Dicas para viajar com os animais nas férias!

Dicas para viajar com os animais nas férias!

Para as pessoas que possuem animais de estimação, as férias representam um momento de indecisão. Posso levá-lo? Ele ficará bem sem a minha companhia, em casa? Ou talvez fosse melhor deixá-lo em um hotel para animais, ou com um cuidador profissional? Tanto para quem pretende mantê-los em casa durante este período, quanto para aqueles que desejam levá-los, um veterinário especialista em comportamento animal pode ajudá-lo nessa hora.

 

 

Segundo a editora da Revista Ecotour News e defensora dos animais, Vininha F. Carvalho, uma opção é ter alguém que possa ficar em sua casa, de confiança e, que possa tratá-lo com carinho e dedicação. A rotina é mantida e o animal permanecerá no local em que se sente mais seguro. Contudo, nem sempre isto é viável. Um animal sociável pode ter nos hotéis para pets uma alternativa interessante, pois oferece a vantagem de poder interagir com outros animais.

Atualmente, no Brasil e no exterior, a maioria dos hotéis permite a presença de animais, isto facilita na definição do roteiro.

Pela liberdade e praticidade, o carro costuma ser o meio de transporte mais recomendado para levar os animais nas viagens. É importante ele esteja acostumado a andar de carro. Caso contrário, é necessário prepará-lo para a viagem semanas antes. Voltas curtas ajudam o animal a se sentir mais familiarizado com a experiência.

Em trajetos muito longos é importante parar para descanso, oferecer água e dar uma volta com o animal. Mas é preciso tomar cuidado com a quantidade de água oferecida, pois o excesso pode causar indisposição.

“O horário deve ser definido de acordo o clima, que precisa ser ameno e com pouco trânsito para evitar que ocorra o estresse. As paradas devem ser obrigatórias para que possam atender as necessidades fisiológicas. Jamais o deixe sozinho dentro do carro, principalmente em dias quentes, isto pode ser fatal”, orienta Vininha F. Carvalho

A temperatura dentro do carro precisa ser agradável, de forma que o animal não receba luz direta do sol e conte com boa ventilação. Ar condicionado é bem-vindo, desde que esteja numa temperatura ambiente.

Os animais não podem viajar soltos dentro do carro e, sim, acomodados numa caixa de transporte apropriada, grande o bastante para que o animal possa permanecer de pé, e que consiga dar uma volta em torno de si mesmo.

“Para o transporte aéreo, existem diversas restrições de acordo com cada companhia. Não é recomendado transportar, por exemplo, fêmeas prenhes, animais idosos e/ou portadores de doenças cardiorrespiratórias ou neurológicas”, finaliza Vininha F. Carvalho.

 

Fonte: Del Valle Editoria (sistemas@comuniquese4.com.br) / Vininha F. Carvalho (editora da Revista Ecotour News e defensora dos animais)

Imagem: https://www.petlove.com.br/dicas/para-viajar-com-seu-pet-nas-ferias

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Aprenda a cuidar das roupas pesadas de inverno!

Aprenda a cuidar das roupas pesadas de inverno!

Com as temperaturas caindo, é hora de abrir o armário e reencontrar os casacos, mantas, malhas e roupas de frio que ficaram guardados nos últimos meses. Mas antes de sair usando, vale um cuidado especial: as peças de inverno costumam absorver o cheiro do armário, podem acumular poeira ou até ficar com aquele desagradável cheiro de guardado. Antes do primeiro uso, o ideal é fazer uma boa lavagem para renovar os tecidos e deixá-los prontos para a estação.

Por serem mais volumosas e compostas por tecidos como lã, tricô ou moletom, essas roupas precisam de atenção tanto na lavagem quanto na secagem para que durem mais e continuem confortáveis. Pensando nisso, Brilhante separou algumas dicas simples para cuidar das suas roupas para a chegada do inverno:

 

 

Faça uma triagem do que lavar

Nem tudo precisa ir direto para a máquina. Algumas peças podem ser apenas arejadas, enquanto outras exigem lavagem completa. Casacos mais estruturados, por exemplo, podem ser limpos com uma escova de cerdas macias ou pano úmido.

