itens básicos, como gaze, compressas e soro fisiológico, que podem ajudar a estabilizar o animal em casos de ferimentos leves. Entretanto, é importante ressaltar que essas medidas são temporárias, e o acompanhamento profissional é fundamental.

Transporte seguro

Outro ponto a ser considerado é o transporte seguro do pet até a clínica veterinária. Utilizar caixas de transporte é especialmente importante para gatos, que podem se assustar durante a viagem. Para cães, garantir que estejam seguros dentro do veículo é essencial, evitando deixá-los soltos para prevenir acidentes, como quedas ou pulos inesperados. Manter o animal protegido durante o transporte ajuda a evitar complicações, como a intensificação de lesões.

Prevenção como prioridade

Prevenir acidentes é sempre a melhor estratégia, especialmente em ambientes domésticos. Muitos incidentes com pets ocorrem devido à ingestão de alimentos inadequados, produtos de limpeza ou objetos, conhecidos como corpos estranhos. É importante manter itens como linhas, fios, elásticos de cabelo e brinquedos que possam se partir fora do alcance dos animais e estar atento a sinais de intoxicação. Em caso de suspeita ou confirmação de ingestão, busque imediatamente orientação veterinária. A supervisão do ambiente também é indispensável para evitar ferimentos que podem ser causados por fios elétricos ou plantas tóxicas, especialmente no caso de filhotes, que são naturalmente mais curiosos. No caso dos felinos, a instalação de telas de proteção em todas as janelas deve ser uma prioridade antes de recebê-los em casa.

Erros comuns

Na tentativa de ajudar, tutores frequentemente recorrem a medicamentos humanos, o que pode ser extremamente prejudicial. Anti-inflamatórios e analgésicos, por exemplo, podem ser tóxicos para os pets, resultando em sérios danos à saúde. Além disso, não se deve subestimar os sinais de melhora momentânea; mesmo que o animal aparente estar recuperado, uma avaliação médica é primordial para descartar complicações internas, como hemorragias ou fraturas.

Ao agir com responsabilidade e buscar o auxílio profissional rapidamente, os tutores podem evitar que pequenos acidentes se transformem em problemas mais graves. Cuidar dos pets de maneira responsável é o melhor caminho para garantir sua saúde e bem-estar.

Para mais informações sobre a ROYAL CANIN®, visite o site.

Fonte: Mayara Aiach (sistemas@mailingimprensa.com.br) / ROYAL CANIN®

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Mitos fitness: o que você precisa saber antes de começar a treinar!

Mitos fitness: o que você precisa saber antes de começar a treinar!

Praticar exercícios é indispensável para quem busca saúde e qualidade de vida, mas iniciar uma rotina de treinos pode ser mais complexo do que parece. Além dos desafios físicos, muitas pessoas enfrentam um cenário de desinformação, com mitos que acabam confundindo e até desmotivando tanto iniciantes quanto veteranos.

“Esses mitos persistem há décadas e muitas vezes prejudicam o rendimento ou a segurança de quem quer começar a treinar. Entender o que é verdade e o que não passa de uma crença ultrapassada é o primeiro passo para aproveitar os benefícios do exercício”, explica Felipe Kutianski, professor de educação física especialista em fisiologia do exercício.

 

 

A seguir, Kutianski esclarece três dos mitos mais populares do universo fitness. Confira:

Quanto mais suor, maior a queima de gordura

Suar durante o treino é frequentemente associado a uma maior queima de gordura, mas a realidade é bem diferente. O suor é, na realidade, o mecanismo que o corpo utiliza para regular sua temperatura, não um indicador do gasto calórico.

“Você pode realizar um treino extremamente eficaz para emagrecer e não derramar uma gota de suor, especialmente se estiver em um ambiente mais fresco. Isso porque a sudorese está ligada à termorregulação e não ao metabolismo de gordura”, explica.

Agachamento faz mal para os joelhos

O agachamento é um dos exercícios mais eficientes e completos, mas também um dos mais temidos devido à crença de que pode causar danos nos joelhos. A verdade, no entanto, é que o movimento é extremamente benéfico quando realizado com a técnica correta.

“Os joelhos foram feitos para flexionar. Com a orientação adequada, o agachamento não só é seguro como fortalece músculos estabilizadores, protege as articulações e melhora o equilíbrio e a mobilidade”, afirma o especialista. “Para quem tem condições específicas, adaptações podem ser necessárias”, complementa.

Treinar em jejum aumenta a queima de gordura

Treinar em jejum é uma prática que ganhou popularidade nos últimos anos como uma forma de acelerar a queima de gordura. Embora seja verdade que o corpo utilize mais gordura como fonte de energia em treinos de jejum, isso não se traduz necessariamente em maior perda de gordura corporal ao longo do tempo.

“O que realmente conta para a perda de gordura é o déficit calórico diário e a consistência nos treinos. O jejum pode até ser uma estratégia válida para alguns, mas não é essencial e pode comprometer a performance se não for bem planejado”, alerta Felipe Kutianski.

Fonte: Fernanda Glinka (fernanda@pmaisg.com.br) / Felipe Kutianski, professor de educação física especialista em fisiologia do exercício.

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