Saudades de Paris!!!

Percebi que não postei algumas dicas legais da minha viagem de janeiro para lá! Quem curte decoração, não deixe de conferir!

Fotos 1 e 2: um dos meus museus (está mais para palacete) preferidos de lá e nem tão conhecido – Jacquemart André.

 

 

 

Fotos 3 a 5: loja de gastronomia e casa/Décor do grupo da Galeries Lafayette (de morrer de maravilhosa) mas fica em um prédio próprio, ao lado da original. Reparem nas marcas incríveis: Smeg (eletrodoméstico que mais amo na vida), Gien (porcelanas super cool e clássicas ao mesmo tempo), St Louis (os cristais mais lindos na minha opinião, Marca francesa de 1568 e que já produziu peças para Luis XV).

 

 

 

 

Fotos 6 a 8: apaixonada pelos andares de decoração da “Le Bon Marché” (um dos meus lugares preferidos na cidade), chá servido nas lojas Chanel são desta marca; porcelanas da BERNARDAUD (conhecida por fazer para realeza desde 1863), os chocolates divinos da Le Chocolat marca de Alain Ducasse.

 

 

 

 

Foto 9: visita a primeira patisserie de luxo do hotel Ritz de Paris (amei o chocolate quente!!). A patisserie não fica dentro dele mas sim na Rue Cambon).

 

 

Foto 10: parte de casa e Decor da loja de departamento Samaritaine: está incrível! Detalhe da minha vela preferida da vida e que é o cheirinho de Versalhes desde 1643. Considerada a fábrica de ceras mais antiga do mundo e provedora da corte real de Luís XIV! Gostaram? Fiz com muito carinho!

 

 

Te dedico  @beminparis e @constanca_nardy.

Fotos: Ask Mi

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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5 dicas p/ trocar moeda estrangeira c/ economia e segurança!

5 dicas p/ trocar moeda estrangeira c/ economia e segurança!

O desejo de realizar uma viagem internacional tem retornado à agenda dos turistas. Um indicador dessa tendência é o volume de gastos de brasileiros no exterior, registrados em US$ 804 milhões em fevereiro de 2022, o maior patamar desde o início da pandemia, de acordo com dados do Banco Central (BC).

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 e a redução de mortes no Brasil e no mundo, a sensação de segurança sanitária tem crescido e esquentado o setor de turismo, que ficou reprimido por quase dois anos em função das restrições da quarentena.

Pensando no Dia do Turista, celebrado na próxima segunda-feira (13/06), conversamos com Diego Zia, sócio-fundador e CEO da B2Gether, empresa brasileira que atua no mercado de câmbio. Ele apresenta cinco dicas para quem planeja viajar para o exterior e precisa trocar moeda estrangeira com economia e segurança.

 

 

1. Verifique as moedas mais utilizadas no país de destino

Você pesquisou os destinos e, finalmente, decidiu para onde ir. E agora, o que fazer? Além das questões financeiras e burocráticas envolvendo documentação, passagens aéreas e estadia, é necessário comprar moeda estrangeira.

A primeira recomendação de Zia é verificar quais são as moedas mais utilizadas no país de destino. Isso porque, segundo ele, existem lugares que aceitam mais de um tipo de dinheiro e é importante saber essa informação para escolher a alternativa mais vantajosa.

“Por exemplo, em algumas regiões do México, como Cancún, é comum os estabelecimentos aceitarem dólares, além do peso mexicano. Por isso, é muito importante pesquisar esse fator, porque você consegue fazer o câmbio com a moeda que apresenta mais vantagens em relação ao real”, pontua.

2. Compre moeda aos poucos e não de uma só vez

Uma dúvida muito comum entre pessoas que vão viajar para outro país é saber quando e com qual frequência compensa comprar moeda estrangeira. Segundo o gestor da B2Gether, a opção mais prudente é fazer a aquisição de forma fracionada, em quantias menores, até o momento do embarque.

“Primeiro, o ideal é planejar a viagem com antecedência, estimar um gasto médio e, nesse tempo, ir comprando a moeda aos poucos, nunca só de uma vez, porque o mercado de câmbio oscila bastante e as taxas sobem e descem o tempo todo”, explica.

“Além de se blindar contra as oscilações cambiais, você consegue aproveitar as melhores oportunidades, fazendo as aquisições nos momentos de queda. Assim, você não despende de um valor muito grande uma única vez e ainda economiza no câmbio”, complementa.

