Dicas de cuidados p/ bolsas!

Dicas de cuidados p/ bolsas!

Oii, tudo bem com vocês?? Hoje quero dividir algumas dicas que recebi do site Fora do Closet, dicas de cuidados e manutenção para as bolsas e também outros itens também, como sapatos. Já falei por aqui do Fora do Closet, mas quem ainda não conhece, quero dizer que o Fora do Closet é uma Boutique de luxo que faz a ponte para a venda de produtos de luxo entre cliente e fornecedor.  Tem mais de 10 anos de história e oferece produtos autênticos e em excelente estado. Bom, abaixo seguem dicas preciosas da Sandra Raffaelli, proprietária do site:

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos: Fora do Closet

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#bolsas#cuidados#dicas#limpeza#manutenção

Dica de sobremesa: mini cocada de forno!

Dica de sobremesa: mini cocada de forno!

Dica de receitinha para você recriar em casa e fazer pra sua família! Confiram e façam, pois é divina!

Mini cocada de forno

Chef Alves, do Beach Park

 

 

Ingredientes:

  • ⅓ xícara de Leite condensado
  • 2 colheres (sopa) de Coco seco Ralado
  • 1 colher (sopa) Creme de leite fresco
  • 1 Gema de ovo
  • ½ colher (chá) de Manteiga

Modo de pré preparo

Misturar manualmente com um fouet o leite condensado, o coco ralado, o creme de leite fresco e as gemas até obter uma mistura homogênea. Untar um refratário com a manteiga e colocar a mistura.

Levar ao forno por aproximadamente 20 minutos a 170 graus. Retirar do forno quando a mesma estiver dourada em cima. Para compor, use castanhas de caju trituradas (quantidade a gosto).

 

Fonte: Eloisa Alves dos Santos (eloisaalves@indexconectada.com.br)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#Beach Park#Chef Alves#cocada de forno#Mini cocada de forno#receita

Psicólogo é coisa de adulto?

Psicólogo é coisa de adulto?

Cerca de 30% da população brasileira faz psicoterapia atualmente e, dentro deste percentual, 60% dos pacientes deram início às sessões ao longo dos anos de 2020 e 2021, picos da pandemia de coronavírus no país. Mesmo com o aumento no número de brasileiros que buscam atendimento psicológico, uma pesquisa feita pela plataforma Vittude em 2019, indica que mais de 85% da população nacional já apresentava alguma espécie de transtorno mental antes da pandemia e, desde então, mais da metade dos integrantes desse contingente têm de lidar sozinhos com problemas psicológicos, agravados por meses sem interação social.

Neste cenário, as crianças estão entre os que tiveram suas rotinas mais afetadas. As escolas, por exemplo, retornaram ao modelo de aulas presenciais só no início de 2022. Como explicar que, depois de tanto tempo, eles podem voltar a sair? Que têm que tomar cuidado para não ficarem expostos a novas variantes da COVID-19? Que precisam socializar após tanto tempo isolados? Para tudo isso, o atendimento psicológico infantil é muito importante, e não exclusivamente pelo período atípico de retomada, mas até mesmo para que a criança seja acompanhada por um especialista e tenha um crescimento mentalmente saudável.

 

 

Quando procurar psicólogo para crianças?

Não é preciso detectar um problema grave para procurar acompanhamento psicológico. Sabemos que a constatação de alguma dificuldade emocional é o principal gatilho na busca do profissional. Porém, ter alguém para ajudar a lidar com as nossas emoções e desafios pessoais pode ser proveitoso em qualquer momento da vida. Contudo, é comum que os pais façam isso diante de determinados sinais, como:

comportamentos agressivos;
tristeza e apatia;
dificuldade de convivência;
problemas relacionados ao aprendizado escolar;
agitação e déficit de atenção;
fases complicadas (luto, mudanças, separações etc.)

Ficar atento à criança é fundamental para perceber qualquer indício em seu comportamento no dia a dia, procurando ajuda antes que os problemas se intensifiquem e sejam arrastados por anos. Muitas vezes, nada de grave acontece, mas cada pessoa reage de uma maneira diferente. Assim, oferecer apoio é o mais importante. A maneira mais fácil de perceber tudo isso é fazer parte da rotina com o olhar atento. Os momentos mais simples, como cozinhar com as crianças, colocá-las para dormir ou uma conversa no trajeto para a escola, são ótimos para identificar os sinais. Ou seja, é essencial demonstrar interesse em participar da vida delas para se abrirem ou pelo menos expor algumas reações.

