Sousplat

Todas as vezes que posto alguma mesa com sousplat recebo várias perguntas do tipo: para que serve, se deve combinar com as louças e por aí vai… Hoje vou falar um pouco sobre esse objeto que deixa a mesa ainda mais bonita e caprichada.
Mas o que é esse tal de sousplat? É um suporte para o prato, uma espécie de “prato maior” que o da refeição, medindo nas maioria das vezes cerca de 35 cm. Devem ser colocados na mesa antes mesmo dos convidados sentarem, sendo distribuídos em cada assento, sempre embaixo dos pratos. Conhecidos desde o século XIX, surgiu para evitar respingos nas toalhas de mesas. Além dessa função, ele também ajuda a marcar os lugares, além de evitar que os pratos deslizem na mesa.

Feitos em vários materiais, como prata, cristal, madeira, plástico, palha, espelho, madeira, hoje em dia as pessoas o usam até mesmo com jogos americanos, o que, pela etiqueta (clássica), recomenda-se não fazer. Posso falar? Eu faço! E não acho tão errado não pois existem jogos americanos tão lindos e elaborados, que merecem muito mais cuidado que algumas toalhas.
Não podemos negar que o sousplat é um charme “a mais” na produção da mesa. O importante é combinar com a decoração e ter a certeza que o sousplat escolhido é do tamanho certo para a louça que será usada, senão, ele perde a funcionalidade. Outra observação importante é que ele deve ser retirado antes de servir a sobremesa, sempre!
Selecionei alguns modelos que gosto para vcs se inspirarem:

Os sousplat de rafta são uma ótima pedida para almoços informais, especialmente para churrascos. Super práticos, algumas pessoas utilizam esse tipo de sousplat sem toalhas ou jogo americano. Nestes casos, fique atenta apenas para que ele não fique “sambando” na mesa, o que é bem feio.

Os de prata são os mais chiques, ideais para casamentos, noivados, jantares e almoços informais. Acho lindo, mas o preço é bem salgado. Se você, assim como eu, não tem esse tipo em casa, não se preocupe, caso queria fazer um jantar mais elaborado eles podem ser alugados em casas especializadas em artigos de festas.

Esse é o modelo que tenho em casa: estilo ouro envelhecido. O material? Plástico, que tal?
Esse é minha paixão, por isso coloquei aqui (alô Tânia Bulhões..rs)…amo essa louça!  Alguns aparelhos de jantar têm essa opção de sousplat da mesma linha: adoro!
Os de cerâmica também são lindos e versátil, deixam a mesa linda


Esse sousplat de cristal incolor é um coringa: vc pode usá-lo desde um almoço até um jantar mais elaborado, além de combinar com vários tipos de louças. Existem os coloridos também, desse mesmo material e formato.

Gente, olha como um sousplat faz “toda” diferença em uma mesa:

 fonte: Blog Anfitriã (amo!)

fonte: Blog Anfitriã
Fonte: blog Amici per Amici (da minha amiga Lê)

Se vocês me perguntarem qual sousplat vale a pena investir, eu respondo: um transparente, de vidro ou cristal. Com ele você consegue montar mesas lindas, como as fotos do blog Anfitriã que postei acima.


 

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#decor

Video em Miami parte 2

O Ask Mi TV de hj vai mostrar a 2º parte do vídeo que gravei em Miami para o blog Smartshop Miami que já comentei aqui. Hoje vou falar sobre meus produtos de limpeza favoritos  e também sobre os bolos e doces do supermercado Publix. Está imperdível, confiram:

 

 

 

 

 

 

E aí, gostaram? Para que não conhece o blog ainda, vale a pena conferir todas as novidades que as meninas colocam. Clique aqui fique por dentro de todas as novidades de Miami!

 

Thanks novamente meninas, ameii!
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#petit#viagens