Escolha o ciclo certo da lavadora

Evite o modo rápido. O ideal é usar o ciclo de roupas delicadas ou pesadas, dependendo do tipo de tecido. Lave peças similares juntas e nunca sobrecarregue a máquina.

Use sabão líquido

Sabões líquidos dissolvem com mais facilidade e evitam resíduos nos tecidos, o que é essencial em peças mais grossas. O Sabão Líquido Brilhante é uma boa escolha, pois limpa profundamente sem agredir as fibras. Ele também ajuda a tirar o cheiro de guardado e a preservar o toque macio das roupas.

Vá com calma no amaciante

O uso excessivo pode deixar resíduos ou até impermeabilizar algumas fibras. Use em pequena quantidade e sempre bem diluído.

Atenção à secagem

Evite secadoras para peças de lã ou tricô. O calor pode encolher ou deformar. O melhor é secar à sombra. Já os casacos mais pesados podem ser pendurados em cabides largos, que ajudam a manter o formato original.

Com esses cuidados, suas roupas de inverno ficam prontas para uso com conforto e durabilidade. E com a escolha certa de produtos na lavagem, como um sabão líquido eficiente e delicado, a estação fria pode ser muito mais aconchegante.

 

Fonte: Letícia Chaves (sistemas@pr.comuniquese1.com.br) / Brilhante, acesse: www.brilhante.com.br

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Leitura infantil: dicas p/ estimular esse hábito desde cedo!

Leitura infantil: dicas p/ estimular esse hábito desde cedo!

Mais do que um passatempo, a leitura infantil é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. Desde os primeiros anos de vida, o contato com os livros estimula a imaginação, a criatividade, amplia o vocabulário e fortalece vínculos familiares. “Incentivar a leitura desde a primeira infância contribui para a formação de um leitor competente, aquele que consegue não apenas decodificar palavras, mas interpreta, analisa e relaciona as informações de um texto de forma crítica e reflexiva”, diz Laís Martins, coordenadora dos Anos Iniciais do ensino fundamental do Fibonacci Sistema de Ensino.

No entanto, em tempos de telas e distrações digitais, muitos pais se perguntam como tornar esse momento mais prazeroso e significativo para os pequenos. Pensando nisso, a coordenadora reuniu cinco dicas essenciais para transformar o hábito da leitura em uma experiência envolvente e inesquecível para as crianças. Confira:

 

 

1 – Estabeleça um ritual de leitura

Criar uma rotina de leitura diária ajuda a criança a se familiarizar com os livros e a enxergá-los como parte natural do dia a dia. Escolher um horário fixo, como antes de dormir ou após o jantar, pode tornar a leitura uma tradição familiar, fortalecendo laços e criando memórias afetivas. Garantir um ambiente tranquilo, com boa iluminação e sem distrações contribui para que este hábito se torne relaxante e prazeroso.

2 – Deixe a criança escolher os livros

Permitir que os pequenos escolham os títulos que desejam ler ou os deixar participar da mediação para a escolha, aumenta o engajamento e o interesse pela leitura. Contos clássicos como “Os três porquinhos”, “Chapeuzinho vermelho”, “João Maria de Rosinha”, “O pequeno príncipe “e “O menino maluquinho”, livros interativos, livros com ilustrações vibrantes, texturas e histórias divertidas são ótimas opções para cativar a atenção das crianças, segundo a especialista.

3 – Dê vida à leitura

Use diferentes entonações, faça vozes para os personagens e interaja com a criança durante a leitura. Peça para ela prever o que acontecerá na história, descrever ilustrações, dramatizar momentos marcantes. Isso torna a experiência mais lúdica e estimula o hábito de ler.

