Terminando a adaptação da MV na escola

Hoje faz 2 meses aproximadamente que a MV está frequentando a STEPS, escolinha que mencionei aqui no blog. A fase da adaptação acabou há mais de 20 dias. Mas imaginem qual é a única mãe da sala que leva o filho na escola e ainda fica 20, 30 minutos na salinha antes de ir embora? EU! Pois é… vou confessar aqui que eu não imaginava que isso iria acontecer. Não que seja algo importante, sério ou relevante, mas é que a MV é super extrovertida, faz amizade facilmente e por isso, achei que ela iria se adaptar super rápido! Olha como a gente se engana às vezes(ou muitas vezes), né?  A sala da MV tem 4 meninos e 1 menina, sendo que, todas as mães (com exceção das que nã0 conseguiram folga no trabalho) foram neste primeiro mês da adaptação. Algumas mães optaram em deixar os filhos com as babás na escola após um período (o que percebi que fez estas crianças se “desligaram” por aquele período de 3 horinhas mais facilmente do que quando estavam com suas mães), outras, por conhecerem seus filhos, optaram por deixá-los chorar por alguns dias (o máximo de duração que vi foram 4 dias, mas com choros esporádicos) e posso afirmar que hoje eles até dão tchau para as mães sem olhar para trás, e, um caso exclusivo (o da MV), que durou e está durando um poquinho mais:
A MV é superrr sensível, percebe tudo à sua volta, além de ser uma criança bemmm alegre, animada e interessada. Meu feeling de mãe me dizia para deixá-la ter seu tempo de adaptação, sem pressões ou substituições (levar a babá  por exemplo), já que eu tinha essa disponibilidade. Minha experiência com criança é muito pequena, minha filha nem completou dois anos, mas meu coração me pedia para ser assim. Não posso me esquecer que por 2 períodos destes 2 meses, a MV ficou alguns dias sem frequentar a escola pois fomos para Araçatuba, o que obviamente atrapalhou um pouco sua adaptação. Os primeiros dias que eu saia da  sala de aula (após 1 hora na maioria das vezes) ela chorava por 15 minutos. Não era um choro “ardido”, mas sim,  “sentido” e eu tinha que me segurar para não entrar na sala e abraçá-la. Eu ficava na secretaria da escola, para ver se ela parava de chorar e sempre, após 10 minutos, ela ficava super bem, nem parecia que tinha chorado. Hoje, chego na salinha, fico com ela 20 minutos e digo: “Filha a mamãe vai embora mas na hora do tchau tchau ela volta para te buscar”. Quando começo a frase ela já faz carinha de choro e gruda em mim… Meu coração fica apertado, mas fico firme e saio da sala. Nessa hora ela chora, sim… ainda chora. Mas dura 5 minutinhos e depois ela já fica ótima. Como sei? Fico atrás da porta espiando… ai ai..  Quando chego para buscá-la, ao me ver, ela corre e me dá um abraço forte, bem forte!!! Um dos melhores momentos do meu dia!
O que me deixa mais tranquila é que, nessa primeira semana que não fiquei na secretaria e fui embora, os profissionais da  STEPS me ligavam para dizer como ela estava, o que tinha comido, o que estava fazendo…. super carinhosos!!!! Tenho certeza que perceberam que eu também estava sofrendo um poquinho! Agora, vou embora feliz, confiante que miha filha está bem e em um dos melhores lugares que poderia estar: em uma escola legal, com conceitos bacanas, com crianças da idade dela, com acompanhamento de profissionais especializados em educação infantil e descobrindo coisas novas a cada instante!
BALANÇO FINAL: Percebi que cada criança tem seu tempo, sua necessidade e responde melhor de uma forma. Os pais são as melhores pessoas para decidir o que fazer em cada situação, pois convivem com a criança diariamente e percebem seus medos, anseios, alegrias, personalidade melhor do que ninguém. Também acho muitooo importante o aconselhamento da escola, através de seus pedadogos, psicólogos, que normalmente possuem experiência em muitos casos. Posso afirmar que minha experiência quanto aos aconselhamentos dos profissionais da STEPS  está sendo maravilhosa, inclusive aceitaram a minha opinião de fazer uma adaptação mais lenta prontamente, após ouvirem meus argumentos!
Ufa, que post grande mas é que sei que essa é uma questão bem polêmica entre as mães e gera muitas dúvidas e incertezas! O importante é não criticar, não julgar e muito menos, não acreditar em um modelo único, cada caso é um caso e a paciência deve sempre prevalecer!