Redes de proteção

A MV começou a andar com 1 ano e 2 meses. Como moro em apartamento, isso significava hora de colocar as redes de proteção! Pesquisei muito sobre as empresas que colocam essas redes e, depois de fazer várias cotações e pegar indicações com amigas, optei pela Sthepanie redes de proteção. Adorei o trabalho, além de não deixarem uma sujeira no dia da instalação, a qualidade da rede é excelente.
Fiquei super assustada com uma matéria que saiu no fantástico há algum tempo atrás, contando que um bebê faleceu no RJ ao cair do colo do pai depois que as redes do apartamento se romperam. Um horror! Por isso, hoje vou citar algumas recomendações de especialistas quando se trata deste tema tão relevante para nós mamães:
1. Escolha uma empresa séria, que esteja no mercado há tempo considerável e que não tenha muitas reclamações em sites da internet.
2.”Pelo menos a cada dois anos seja feita uma revisão por uma firma especializada por um profissional especializado”, afirma o presidente do Crea-RJ, Agostinho Guerreiro
3. Quando a rede estiver rasgando ou cedendo, é hora de trocar, mesmo que ela tenha sido instalada há pouco tempo, sinal que a qualidade não era boa.
4. Confirme com a empresa se as redes tem garantia e guarde esse documento com você.
5. Ferrugem também significa risco.
6. “Para os ganchos ficarem bem instalados e não soltarem no momento que alguém fizer uma pressão, importante você fechar os ganchos. Bater com um martelo e fechar os ganchos para que essa rede não saia. Os ganchos devem ser virados para dentro também, de acordo com a instalação da rede. Porque, se esses ganchos estiverem virados para fora e não forem fechados completamente, a facilidade de abrir a rede é muito maior. A garantia da rede não cobre danos causados por cortes, queimaduras ou produtos químicos. Então, é bom evitar esses produtos”, salienta Edmundo Unzueta, fabricante de rede de proteção.
7. Por fim, lembre-se que tranquilidade não pode significar falta de cuidado. Mesmo com a rede é preciso manter as crianças a uma distância segura, para evitar uma tragédia como a que houve no Rio, que mencionei acima.
Tirei algumas fotos da instalação feita na minha casa. Confesso que fiquei em cima da empresa que escolhi, verifiquei cada detalhe da instalação e adorei o resultado! Confiram:

Estava entre as cores branca e preta, mas depois muito pensar decidi pela branca. Apesar de saber que ela suja com mais facilidade, não consegui imaginar uma tela preta nas sacadas que são super claras, espero não me arrepender depois.


Reparem como está bem estendida e presa
Não sei se vcs conseguem visualizar, mas os ganchos estão fechados e bem firmes. Verifiquei um a um.

Vou aproveita e mostrar para vcs um dos meus “cantinhos” preferidos de casa, onde tenho o verde que tanto amo:
Gostaram? Morei minha vida toda no interior e quando me casei, meu marido queria morar em apartamento. Mas eu sempre fiz questão de uma varanda com um pouco de verde, com plantas e flores que gosto. Viram meus vasinhos de romã?! Tem que ter em casa, atrai sorte! (sou superticiosa sim, desde sempre…rs)
Obs:
1. O projeto do paisagismo da varanda foi feito pela empresa Anni Verdi, super recomendo! Contato: 11 3064  7924
2. As redes de proteção foram colocadas pela Stepanie redes de proteção, que adorei o trabalho! Contato:  11 2771 1006  (recomendo falar com Vado)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#dicas úteis#petit

Escola bilingue, será?!