4 – Explore diferentes formatos de leitura

Além dos livros físicos, explore meios para estimular a leitura. O equilíbrio entre o digital e o impresso pode ajudar a manter o interesse das crianças e diversificar os formatos de leitura. Histórias em áudio, aplicativos interativos e livros digitais complementam a experiência e tornam a leitura ainda mais atrativa para as crianças, porém “é importante estabelecer regras e limites para o uso da tecnologia, de forma a garantir seu papel como complemento, não um substituto, da leitura tradicional”, sinaliza a coordenadora.

5 – Conecte a leitura ao mundo real

Estimule conversas sobre as histórias, relacione-as com experiências do cotidiano, crie atividades inspiradas nos livros e visite bibliotecas e livrarias. “Além disso, quando os pais demonstram entusiasmo pelos livros, eles incentivam naturalmente o gosto pela leitura para as crianças, que aprendem principalmente por meio da observação e do exemplo”, aponta Laís.

A leitura infantil vai além da alfabetização: ela abre portas para a imaginação, fortalece vínculos familiares. Ao incentivar esse hábito desde cedo, os pais não apenas estimulam o desenvolvimento das crianças, mas também criam momentos inesquecíveis, tornando os livros companheiros para a vida toda.

O contato frequente com os livros também expande o repertório cultural e permite que os pequenos conheçam diferentes realidades, aprendam sobre o mundo e desenvolvam sua própria identidade. Além disso, investir na leitura desde a infância é uma forma de preparar as crianças para o futuro, as ajudando a desenvolver habilidades essenciais, como interpretação de texto, pensamento crítico e empatia, “Cultivar o letramento é mais do que ensinar a ler é formar cidadãos críticos e participativos”, conclui Laís.

 

Fonte: Gabriela Canaveira Monteiro (gabriela.monteiro@miracomunica.com.br) / Laís Martins, coordenadora dos Anos Iniciais do ensino fundamental do Fibonacci Sistema de Ensino.

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Visto para os EUA? 5 dicas para viver legalmente no país!

Visto para os EUA? 5 dicas para viver legalmente no país!

O endurecimento do combate à migração ilegal implementado pelo governo de Donald Trump tende a gerar insegurança nos brasileiros que sonham em morar em território americano. A boa notícia é que, com planejamento prévio e assistência profissional, ainda é altamente viável a conquista do visto para se viver legalmente nos Estados Unidos. Um levantamento feito pela assessoria imigratória D4U Immigration, líder de mercado e com 10 anos de experiência no assessoramento de brasileiros que se mudam para o exterior, revela quais são os principais passos que devem ser seguidos para quem deseja iniciar uma vida fora do Brasil.

Segundo o CEO e fundador da D4U, Wagner Pontes, a organização prévia é a chave do sucesso para o projeto de migração internacional. “A nossa experiência mostra que, normalmente, as pessoas se programam durante um ano antes de deixarem seu país. São muitas questões que envolvem esse tipo de decisão, desde a adaptação cultural até como será sua nova fonte de recurso, se é um emprego, se é uma bolsa de estudo, se é uma renda do aluguel de uma casa no país onde morava”, explica o executivo.

Veja cinco dicas para quem vai iniciar a jornada de morar em solo americano:

 

 

Tenha um objetivo: trabalho, investimento, estudo ou simplesmente morar nos EUA. Independentemente de qual seja o motivo para sair do Brasil, é preciso que isso esteja muito bem definido, porque a aplicação do visto vai levar em consideração as razões apresentadas e quais documentações são necessárias;

Aprenda o idioma: você não precisa ser fluente no inglês, mas entender o básico para interações cotidianas – em restaurantes, supermercados, lojas – é fundamental não apenas para a adaptação, como também para transmitir segurança ao passar na imigração. E esta dica é importante, porque o visto concedido no passaporte no Brasil não é garantia de que sua entrada será permitida. É preciso passar por um oficial americano, que te fará algumas perguntas, após desembarcar nos EUA;

Organize a documentação: se o seu desejo é fazer as malas e partir para fora do país, organize uma pasta com tudo que você vai precisar. E nunca deixe esta etapa para a última hora. O item número um é o passaporte, que deve estar dentro da data de validade. Não se esqueça das traduções juramentadas e do pagamento das taxas do que é exigido pelo governo americano. Além do original, vale ter uma cópia de cada comprovante guardado;