3. Leve moeda em espécie e em cartão

A forma de levar moeda estrangeira para a viagem internacional é também uma dúvida muito recorrente entre os turistas. A orientação de Zia é se planejar para ir com as duas opções, na medida em que ambas são importantes e apresentam vantagens e desvantagens.

Enquanto o dinheiro em espécie é mais barato e é a alternativa mais comum na maior parte dos lugares, o cartão pré-pago oferece maior praticidade e segurança.

“É muito importante sempre levar um pouco de moeda em espécie e um pouco no cartão pré-pago. Digo isso porque, apesar de apresentar um IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) mais alto, o cartão acaba ofertando mais segurança. Não é bom andar com muita nota de dinheiro vivo”, observa.

O especialista acrescenta que levar só cartão também não é uma boa opção, porque é mais caro e pode limitar suas formas de pagamento. “A gente nunca sabe o que pode acontecer. Tem a chance de o cartão dar algum problema no chip e não passar”, comenta.

4. Evite comprar moeda no aeroporto

Já ouviu aquela frase de que tudo no aeroporto é mais caro? A mesma informação vale para a moeda estrangeira. Trocar dinheiro no momento do embarque não permite pesquisar as cotações, comparar taxas nem buscar as condições mais vantajosas.

“Não é aconselhável deixar para fazer o câmbio na última hora e comprar moeda estrangeira no aeroporto, porque os valores são bem mais altos e os spreads são maiores. Além disso, você fica sem opção, porque não dá mais tempo para pesquisar outras alternativas”, afirma o especialista.

5. Não compre moeda no mercado de câmbio paralelo

Em busca de mais economia, muitas pessoas se sentem atraídas por meios alternativos para comprar moeda estrangeira, como o mercado de câmbio paralelo, no qual o dinheiro circula sem a supervisão e o controle do Banco Central.

Segundo Diego Zia, nesse mercado as moedas são negociadas de forma clandestina e as transações são consideradas ilegais. Por isso, para evitar transtornos e não fomentar esse universo, o ideal é procurar instituições autorizadas pelo BC a operar câmbio e negociar moedas.

“A última dica, e não menos importante, é comprar moeda estrangeira apenas com agentes autorizados. O mercado paralelo oferece muitos riscos, é ilegal e transaciona muitos recursos decorrentes de práticas criminosas, como lavagem de dinheiro, contrabando, tráfico de armas e outros”, orienta.

Para comprar moeda estrangeira com segurança e economia, de acordo com o especialista, a melhor estratégia é planejar a viagem com antecedência, pesquisar as cotações em diferentes instituições financeiras e comprar moeda aos poucos, aproveitando as quedas das taxas.

 

Fonte: Gustavo Silva (comunicacao@business2gether.com)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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RV Trip: AsheVille e Biltmore!

RV Trip: AsheVille e Biltmore!

Depois de Washington, DC partimos com nossos RV´S rumo a Asheville, no estado da Carolina do Norte! Para quem não conhece, é uma pequena e linda cidade enfincada entre as cadeias de montanhas Blue Ridge e Great Smoky Mountains, no oeste do estado. Há algo de especial em Asheville que o mundo está começando a descobrir agora. Essa animada cidade montanhosa apresenta um centro moderno e eclético, centenas de estúdios e galerias de arte, gastronomia de nível internacional e cervejas artesanais, uma forte cena musical e, claro, as paisagens de tirar o fôlego mencionadas acima, da Blue Ridge Mountains (cordilheira de Blue Ridge).

 

Asheville serve de base para exploração, com mais de 324.000 hectares de regiões selvagens intocadas, ecossistemas montanhosos e cachoeiras nas proximidades, além de tirolesas, rafting aquático, caminhadas, mountain bike e uma colorida vegetação de outono. A Blue Ridge Parkway, a rodovia paisagística mais visitada dos EUA, passa por Asheville.

 

O centro de Asheville é lindo e compacto – alguns quarteirões de prédios em estilo Art Deco (a cidade é conhecida como a Paris do Sul) que dão lugar a cafés charmosos, microcervejarias, galerias de arte e lojinhas interessantes. A estrela deste deste miolo é o Grove Arcade, um mercado de 1929 lindamente restaurado há alguns anos e recheado de lojas que vendem produtos das fazendas da região – de geleias caseiras a vinhos, passando por cosméticos naturais.