Para vocês terem um pouquinho de ideia da STEPS, escolinha que escolhi para a MV frequentar,copiei essa foto do google. Esses são alguns dos ambientes da escola, mas o que a MV mais gosta é da área externa, que tema areia, carros, bicicletas, vários bichos de verdade, jardim e muito mais.
Um dos brinquedos diferentes da escola!
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#petit

NOVIDADES

Além dos itens básicos para o enxoval dos bebês, vemos  diariamente no mercado, novidades surpreendentes, algumas bastante utéis e que facilitam o dia-a-dia dos pais de primeira viagem, outros nem tanto. Selecionei alguns produtos que, para algumas mães e mamães to be, podem não ser tãooo novidade assim, mas para outras são, confiram:
PUJ TUB – BANHEIRA ADAPTÁVEL PARA PIAS:
Esse modelo de banheira, feito com material flexível, surgiu como alternativa para pequenos espaços e mamães que buscam praticidade pois não dão trabalho para encher e manter o bebê seguro durante todo o banho. Pode ser usada por recém nascidos e bebês até 6 meses. O melhor preço que encontrei foi por R$ 99,99.
BOUNCER
São cadeirinhas portáteis, que acomodam o bebê e realizam sozinho o movimento de “ninar”, sendo que algumas prometem até acalmar o bebê reproduzindo som do útero. Certos modelos ainda permitem que se conecte um iPod ou outro MP3. As mães americanas vêm elogiando bastante essa cadeirinha pois a maioria dos bebês gostam de ficar ali relaxando, ouvindo músicas enquanto as mães fazem seus afazeres domésticos

BOPPY PILOW:
Essa almofada-travesseiro que parece ser super confortável promete deixar o bebê em uma posição favorável seja para assitir um desenho com a mamãe, relaxar, sentar, brincar ou até mesmo se alimentar. O travesseiro não só levanta os bebês para uma posição mais ergonômica como também auxilia em sua evolução. Mas lembre-se:  o bebê jamais deve dormir no travesseiro, nem tampouco deitar de bruços!
HARDNESS BUDDY:
Viagens, passeios demorados, lugares cheio de gente, podem representar perigo em “perder” seu filho de vista. Para as mamães que pensam assim, existem esses prendedores em forma de bichinhos que deixam os pais, os avôs mais seguros. Algumas crianças adoram, tem até dos personagens da Disney.
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#dicas úteis#petit

Inauguração da Monnalisa em São Paulo

A primeira vez que vi as peças da marca Monnalisa foi em Londres, lembram? Algumas leitoras mega antenadas me avisaram que iria abrir aqui em São Paulo e essa semana fui convidada para conferir a inauguração. A marca italiana, que é super conhecida no mundo todo, tem um conceito bem bacana:  meninas fofas, românticas, que se vestem com roupinhas de criança, sem modices. Fiquei apaixonada pela loja, que mais parece uma casinha de bonecas, já que a marca veste somente meninas. Cada roupa mais linda que a outra, sem contar o espaço fofo que tem para as princesas ficarem brincando enquanto as mamães se enlouquecem nas araras. Sabe o que mais gostei? Dos preços, que estão bemmm melhores dos que eu tinha visto em Londres (nosso bolso agradece né?). Vale super a pena a visita, além das roupinhas serem uma ótima dica de presente (viu dinda Mah?? rs)

A loja: ameiii os móveis retrôs, o piso, o tecido das paredes e os tons escolhidos. O espaço é tão gostoso que não dá vontade de ir embora.

A vitrine, que está linda
Geral das araras
Espaço para as princesas se divertirem

Guloseimas servidas na inauguração: imaginem se eu não comi várrios docinhos

 Detalhes da decor, que está lindíssima

Fiz a seleção das 3 peças que mais amei: casaco vermelho para o inverno com aplicação de flores;  vestido branco tradicional mas super fofo e vestidinho de laço com poá!!
Arara para as “mocinhas”

Vestidinho mais comentado da inaguração

Adorei esse look! Sorry, a imagem não está muito boa pois é do Instagran (@blogaskmi)

Para quem quiser conferir de perto, a loja fica na Rua Dr. Melo Alves, n. 436, quase esquina com a Oscar Freire! Contato: 11 3459 9420
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#looks#petit

