Férias: 5 dicas de como cuidar de seu pet nessa época do ano!

Férias: 5 dicas de como cuidar de seu pet nessa época do ano!

Com as férias a todo vapor, planos de viagem e programas de lazer tomam conta do calendário dos tutores e, os pets, muitas vezes, são os companheiros número #1 dessas aventuras. Estudos já realizados pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, parte da Mars Petcare – que detém as marcas ROYAL CANIN®, PEDIGREE® e WHISKAS®, dentre outras, constataram que compartilhar momentos da vida com um pet pode ajudar as pessoas a se manterem mais felizes e saudáveis. A base hormonal do vínculo entre humanos e animais, que demonstrou que, enquanto uma pessoa brinca ou acaricia um pet, os níveis de cortisol (hormônio do estresse) diminuem e os de ocitocina (hormônio do bem-estar) aumentam em seu organismo.

A influência dos pets na vida dos humanos é tanta que, inclusive, influencia a rotina de seus tutores. Com tantos benefícios da interação humano-animal, viajar com os pets pode tornar o momento das férias ainda mais especial. Saiba como fazer isso com segurança:

 

1. Invista em passeios ao ar livre

Juntar as crianças para passeio no parque resulta em um momento de diversão com o pet é uma boa opção de socializar com outras pessoas e outros animais, em um ambiente de conexão com a natureza. Brincadeiras como jogar bolinha e correr são bons estímulos para os cães , com foco em bem-estar mental e físico tanto do tutor como do animal. Além disso, uma pesquisa realizada pela Mars Petcare, com 1.000 tutores de cães e 1.000 tutores de gatos, revelou no caso dos tutores de cães que a convivência com o pet estimulou a prática de exercícios físicos e muitos relataram a propensão à corrida. Para pets mais caseiros, uma boa opção é uma caminhada no condomínio ou redondezas da residência.

 

2. A diversão também é dentro de casa

Com o clima mais frio do inverno em muitos estados do Brasil, as brincadeiras dentro de casa não deixam de ser divertidas, principalmente para os gatos que costumam preferir ambientes familiares indoor. Por isso, para se divertir e usufruir da interação humano-animal, invista em brincadeiras que ajudem o felino a gastar energias, com pelúcias, bolinhas, brinquedos apropriados e que emitem sons e cordas, incentivando as crianças a se distraírem ao longo do dia na cia do bichano. “Os momentos de conexão e cuidado não acontecem apenas nas horas de fazer carinho nos gatos e cães, mas as brincadeiras também são uma forma de demonstrar amor. Os pets fazem parte das famílias e essa interação humano-animal é muito benéfica, promovendo, inclusive, uma melhora no desempenho e desenvolvimento na comunicação infantil, incluindo raciocínio, percepção e memória”, comenta Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil.

 

3. Prepare-se para as viagens

Seja de carro ou de avião, os pets precisam de cuidados especiais na hora de viajar. Por isso, procure sempre uma estadia pet friendly, siga os protocolos para o transporte incluindo uma caixa de transporte adequada, para garantir a segurança do gato ou cão. Faça o mapeamento de clínicas veterinárias locais e leve as documentações corretas. Não esqueça de checar se as vacinas estão em dia e, é indicado fazer uma visita ao Médico-Veterinário antes de qualquer viagem.

 

4. Se o pet não for viajar, lembre-se dele e das suas necessidades

Nem sempre os tutores conseguem incluir o pet nas viagens de férias. Mas não se esqueça deles, das suas necessidades específicas e cuidados com a alimentação. Seja hospedado em um hotel especializado em pet ou com amigos/família, é responsabilidade dos tutores adaptar os planejamentos e programas para garantir que o pet tenha momentos de cuidado e diversão durante sua ausência, mantendo sua rotina de alimentação, sono e diversão. Dica: é importante que o pet tenha sempre uma peça de roupa do tutor, para se sentir mais ambientado, seu comedouro com alimentação nos horários de costume, além do local para as necessidades.

 

Sobre a Mars

A Mars é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como M&M’S®️, OPTIMUM™️, PEDIGREE®️, RÁRIS®️, ROYAL CANIN®️, SKITTLES®️, SNICKERS®️, TWIX®️, UNCLE BEN’S®️ e WHISKAS®️.

 

Fonte: Bárbara Penha Andrade (barbara.andrade@inpresspni.com.br)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#férias#interação humano-animal#pet#pet friendly#viagens de férias

Como proteger a saúde dos pets no inverno?

Como proteger a saúde dos pets no inverno?

Com a chegada da estação mais fria do ano, os cuidados com os pets precisam ser redobrados. O alerta não é só para o sistema respiratório, pois com a sensibilidade mais aflorada, dores nas articulações e doenças como a gripe canina também são frequentes nessa época do ano.

Conforme explica a médica veterinária Thais Matos, especialista da área de Confiança e Segurança da DogHero, maior empresa de serviços para pets da América Latina, cães e gatos também ficam gripados.

“A gripe canina é uma doença respiratória infecciosa causada pelo vírus influenza A. Esse vírus é proveniente do mesmo gênero que adoece os humanos, porém com subtipos que atacam somente os animais. Alguns dos sintomas são bem semelhantes aos dos humanos, como: tosse, espirros, secreção nasal (coriza), olhos lacrimejantes, febre, letargia e perda de apetite”, declara Thais.

 

 

Pais e mães de pets precisam ficar atentos a esses indícios, pois quanto antes for identificada a presença do vírus, mais rápido será a recuperação do pet. Em geral, a maioria dos casos de gripe canina é leve. Mas isso não descarta a consulta com um médico veterinário para tratamento.