 

Asheville figura em uma ampla lista de rankings, citando apenas alguns deles como uma das “25 Melhores Destinos de Artes da América” (Revista AmericanStyle), “A nova “freak capital” dos EUA pela revista Rolling Stone, “Nova Meca New Age” (CBS News) e em 2007, Asheville foi nomeada uma das sete principais lugares para se viver nos EUA pelo Ranking de cidades da Frommer.

 

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E quem se interessa por história, tem de visitar o Biltmore State, a maior casa privada dos Estados Unidos, um verdadeiro castelo erguido em 1889 em estilo renascentista francês para ser a casa de campo do milinionário George Vanderbilt. Gente, eu AMEIIII e as meninas também!! Os jardins (sim, no plural) são lindosss e a história também! Quero voltar para me hospedar lá.

 

Apesar de ter nascido e, Staten Island, o magnata se apaixonou pelas Blue Ridge Mountains e então escolheu o lugar para sua casa de 250 cômodos que hoje pode ser visitada. O lugar é também popular para “destination weddings” e há 3 hotéis dentro da propriedade. A construção no estilo da Renascença Francesa possui também uma vinícola, vários jardins maravilhoso, lagos e é um lugar maravilhoso para aprender sobre a vida sulista dos estados Unidos nos tempos antigos.

 

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A propriedade familiar ficou pronta em 1895 depois de quatro anos de construção. A mansão foi idealizada pra ser a casa de campo de George. No entanto, virou residência fixa dele, da esposa Edith Stuyvesant e da única filha do casal, Cornelia. Vanderbit pensou nos mínimos detalhes e não poupou esforço pra fazer de Biltmore um lugar majestoso. Os jardins e parques da enorme propriedade, por exemplo, foram criados por Law Olmsted, o mesmo criador do Central Parque de New York.

 

Foi aberta ao público em 1930 e é governada pelos descendentes de Vanderbilt. Além do castelo, dentro da propriedade, há dois hotéis e uma vila  muitoooo fofa com lojas, restaurantes, vinícola e um amplo espaço dedicado ao lazer. Quem quiser pode acampar, pescar, andar de bicicleta… Além disso, há uma programação anual durante as diferentes estações do ano como o “Tapete de flores” e o “Natal em Biltmore”.

 

A visita é muito bem organizada, com horários para o número de visitantes não exceder o limite permitido da casa. Você pode adquirir o ingresso pelo site, pontos de venta (campings e alguns hotéis) ou lá na hora mesmo, sem problemas! É carinho (aprox. 65 dólares por pessoa) mas vale cada centavo! Tudo é muito bem conservado pela quinta geração da família do bilionário que participou do início da implantação da iluminação elétrica no país.

 

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DICAS QUENTES:
1. Não deixem de visitar a loja Asheville Beer Charm, onde você encontra vários produtos deliciosos feitos de mel. O endereço é 38 Battery Park Ave, Asheville, NC 28801.

2. Um restaurante que amei e super indico na cidade é o Tupelo Honey.

 

Fotos: Blog AskMi

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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RV Trip: Washington, DC!

RV Trip: Washington, DC!

Com certeza Washington foi uma das grandes surpresas dessa viagem. Gente, estou tão apaixonada pela cidade que quero voltar para ficar uns 3 dias e conhecer tudo! Infelizmente tivemos um dia e meio por lá mas vou fazer um post bem completinho para vocês do que fizemos e do que faltou!

 

Chegamos a tardezinha em nosso camping, localizado em College Park, uma cidadezinha grudada em Washington. O camping escolhido foi o Cherry Hill Park, muito bom por sinal! Como estávamos cansados da viagem (foi uma distância longa percorrida) decidimos dormir mais cedo para aproveitar o dia seguinte descansados!

 

Começamos no Museu Aeroespacial, que estava tãoooo cheio que não conseguimos ver tudo! É sem dúvida o mais popular dos museus Smithsonian, e sem sombra de dúvidas algo que você apenas conseguirá ver em Washington e em nenhum outro lugar no mundo. Ele detém a maior coleção de aeronaves históricas e espaciais no mundo.

O museu possui dois andares e sua coleção está dividida em diversos setores, alguns relacionados ao espaço e outros relacionados à aviação. Além disso, você encontra diversos itens que estão pendurados no teto que fazem com que sua visita fique ainda mais interessante. Com certeza um super programa para quem está com crianças na cidade!!