Primeiras semanas de adaptação da MV na STEPS

O post esperado sobre a adaptação da MV na escolinha demorou mas chegou… Preferi esperar completar 2 semanas de “aulinha” para que me feed back seja melhor para vocês. Antes de contar como foi e como está indo, preciso explicar o porque tomei essa decisão já que ela nem tem 2 anos. Como vocês sabem , só tenho a MV. Como moramos em apartamento, os lugares para ela brincar e se divertir são restritos. Eu sou do interior, passei minha infância brincando na rua com as vizinhas literalmente (época muito feliz). Ficava apreensiva quando via a MV brincando comigo, com meu marido ou a babá somente durante a semana. Foi quando uma amiga me recomendou a STEPS baby lounge. Quando a MV completou 1 ano e 3 meses, fui até a STEPS conhecer a estrutura, as aulinhas, a metodologis, etc… Em 1 mês, fizemos 3 aulas experimentais (dança, música e pintura). Eram aulas que duravam cerca de 1 hora e eram feitas com as mães. Fiquei apaixonada e a MV adorou, fez amizades, começou a ter que dividir brinquedos (o que eu mais ameii) e ter contato quase que diário com várias crianças. Fizemos mais algumas aulas até o recesso do Natal.
Agora em março, voltei a escola e fui apresentada ao projeto sementinha pela Gláucia, proprietária do lugar, onde as crianças ficam de segunda a quinta-feira, no período da manhã ou da tarde por algumas horas.Antes mesmo de conferir in loco o que era, confesso que pensei: aiiii, nem adianta me mostrar pois não quero colocar minha filha em uma escola, com aulas diárias, antes de ela completar 2 anos. Puro engano! A Gláucia começou a me apresentar o conceito do sementinhas, que na verdade é uma preparação para a criança entrar na escola de verdade, pois a Steps é mais um local onde as crianças são estimuladas por profissionais de diversas áreas, com proposta pedagógica diferenciada. Nem preciso dizer que fiquei apaixonada ao ver as crianças brincando na mini horta, com bichinhos, no tanque de areia, com milhões de brinquedos educativos, bolas, etc… E o melhor de tudo, crianças se conhecendo, trocando olhares, tentando formar palavras e tendo que conviver com o NOVO!!
Na mesma hora disse para a Gláucia que gostaria que a MV começasse no dia seguinte! E assim foi…. A primeira semana foi bemmm tranquila, a MV estava segura de si, nem olhava para mim (ficava sentadinha em um canto só a observando). As professoras já tinham me avisado que poderia acontecer de, após alguns dias, ela estranhar um pouco, ficar mais dengosa, enfim, aquilo já não seria tão novidade. E isso aconteceu. Completamos 2 semanas de adaptação, sendo que, esta segunda semana, fiquei do lado dela o tempo inteirinho, inclusive algumas vezes de mãos dadas. Até liguei para a pediatra dizendo que ela estava mais dengosa, acordou alguns dias no meio da noite, quer vir toda a hora no meu colo. Para minha surpresa ele disse que essa, é uma das reclamações mais comuns que ela recebe no consultório quando as crianças estão nessa fase de adaptação e que é perfeitamente normal. Ufaaaaa….
Balanço geral dessas 2 semanas de adaptação: Apesar da MV estar mais ” dengosa ” esses últimos dias, tenho certeza que está sendo muito bom para ela, já fez amiguinhos, divide tranquilamente os brinquedos, se alimenta super bem na escolinha com alimentos orgânicos e diferenciados. Enfim, até agora estou adorando e acho que mudei bastante minha mentalidade de que escola deve ser apenas a partir de 2, 3 anos pois o contato com outras crianças, experimentar lugares e situações diferentes são essencias para crianças de qualquer idade.
Essa semana tem mais!! Olha alguns cliques que tirei para vocês terem uma ideia dessa adaptação:

A hortinha

DICA: Quem quiser levar o filho para conhecer a proposta da STEPS é só agendar uma visita com a Cláudia. O telefone é: (11) 3846 8795