 

Qual é a importância do acompanhamento psicológico para crianças?

O tratamento psicológico é importante em qualquer fase da vida, mas na infância esse acompanhamento pode ser ainda mais significativo pela dificuldade das crianças em entenderem suas emoções e lidar com elas. Por exemplo, quando um adulto passa por um luto pela morte de alguém, ele tem um pouco mais de consciência sobre todo o processo. Já a criança, muitas vezes não sabe o que está sentindo, por que está com aquele sentimento e o que fazer com ele. O psicólogo usa todo seu conhecimento e ferramentas para ajudar no desenvolvimento cognitivo e emocional. A capacidade de concentração, a expressão de alguns sentimentos, os relacionamentos sociais e a autoestima são exemplos de questões comuns tratadas na psicoterapia infantil.

 

Como escolher um bom psicólogo?

Essa é uma tarefa que requer atenção, já que ter um bom profissional faz toda a diferença. Então, temos algumas dicas para quem não sabe como fazer a melhor escolha:

procure referências com amigos e conhecidos;
confirme se o profissional é realmente formado em Psicologia e está habilitado para exercer a profissão;

pesquise sobre as linhas de trabalho do psicólogo;
marque uma consulta para conhecer melhor o profissional e leve a criança em outra ocasião para fazer o mesmo.

 

O mais importante é encontrar alguém com uma boa formação e que também reúna características comportamentais interessantes, como empatia, sensibilidade, carisma e paciência. Tudo isso ajuda a aproximar a relação entre o profissional e seu paciente, contribuindo para que os resultados do tratamento sejam os melhores possíveis.

 

Fonte: Blog do Cartão de TODOS

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#agitação e déficit de atenção#comportamentos agressivos#dificuldade de convivência#fases complicadas#psicólogo para crianças#tristeza e apatia

Seletividade alimentar: o que você não come?

Seletividade alimentar: o que você não come?

A cena é comum: durante uma situação ou conversa informal, descobrimos que um amigo, parente, ou filho de um conhecido não come determinado alimento. Cebola, salsinha ou coentro, ovos, azeitona, cogumelos, determinadas texturas… É o chamado “Transtorno alimentar seletivo”. Mas à medida que essa lista de alimentos não consumidos fica muito longa e a lista de alimentos aceitos fica muito restrita podem acontecer deficiências importantes de nutrientes no organismo da pessoa, além de problemas sociais e de relacionamento.

 

 

SELETIVIDADE COMEÇA NA INFÂNCIA

Segundo a nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, Patrícia de Moraes Pontilho, a recusa por determinados alimentos começa na infância. “Quem não se lembra de ver crianças fazendo bico para não comer brócolis, por exemplo? Ou ainda, em algum momento, a maioria de nós provavelmente teve esse comportamento”, diz.

Para a especialista, esses comportamentos podem estar relacionados à falta de conhecimento e experimentação da criança a determinadas texturas, cores e sabores. Para amenizar esse quadro, pais e responsáveis devem introduzir alimentos diferentes no cardápio, de forma gradual.

“Obrigar a criança a comer feijão, legumes ou qualquer outro alimento não é o ideal, e é justamente essa obrigação que pode desencadear o transtorno. Se uma criança não come abóbora e mandioca, mas gosta de purê de batata, pode ser oferecido purê de abóbora e mandioca, por exemplo. É uma forma de apresentar o alimento de uma forma e textura já conhecida, criando uma experiência nova e prazerosa”.

SELETIVIDADE NA IDADE ADULTA

É comum que a seletividade a certos alimentos acompanhe o indivíduo até a vida adulta. A diferença é que, na mesa de um restaurante, na companhia de pessoas com as quais não temos tanta intimidade, por exemplo, podemos tender a ter vergonha de dizer que não comemos tal alimento.

Mas é possível reverter o quadro. “Compor o prato com alimentos de sabores diferentes ou complementares podem ser uma boa saída para passar a consumir ingredientes diferentes de forma que passam despercebidos, criando novos hábitos e adaptando o paladar a novos gostos e texturas”, recomenda.

O QUE CARACTERIZA A SELETIVIDADE ALIMENTAR?

– Rejeição a determinadas texturas de alimentos: borrachudas (cogumelos, champignon, shimeji, balas gelatinosas) e gelatinosas (pudins, gelatina, geleias).

– Rejeição a alimentos que imitam determinados sons ao mastigar. Exemplo: pães e biscoitos, folhagens ou hortaliças.