 

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Saindo de lá fomos direto para a Casa Branca!! Nossa, ameiiiii, ainda mais que sou fã da série House of Cards!!! Estava tendo manifestação de alguns paquistaneses então não consegui fazer bons cliques! Mas vejam só:

 

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Eu queria muitoooo entrar na Casa Branca, ainda mais para conhecer a sessão de louças utilizadas pelas primeiras damas mas…. depois que o presidente Trump foi eleito isso se tornou uma missão quase impossível. Dizem que você pode solicitar via consulado a visita, desde que com antecedência de 6 meses. Mas o que eu ouvi lá é que para você conseguir entra na Casa Branca e conhecer algumas áreas dela, precisa ser via convite de algum deputado, senador ou autoridade pública de grande relevância dos EUA.

 

DICA: Saindo da Casa Branca não deixe de conhecer uma lojinha de souvenir que fica ao lado do prédio do Tesouro Nacional (praticamente grudada a faixada principal da Casa Branca). Lá você consegue fazer um clique de um cenário que imita a sala dos presidentes dos Estados Unidos, a famosa sala oval!

 

Bom, saindo dali fomos almoçar no Old Ebbit Grill, na mesma rua dessa lojinha! O restaurante é de 1856 e já foi cenário de muitas conversas e negociações políticas! A comida é bem gostosa e o ambiente clássico! Indico! As 15 horas encontramos com o Jorge, um guia brasileiro que mora na cidade há mais de 20 anos e entende tudo de lá! Conhecer Washington com crianças em um ou dois dias é extremamente cansativo e sem um guia fica impossível!

 

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Assistente do Jorge (que estava dirigindo o segundo veículo com as meninas), Jorge, eu e Mariah.

Ufa!!!! Posso falar? Sem o Jorge não teríamos conhecido quase nada da cidade!! O primeiro lugar que ele nos levou foi o Capitólio e os prédios ali ao lado! Fiquei muito encantada!!! Mas não tínhamos tempo para entrar! Então optamos por conhecer a biblioteca do Capitólio que dizem ser uma visita mais interessante que ele! Gente! Que maravilha, fiquei impressionada! Na verdade o prédio se chama Edifício Thomas Jefferson, construído em 1897! O destaque principal é o Grande Hall de estilo renascentista. Dos dois lados do Grande Hall estão duas escadas de mármore com um globo central que representa os continentes da Terra e também há diversas figuras de crianças que representam várias profissões e hobbies. No centro do piso do Grande Hall você encontra uma Rosa dos Ventos. Ainda no primeiro andar você encontra a Bíblia de Gutenberg datada de 1455. Este exemplar é o primeiro livro produzido na Europa por tipos móveis de chumbo fundido em substituição ao processo de madeira. Este fator deu início a produção em massa de livros através deste processo.

 

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O Capitólio é o local de reunião do Congresso dos EUA, formado pelo Senado (câmara alta) e pela Câmara dos Representantes (câmara baixa). O edifício se destaca por sua cúpula central e por suas duas alas, cada qual para uma das câmaras do Congresso: na ala norte situa-se o Senado, enquanto na ala sul situa-se a Câmara dos Representantes. Acima destas câmaras encontram-se galerias a partir das quais os visitantes podem assistir as sessões.

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Depois, fomos ao Thomas Jefferson Memorial, que é simplesmente maravilhoso! Projetado com base no desenho do Panteón de Roma, foi construído entre 1939 e 1943 e custou US$ 3 milhões de dólares da época. No centro do monumento fica a estátua em bronze do ex presidente Jefferson, que mede exatos 5,8 metros de altura e pesa 4500 quilos. O entorno do monumento é muito bonito, por causa do jardim e do rio e especialmente por causa das lindíssimas cerejeiras japonesas doadas pelo governo japonês aos Estados Unidos em 1912. De lá você tem uma linda vista para o grande Obelisco da cidade.

 

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Paramos também no Lincoln Memorial Center, que é simplesmente maravilhoso, erguido em homenagem ao presidente que aboliu a escravatura nos EUA.

 

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Após, passamos no memorial da Força Aérea (Air Force Memorial). A primeira vista parece estranho, três placas de aço com pontas indo em diferentes direções, mas quem é da força aérea ou gosta um pouquinho de aviação, logo abraça a ideia. O design foi inspirado na formação conhecida como “Bomb Burst” feita pelos aviões Thunderbird da força aérea. Na verdade, a formação é feita com 4 aviões, mas o monumento só tem três, simbolizando a formação “Missing Man” que é muito usado quando eles fazem os vôos sobre os funerais.