Vou confessar um dilema que estou vivendo: a escolha da “melhor” escola para a MV. O melhor que quero dizer não é a que está na moda, a que exige mais do aluno, a que os filhos das minhas amigas estudam, mas sim, a que tem mais o perfil dela, da nossa família e que, mediante sua personalidade, é a que ela vai gostar. Estou em dúvida entre 2, que na verdade são completamente diferentes. A primeira é uma escola mais tradicional, católica e longe da minha casa (sim, isso deve ser analisado quando se trata de SP). Já a outra, é internacional, onde a criança é alfabetizada inicialmente em inglês e depois vêm o português. Ah sim, detalhe importante: próxima a minha casa, o que significa que minha filha não ficará mais de 1 hora no trânsito, como na outra.
Ufa!! Em plena sexta feira e eu aqui desabafando. Mas posso falar, quem mora em cidade grande, e tem condições financeiras para proporcionar estudo particular a seus filhos, fica muitoooo na dúvida quando o assunto é a escolha da escola. Aliás, acho um absurdo a qualidade do ensino público brasileiro (com raras exceções e claro, sem contar o ensino superior, que graças a Deus se destaca), que só faz aumentar ainda mais a diferença social entre as pessoas.
Mas voltando a minha dúvida referente a estas 2 escolas, hoje se fala muito nas escolas bilingues, internacionais. Para mim, que sou do interior, é um assunto novo e que me faz refletir diariamente. Em Araçatuba eu não teria esse problema…rs  Toda mãe busca o melhor para seus filhos mas, às vezes, o que é melhor para nós não será, necessariamente, a ideal para nossos filhos.
Acredito que, algumas leitoras, também devem ter essa dúvida na cabeça: quais as vantagens da educação bilingue, vale mesmo a pena? Fui consultar uma expert no assunto, a Gláucia Maciel, que é mãe e diretora-fundadora da Steps, que já falei aqui no blog. A matéria está um pouco extensa, mas garanto que vale muito a pena perder 3 minutinhos do seu dia, confiram:
Educação Bilingue:
Em primeiro lugar, temos que definir o que exatamente é uma escola bilíngue (vs. internacional ou nacional com inglês como segunda língua), para depois avaliar qual é a metodologia mais apropriada (e comprovada) que garanta a aquisição da segunda língua, de forma simultânea.
Em linhas gerais, acredito que é fundamental que a criança seja exposta a outras línguas e outras culturas desde pequena, mas acho que o processo “formal” de aquisição de uma segunda língua deverá ser iniciado somente após a aquisição da língua materna. Normalmente a criança sai da fase pré-linguística com 2 anos e “conquista” (passa da fase linguística básica) a língua materna em torno dos 3 anos.
A partir desta idade, a criança contextualiza melhor a sua vivência em outra língua, e o aprendizado se dá de forma mais concreta, sem correr o risco de interferir no complexo processo de aquisição da língua materna e preservando a integridade sócio emocional da criança.
Não se pode afirmar que tal sistema seja o “ideal” na educação infantil, mas as pesquisas mais recentes na área de neurociência* comprovam o seguinte:
1.  80% das redes neurais são estabelecidas até os 4 anos. As nossas referências físicas, emocionais e sociais são estabelecidas neste período.
2.  Para instrumentalizar o aprendizado das crianças, é importante que as propostas educacionais possuam coerência, consistência e frequência.
3.  É importante estimular adequadamente todas as percepções sensoriais para garantir apropriação duradora de aprendizagem.
4. Aprendizagem = experiência+emoção+atenção+memória.
5. Stress impede e ou dificulta o aprendizado. O emocional modula a atenção e a memória e, portanto a aprendizagem.
Na Steps, pensamos sempre na criança em primeiro lugar e transformamos a teoria em prática, criando:
– um ambiente afetivo, seguro e tranquilo.
– brincadeiras multidisciplinares para estimular múltiplas linguagens.
– atividade física continua e dinâmica;
– diferentes possibilidades de expressão, verbal e corporal
Na Steps, a segunda língua é incorporada ao currículo das crianças a partir dos 3 anos, com carga horária semelhante às demais áreas curriculares como: música, artes, matemática, educação física, educação alimentar, consciência ecológica, yoga e capoeira. Sugiro às famílias com crianças na idade pré-escolar que reflitam sobre algumas questões, antes de visitarem as escolas: Qual o significado da escola na vida dos seus filhos? Minhas escolhas foram baseadas nos seguintes critérios:
Profundidade de conhecimento (vs. Abrangência)
Construção de conhecimento (vs. Acumulo)
Crescimento intelectual (vs. Mercado de trabalho)
Individualizado (vs. Padronizado)
Focado no aluno (e não no professor)
Fundamentado nas disciplinas clássicas (vs. Fusão de disciplinas)
Avaliação regular (vs avaliação mínima)
Alto padrão de exigência (vs padrões subjetivos com nuances)
Contato com o mundo globalizado e acesso a várias línguas e culturas
Inclusão de tecnologia no processo de aprendizagem
Consciência de sustentabilidade ecológica
Participação em trabalhos comunitários
No caso das famílias em que os pais sejam de diferentes nacionalidades ou que se comuniquem naturalmente em 2 idiomas, acredito que essas crianças sempre terão uma das línguas como sendo dominante e outra como não dominante. Normalmente, a língua dominante é aquela falada no país em que eles vivem.
Se as famílias escolherem uma escola bilíngue, devem saber que a fluência virá com o tempo, e que em alguns casos a criança pode ter alguma dificuldade na escrita, ou mesmo na pronuncia. Tal dificuldade de expressão nem sempre significa dificuldade de entendimento de conceitos, por exemplo, podemos compreender o conceito de “fotossíntese”, mas temos dificuldade em explicar o que isso seja numa segunda língua.
Outra questão recorrente é a ansiedade da família, com o sucesso profissional que seus filhos que hoje tem entre 8 e 10 anos, possam alcançar nesse mundo competitivo. Eu acredito que o grande diferencial no mercado profissional tanto hoje quanto daqui a 10 anos, será na capacidade do indivíduo tem de pensar e expressar-se de forma criativa, interpretar e resolver problemas, dominar as tecnologias, entre outras habilidades, aliadas a uma disciplina na sua rotina de trabalho. Além disso hoje ela é uma criança que precisa viver essa fase da vida, ela não é alguém que virá a ser.
Essas reflexões são feitas com base nos seguintes estudos:
– Pesquisas realizadas pela equipe do  Project Zero Classroom do Howard Gardner da Harvard Graduate School of Education
– Estudos sobre sistemas atencionais do Michael Posner
– Trabalho sobre Inteligências emocional e social do Daniel Goleman
– Estudos sobre língua dominante em contextos bilíngues do Bakhtin (1997)
– Metodologia de ensino das escolas de Reggio Emilia
– Trabalho do “ser criativo” da Anne-Marie Holm
Sou Glaucia Paula Maciel: 42 anos, mãe de Lucca (10 anos), Tom (3 anos) & Maria (3 anos), brasileira, morei em Londres, Nova Iorque, Singapura, Luxemburgo, Tunis, Milão, Bath, Bruxelas, Paris, Rio de Janeiro e me estabeleci há 20 anos em São Paulo. Fui educada em 5 línguas, e passei por múltiplos sistemas escolares diferentes dependendo do pais. Formei-me em Management Science pela University of Bath (Reino Unido), pós-graduada pela Edhec (França) em Finanças, e após 20 anos de carreira na área de marketing em multinacionais, nasceu meu primeiro filho e resolvi me dedicar ao desenvolvimento dele. Montei a Steps Baby Lounge há 10 anos com uma equipe multidisciplinar brilhante e em breve abriremos uma segunda unidade em São Paulo. Fiz a formação de Project Zero Classroom da Harvard Graduate School of Education e participo de tudo que posso nas áreas de neuroeducação. Sou encantada pela abordagem das escolas de Reggio Emilia, e acredito que a criança realmente se comunica em múltiplas linguagens…depois só vai esquecendo!
Escola Bilingue: yes or no?
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#petit