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

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#petit

Numeração de roupa infantil

Desde que a MV nasceu anoto em uma agenda todas as festinhas que ela é convidada, para que em seu aniversário, eu possa retribuir o convite. Acho tão gostoso quando chega um convitinho em casa e logo vou avisando para ela: filha, tal dia temos uma festinha e vamos nos divertir muito! Na verdade acho que eu curto até mais que ela, de tanto que amooo aniversário de criança… Deve ser pelo paladar infantil que tenho!kkkkkkkkkkkkk Semana passada precisava comprar um vestidinho novo para ela ir em uma festinha e fui direto a D.Tonetti, loja de São Paulo que sempre falo no blog. Chegando lá, vi uma cliente que estava super em dúvida sobre o tamanho que deveria comprar uma roupinha para uma menininha de 1 ano. Na hora pensei: ótima ideia para um post, tipo, existe um padrão para roupinhas de crianças? Qual mãe, madrinha, tia avó nunca teve dúvidas sobre qual tamanho comprar?
Aproveitei e perguntei para a gerente da loja como funciona essa questão de tamanhos no Brasil. Ela me disse que aqui, vai de acordo com a idade da criança, por exemplo, um menino de 3 anos, usa tamanho 3, e por aí vai. Claro que isso depende bastante da estatura e biotipo da criança. Mas aí eu fiquei pensando, e para os bebês, como fica?
Quando fui encomendar as roupinhas da MV para a maternidade, algumas pessoas falaram para que eu já encomendasse tamanho P. Fiquei receosa pois eu e meu marido somos baixinhos (se bem que isso também é relativo) e então, achei melhor pedir RN. Quando ela nasceu, vestiu super bem, mas em questão de menos de 2 meses de vida, as roupinhas já não serviam mais, para minha surpresa a MV não nasceu tão pequena assim.
Em alguns países como nos EUA a modelagem para roupas de criança devem obedecer um certo padrão, já  na França as roupas são menores e por aí vai…

 

Se eu fosse fazer um resumão, com relação a confecções brasileiras, diria que:
* Tamanho RN: São usadas de 0 a 2 meses, indo desde as roupas da maternidade até para o dia a dia. Em cidades quentes, nada melhor que um bom body para o bebê ficar durante o dia.
* Tamanho P: São usadas de 2 a 4 meses como macacão de plush, de malha. A MV só usava isso, além de estar sempre arrumadinha, ficava confortável.
* Tamanho M: São usadas de 5 a 8 meses como agasalhos de plush, moletons, malhas, calças de veludo, body de malhas. Os vestidinhos também já são uma ótima ideia, desde que não atrapalhe a criança a engatinhar. Outra coisa é proteger o joelhinho, principalmente quando a pele da criança é muito fininha e clara.
* Tamanho G: São usadas de 8 a 12 meses, como moletons, agasalhos de plush, malhas, conjuntinhos. O importante aqui é deixar a criança confortável para começar a dar seus primeiros passos.
* Tamanho GG: São usadas de 18 a 24 meses como calças sem pezinhos, shorts, bodys, malhas, calça de linha sem pezinhos.
Claro que não é uma regra e isso vai depeder da criança bem como da confecção. Selecionei algumas numerações de roupas da nova coleção da D.Tonetti  para podermos comparar os tamanhos, vejam só:

 

Selecionei algumas peças que vai dos tamanhos RN a GG, que na linha D.Tonetti representam de 0 a 2 anos de idade. O macacão de plush cor de rosa é o RN; o macacão lilás de malha é o P; o vestidinho de plush fofo é tamamho M; o conjuntinho calça + blusa xadrez branco e rosa é o G ( indicado para crianças de 1 ano) e; o conjunto de plush com laço é o GG ( lindoooo)
Os tamanhos dos meninos também seguem a mesma regra: macacão de plush azul é RN;  conjuntinho azul com gola vermelha é tamanho P; conjunto de calça de veludo azul e malha vermelha ( ameiiii esse look, meu preferido) é o M; conjunto cor palha com gola azul bebê é tamanho G e; o conjunto de tricot cinza é o GG.

 

 

Tirei essa foto para mostrar que, em algumas confecções como a D.Tonetti, as roupas de menina e menino seguem as mesmas medidas até o GG. Só uma observação, o que é esse conjunto de tricot?? Uma super dica para o inverno que está chegando pois além de super práticos, são lindos e a criança está sempre arrumada.

Ah, só para matar a curiosidade (risos) esse foi o look escolhido para a MV ir em uma festinha que ela tem nessa semana! Eu ameiiii,achei muito fofo esse xadrez:

 

 

Olha o detalhe desse lacinho de veludo preto!!! Não resisti!! Fiquei imaginando a minha ruivinha com este lacinho preto… ai ai!
Encontrei uma tabela na internet que diz auxiliar na hora de comprar roupinhas, basta relacionar a idade, a altura e o peso da criança. Mas acho difícil usá-la como medida para comprar presentes,  pois essas informações variam tanto que só a mamãe e o papai devem conhecê-las ao certo. Na dúvida, devemos investir em uma numeração maior, ao menos não corremos o risco da roupa não servir. # fica a dica

 

fonte: mamãe coruja
 

 

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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