 

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Saímos de lá e fomos apenas passar na frente do Pentágono (as meninas estavam super cansadas então nem fizemos fotos). O Pentágono não é aberto ao público para visitação.

Aproveitamos também para conhecer o  Cemitério de Arlington, que fica bem perto. Lá estão enterrados mais de 300.000 soldados mortos em combates, desde a Revolução Americana até hoje. As duas grandes atrações são o Túmulo do Soldado Desconhecido, que é uma homenagem a todos aqueles que nunca foram encontrados ou identificados, e a sepultura do presidente John F. Kennedy, onde brilha uma chama eterna, acesa pela sua esposa em 1963, que, aliás, hoje está sepultada ao lado dele.

Já era quase 19 horas e as meninas estavam exaustas!!! Elas foram para o camping com meus pais e nós fomos bater perna e conhecer Georgetown! Pense em um bairro composto de pequenas casinhas coloridas, todo arborizado, com pequenos restaurantes refinados e uma rua só de compras. Some a isso alguns cafés e lojas de cupcakes, e um parque na beira do rio. Esse é o bairro de Georgetown, bairro nobre de Washington DC que foi fundado no século XVII, antes mesmo da capital americana ter sido construída ali. Antigamente Georgetown era uma cidade portuária do estado de Maryland e só foi incorporada ao Distrito de Colúmbia algumas décadas depois, se tornando um bairro de Washington. Por lá, além de passear pelas ruazinhas, pode-se também fazer compras e comer bem. A principal rua do bairro é a M Street, onde estão as principais lojas e restaurantes e onde tem um grande movimento todo os dias até umas 8 da noite. A Wisconsin Avenue, que cruza com a M, é também uma importante avenida com mais lojas e restaurantes. O ideal é seguir pela M Street fazendo algumas entradas estratégicas em algumas ruelas perpendiculares. A Old Stone house é um monumento histórico e a casa mais antiga de Georgetown. Vale conhecer mas não perca muito tempo por lá. Na rua logo em frente da Old Stone House está a Thomas Jefferson Street, uma ruazinha bem fofa onde é possível ver o canal. Essa parte do canal é a que eu acho mais bonita, além de ser onde está localizada a Baked and Wired, um segredo de viagem pois é um lugar super badalado entre os locais, e tem os melhores cupcakes que eu já provei. Não se assuste se a fila estiver indo até o lado de fora. Se você subir a Wisconsin Avenue e depois voltar por alguma rua paralela a ela, poderá ver a vida de quem mora em Georgetown, pois as casinhas são habitadas por famílias e estudantes que mantém a aparência delas com portas coloridas e pequenos jardins. A Prospect Street é a rua de acesso à universidade de Georgetown e por isso é sempre movimentada de estudantes.

Por fim, o Waterfront park é uma espécie de calçadão que fica na beira do rio Potomac e tem uma vista linda, além de alguns barzinhos/restaurantes. Durante o verão é possível ver também as pessoas que praticam esportes aquáticos no rio e barcos de turismo. Vale um passeio por lá no pôr do Sol. Foi lá que jantamos maravilhosamente bem, no Fiola Mare!!! Super recomendo!

Aiiii como eu AMEI Georgetown…. as lojas que mais amo, cafés incríveis, arquitetura londrina-rústica e muito mais!!  Também indico o restaurante Café Milano, que fica neste bairro… vários políticos e famosos adoram circular ali!

 

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Obs 1: Nossa, ficou faltando tanta coisa… mas o que mais senti falta foi andar pelo National Mall inteirinho, que é um verdadeiro “parque” ou passarela que abrange a área entre o Lincoln Memorial e o Capitólio dos Estados Unidos, repleto de monumentos, museus e galerias!!

 

Obs 2: Não siga esse roteiro pela ordem que escrevi pois estávamos com motorista e ele andava de acordo com nossas necessidades e solicitações.

 

Obs 3: Se você me perguntar a melhor dica de Washington que você tem, seria: Contrate um motorista/guia, especialmente se for o Jorge!!! Juro, mudou a viagem. Ele é o único brasileiro em Washington DC que faz este serviço. Há diversas empresas que tem páginas em português, mas eles não garantem um motorista brasileiro a não ser para grupos grandes, de mais de 15 pessoas. Além de ser super competente e pontual, o Jorge é uma simpatia. Ele tem um carro super confortável, que pode acomodar até 7 pessoas e mais as malas. Segue o contato: mesquita417@gmail.com ou ligue para: 1 (202) 391-8539.