Vai um churros aí?!

Uma amiga me ligou contando que comprou uma máquina de fazer churros para seus filhos, dizendo que a sobremesa dos finais de semana agora estão garantidas. Gente, posso falar? Eu sou do interior, onde só faz frio nos meses de junho e julho, época que ocorre a exposição. Sabe a primeria coisa que faço quando chego na expo? Barraquinha de churros, aiii que delícia! Não sei porque mas churros para mim tem que ser no frio! # gente louca, né?
Ela comprou no mercado livre e deu super certo. Eu nunca comprei por lá, mas deve funcionar. Vejam o modelo da máquina:
Nesta temporada, o que se vê, em muitos restôs charmosos, e nas docerias mais badaladas do Brasil são os Mini Churros. Acho super fofo servir em casa, até mesmo para adultos- mini churros com sorvete! Além de ser delicioso, a apresentação é diferente!  Já dizia o ditado, quem ” não tem cão, caça com gato”, como eu ainda não tenho uma dessas para chamar de minha, fico apenas na receita caseira de mini churros, que vou dividir com vcs hj:

IGREDIENTES:
1/2 colher(es) (chá) de sal ;
2 1/2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo ;
óleo de soja para fritar;
1 pote(s) de doce de leite ou a mesma medida de brigadeiro, beijinho, nutella ou creme de baunilha.
MODO DE PREPARO:
Coloque a farinha numa tigela grande e reserve . Leve ao fogo 1/2 litro de água com sal e deixe ferver. Em seguida, junte à farinha e mexa bem. Sove a massa, em superfície fria, até que ela fique lisa e se desprenda das mãos. Coloque essa massa num saco de confeitar com bico de metal, do tipo pitanga ou estrela grande. Faça os churros com aproximadamente 10 cm de comprimento e corte as extremidades com faca ou tesoura.
Frite os churros até dourarem. Escorra sobre papel absorvente e quando amornarem, corte-os no sentido do comprimento. Recheie e passe o doce no açúcar com canela. Se preferir, não precisa rechear…sirva os churros fritos acompanhados de vários doces e geléias, para molhar o doce. Prove também, com uma bola de sorvete.

rendimento: 50 unidades
Separei algumas ideias para vcs se inspirarem na hora de servir:

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#dicas úteis#gourmet