Sozinho ou acompanhado: faz muita diferença no planejamento se você for imigrar com a família. Se a ideia é levar filhos menores, fique atento, porque para estudar em escolas públicas americanas é necessário ter Green Card ou cidadania americana. Além disso, a escolha da escola está diretamente ligada ao bairro em que você for morar. Cada área tem suas zonas escolares, o que significa que a unidade de ensino onde seu filho irá estudar é determinada pela localização de sua residência. E muito cuidado: qualquer tentativa de matrícula com outro visto é considerado fraude, que pode resultar em prisão e deportação;

Tenha uma reserva em dinheiro mesmo que você tenha conseguido o visto porque arrumou um emprego nos EUA, não deixe de se preparar financeiramente. Os primeiros meses em outro país são, normalmente, desafiadores e com muitos gastos. Então, é importante ter um dinheiro guardado para este momento de adaptação e possíveis imprevistos. Lembrando também que ter uma reserva traz mais tranquilidade quando as contas extras surgirem, mesmo que seja para comprar um medicamento de última hora.

Wagner Pontes lembra que, apesar das imposições do governo americano estarem mais endurecidas, quem consegue fazer um checklist completo dos requisitos tem obtido mais sucesso ao solicitar o visto. “Independentemente do cenário atual, o que já observamos é que deixar para última hora para reunir tudo que precisa é uma decisão equivocada e que provoca muita frustração. Os EUA continuam recebendo imigrantes, inclusive brasileiros. Ou seja, as portas dos EUA continuam abertas, basta seguir o caminho certo para chegar lá”, acrescentou ele.

Entrevistas e informações:

Brantta Comunicação: (21) 97935-0628

 

Fonte: D4U Immigration (sistemas@mailingimprensa.com.br)

Marina Xandó

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Dicas: os melhores peixes para Semana Santa!

Dicas: os melhores peixes para Semana Santa!

Com a chegada da Semana Santa, muitas pessoas optam por comer peixe durante o período. No entanto, é comum não saberem os tipos ideais do alimento, como prepará-lo e quais podem ter o melhor custo-benefício.

A nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da UNINASSAU Boa Viagem, Jussara Pessôa, garante que o peixe é excelente para encaixar na rotina independente da época, mas é preciso ficar atento aos cuidados. É importante saber quais são os mais gordurosos, os mais saudáveis e a melhor maneira de fazê-los, pois podem ter um grande aumento em suas calorias a depender da forma do preparo.

 

 

“Os peixes são ricos em cálcio, vitamina A e ácidos graxos ômega 3, que ajudam a prevenir problemas oculares, como cataratas e degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Esse alimento também contribui na redução de riscos de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC). Além disso, fortalece a imunidade e protege as células contra danos e infecções devido à presença de selênio”, explica a nutricionista.

A especialista indica que um dos principais cuidados é verificar se o peixe está com cheiro fresco e firme, além dos olhos estarem brilhantes e as guelras vermelhas. Também é importante observar a data de validade e descongelar apenas dentro da geladeira.

“Atente-se sempre em lavar bem as mãos e os utensílios para manusear o peixe, buscando evitar a contaminação cruzada. Limpe bem a pia, tábua de corte e não esqueça de retirar as espinhas. Os temperos utilizados podem ser sal, pimenta, ervas, limão, que ajuda a amenizar o cheiro, entre outros da sua preferência”, acrescenta.

Por fim, a profissional aponta os pescados com maior custo-benefício. “A tilápia serve como uma opção ideal para quem busca sabor, versatilidade e economia. Além dele, a sardinha e a pescada têm ômega-3 e estão entre os peixes mais nutritivos”, conclui Jussara Pessôa.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação – UNINASSAU (sistemas@pr.comuniquese1.com.br) / nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da UNINASSAU Boa Viagem, Jussara Pessôa

Foto: Freepik

Marina Xandó

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