 

Fotos: Blog AskMi e Internet

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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RV Trip Junho/Julho de 2017!

RV Trip Junho/Julho de 2017!

Oiiiii gente, tudo bem?! Vocês estão tão animadas e enviando tantasss perguntas sobre a viagem, que decidi antecipar o post que  iria escrever só semana que vem!!! Eu fico tãoooo feliz quando vocês comentam, curtem e pedem dicas… pareço criança lendo cada mensagem! Rs
Mas vamos lá! Essa está sendo nossa segunda viagem de RV (ou Motor Home), a primeira eu já mostrei aqui no blog, lembram?!
Como já tinha contado para vocês neste post do ano passado, meu marido AMA esse tipo de viagem, fica meses planejando as rotas, os campings e empresas de Motor Home! Uma dica para quem nunca fez é pesquisar bastante os lugares que deseja conhecer, ver se as estradas são boas e não esquecer de que cada motorista tem um “time”, um limite que consegue dirigir por dia!

 

Para a viagem de RV (Motor home) ser bacana, ela não precisa ser de muitoooosssss quilômetros! Você pode “rodar” 3,4,5 horas por dia e já está muito bom! Afinal, a proposta aqui não é conhecer o país inteiro de uma vez, certo?!
Nessa viagem vamos ficar 14 dias!! Já estamos na quarta noite e confesso que o tempo voaaaaa! Na primeira vez, foram 10 dias (o que eu prefiro), sendo 5 noites no trailler e 5 noites em hotel!! Mas Mi, é confortável dormir em um Motor Home?! Gente, não é nenhum hotel 5 estrelas mas a experiência é única.  Agora mesmo estou escrevendo da minha cama aqui do trailler , meia noite e em um camping localizado no meio de uma floresta!!! As meninas estão amando e as 3 falam que só querem viajar de trailler! Sabem porquê?! A sensação que elas têm é de liberdade, novidade, andarem em um “carrão” com TV, cozinha, salinha, cama! Rs Quer coisa melhor?!

 

Estamos em 3 Motor homes, cada um com sua família! O nosso por exemplo está dormindo eu e meu marido no quarto (vira uma suíte na verdade) e a Vivi com a Sandra, que me ajuda cuidar da Vi! Sim, tira um pouco a privacidade mas sempre trazemos alguém para Miami pois gostamos de sair para jantar e ter nosso tempo como casal! Mas quando a viagem não é tão longa (dessa vez ficaremos 20 dias) gosto de viajar só nos 3: eu, Victor e Vivi! Acho muito importante esse momento em família, só nosso!
Indico 2 companhias de Traillers aqui nos EUA: Cruise América e Minnie Winnie ! Basta você colocar no Google uma dessas marcas e o local que você deseja retirar! Aparecerão algumas “locadoras”! Muitas de vocês me perguntaram valores e acredito que depende muito da quantidade de dias, se você entregará no local que retirou (isso fica mais barato), da empresa (Minnie Winnie por ser mais luxuosa é um pouco mais cara) e pessoas! Não é barato (até porque a conversão dólar por real não ajuda) mas sai bem mais em conta do que bons hotéis!

 

Mas a ideia aqui não é e nem pode ser substituir hotel mas sim conhecer melhor o país, ter outras experiências e entrar no clima! Simmmm e isso inclui tomar banho nos campings, cozinhar em um fogão “meia boca e pequeno”, economizar no supermercado pois a geladeira não é grande e montar/desmontar camas todos os dias!
Eu sou um pouco chata com hotel, lençol, pratos e talheres mas o Motor Home compensa tudo isso! Pois eles são entregues super limpos, com tudo em perfeito estado e higienizado! Essas 2 empresas eu garanto! Tirei alguns cliques para vocês verem como é a parte interna do trailler:

 

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E vejam a alegria das meninas…Askmi4

 

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Dessa vez pegamos o Motor Home em Orlando, que é uma super opção pois de lá você consegue traçar vários destinos! Uma viagem que quero muito fazer (fica aí a dica) é São Francisco – Napa Valley – Los Angeles! Acho um sonho a Califórnia!
Para finalizar, segue o nosso roteiro, que muitas pediram:

Roteiro

Até o próximo post! Beijos, Mi

Fotos: Blog Askmi

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

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