– Rejeição a determinados sabores: amargo (rúcula, alcaparra), azedo e cítricos (limão, abacaxi); entre outras situações.

ALGUNS CASOS REQUEREM TRATAMENTO

Alguns indivíduos podem apresentar até ânsia de vômitos, diarreia e desconforto quando se deparam com certos tipos de alimentos. Nesses casos, cabe buscar tratamento para lidar com o problema, envolvendo profissionais como nutricionista, médico e psicólogo.

“Em alguns casos, o transtorno pode ter origem em traumas de infância de fundo psicológico, alterações sensoriais de origem biológica, ou ainda indicar problemas de saúde, como intolerância à lactose ou outros componentes alimentares, que inclusive são capazes de desencadear alergias e intoxicações”.

Por fim, a nutricionista lembra que uma dieta balanceada é uma grande aliada do bem-estar e longevidade. “Exceto os casos em que o indivíduo tenha uma restrição indicada por profissional e não possa consumir determinado alimento, a dieta de todos os indivíduos deve ser variada e equilibrada, para que o organismo possa se desenvolver e manter as suas funções de forma saudável”, conclui.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa | Ideal H+K Strategies / Atendimento PR: Vagner Lima (vagner.lima@idealhks.com) / nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, Patrícia de Moraes Pontilho

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#azeitona#Cebola#coentro#cogumelos#nutrição#nutricionista#ovos#salsinha#SELETIVIDADE ALIMENTAR#texturas de alimentos

Como evitar o agravo de alergias respiratórias e de pele no inverno!

Como evitar o agravo de alergias respiratórias e de pele no inverno!

O inverno é o tipo de estação “ame ou odeie”. A queda das temperaturas é o amor de uns, mas o terror de outros, principalmente pelo aumento dos sintomas daqueles que lidam com alergias respiratórias e de pele.

“As alergias respiratórias (como rinossinusites e asma) pioram nesse período porque é um momento de baixa umidade do ar, de alterações bruscas de temperatura e do aumento da poluição atmosférica”, explica a Dra. Brianna Nicolette, alergista e imunologista pela USP.

Essas condições climáticas, por si só, são mais irritantes para a pele e a mucosa de qualquer pessoa. No entanto, para os alérgicos esse efeito irritativo costuma ser pior, já que aumenta a exposição às proteínas alergênicas.

Some-se a isso a vestimenta: no inverno, as pessoas costumam usar roupas de lã e cobertores – ou seja, tecidos que acumulam ácaros -, e que, muitas vezes, estavam a vários meses no armário. Também é habitual nessa época do ano ficarmos em ambientes fechados e com pouca ventilação, o que favorece o desencadeamento de doenças respiratórias e alérgicas.

 

 

“As alergias de pele, como a dermatite atópica e a urticária, também têm impacto nos dias mais frios”, explica a Dra. Brianna. “Nesse caso, os fatores mais prejudiciais nessa época do ano são a baixa umidade relativa do ar e o aumento na temperatura dos banhos, fatores que ressecam ainda mais a pele dos pacientes.”

Pacientes que já convivem com alergias de pele apresentam uma deficiência na barreira cutânea, que tem como função manter a água do organismo – isso significa que essas pessoas perdem mais água do que o normal.

“Por isso, o banho quente, para essas pessoas, é altamente prejudicial, pois a água em altas temperaturas remove o óleo natural da pele, deixando-a mais ressecada e sem proteção”, explica.

Dicas para evitar o agravamento de alergias!

Com tudo isso em mente, o que fazer para evitar a piora das alergias? A Dra. Brianna elencou algumas dicas essenciais e que podem fazer toda diferença nessa época do ano:

– Sempre que possível, abra janelas e portas para arejar o ambiente
– Lave as roupas de inverno antes de usá-las
– Não esqueça de tomar água para manter a hidratação do corpo (e da pele!)
– Evite banhos muito quentes e muito longos
– Use cremes hidratantes adequados para fortalecer a proteção cutânea
– Evite que pets entrem nos quartos e durmam nas camas das pessoas alérgicas (já que o acúmulo de pelos pode aumentar alergias)
– Sempre que possível, tome um pouco de sol para estimular a produção de vitamina D

 

Fonte: Michelly Update Comunicação (michelly@updatecomunicacao.com.br)

Imagem: https://www.saudeemdia.com.br/alergias/dia-mundial-da-alergia-saiba-quais-sao-alergias-respiratorias-mais-comuns-no-inverno/

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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