Outra atenção é para os casos de artrose ou displasia, o tutor deve seguir as orientações médicas à risca e cuidar para que a casa fique sempre numa temperatura agradável para o pet.

A médica veterinária da DogHero selecionou 5 dicas essenciais para os cuidados com os animais de estimação no inverno. Saiba mais!

1. Vacina contra gripe canina

A vantagem de manter a vacinação contra a gripe canina em dia, é que ela pode vir com sintomas bem mais leves e fica mais fácil de ser tratada em pets vacinados. Por mais que o pet seja vacinado, ele pode contrair um vírus diferente. A gripe canina é causada pelos vírus H3N8 e H3N2, provenientes da Influenza. Apesar da semelhança com a gripe humana, esses agentes atacam somente os cachorros. A doença é contagiosa e pode ser facilmente espalhada por fluidos corporais de um cachorro infectado, basta o seu pet ter contato com um cachorro doente ou dividir comedouros e bebedouros com outro animal infectado para ficar gripado.

2. Como deve ser a rotina de banhos no inverno?

Em épocas mais frias, os banhos podem colaborar para que o pet fique doente devido à baixa temperatura e demora para secar no período. Entre os cuidados com o pet no inverno, relembre a data do último banho para saber quando é imprescindível dar o próximo. Aposte na redução da frequência de banhos e, caso seja necessário banhá-lo, aqueça um pouco mais a água e sempre seque seu pet totalmente, utilize secador e toalhas secas. É importante não deixar a pele e os pelos úmidos, mesmo que esteja sol.

3. Alimentação e hidratação em dia

A dieta dos pets deve ser mantida, sem alterações, exceto se forem recomendadas pelo médico veterinário. Os gatos dormem mais no inverno e acabam por comer e beber menos, portanto, para manter o peso e a hidratação dos felinos, os alimentos úmidos são as melhores opções. Como no inverno, a ingestão de água fica comprometida, para manter a hidratação do pet, o tutor pode espalhar vários potinhos de água fresca pelo ambiente. Segundo a médica veterinária, “esse é um ponto de atenção para manter os pets saudáveis”.

4. Como ajudar os animais em situações de rua?

No caso de pets que estão em situação de rua, o ideal é impedir que o pet fique exposto ao frio. O animal precisa ter uma casinha ou um local fechado, onde possa se abrigar da chuva e do vento. Se for possível, recomendamos que ao avistar um pet em situação de rua, abrigue-o em um ambiente fechado, como uma garagem, em casa ou em uma casinha de cachorro. Se na cidade onde pet está ventar muito, é importante que a porta da casinha fique virada para um local protegido, como uma parede, que impeça a entrada do vento. É só deixá-la afastada da parede com um espaço suficiente por onde o cão consiga entrar. A casinha, preferencialmente, deve ficar em um local coberto para não ficar úmida, ou, muito menos, gelada. Além da casinha, recomendamos que disponibilize uma coberta ou roupinhas, elas mantêm os pets quentinhos. E caso o pet não se sinta confortável, não force a situação. Outra medida importante é tentar oferecer comida e água, para se manterem hidratados e garantir um bom funcionamento do organismo.

5. Roupinhas e acessórios para esquentar o pet

Cobertores, edredons e mantas são ideais para manter o pet aquecido durante o inverno. As roupinhas, além de deixar os pets mais charmosos são ideais para eles ficarem quentinhos. As caminhas no estilo toca são excelentes, inclusive para os gatos, que não gostam muito de roupas. Um dos cuidados com o pet no inverno é oferecer uma cama confortável e quente nos dias frios. Incremente a cama ou casinha com almofadas e cobertas para que ele se mantenha aquecido durante as sonecas. Faça isso também caso ele esteja acostumado a dormir no sofá ou na cama (por mais fofos que esses dois espaços sejam, é preciso ter acessórios que os aqueçam).

Sobre a DogHero

A DogHero é a maior empresa de serviços para animais de estimação da América Latina. Pelo seu app e site, conecta quem tem pet a uma comunidade de heróis – formada por anfitriões, pet sitters, passeadores e veterinários -, que ajudam na rotina de cuidado com a saúde e bem-estar dos pets.

Fonte: Rosangela Andrade (rosangela.andrade@falacriativa.com.br)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Depois da Páscoa: deixe seu pet longe do chocolate!

Depois da Páscoa: deixe seu pet longe do chocolate!

A magia da Páscoa é mesmo contagiante, mas para quem possui animais de estimação, pode ser um perigo e tanto. Até porque, quando o feriado acaba, sempre sobra aquele chocolate que ninguém comeu ainda, não é verdade?

Até aí tudo bem, o problema é quando esse restinho vai parar na boca do seu pet, seja porque você não resistiu aos apelos incansáveis e fofos do seu melhor amigo ou ele se aproveitou de algum momento de distração para furtar um ovo que estava dando sopa.

Quem alerta é a veterinária da Nutrire, Dra. Luana Sartori. “Todos já sabem que o chocolate não é indicado para cães e gatos, mas poucas pessoas entendem o motivo dessa preocupação. A vilã dessa história se chama Teobromina – composto encontrado no cacau”, diz. 

Ocorre que o organismo dos animais não consegue metabolizar essa substância, ou seja, ela se acumula no corpo do pet. Aí que mora o perigo, pois a Teobromina em excesso ocasiona muito mais do que problemas estomacais, podendo causar doenças no coração e no cérebro do bichinho. 

Ação tóxica por dias

Além de tudo isso, essa substância fica agindo no organismo do animal por até seis dias. Por isso, o chocolate é alimento proibido para cães e gatos. Aliás, seu melhor amigo deve comer apenas alimentos feitos especificamente para ele.

“Se o pet furtou o chocolate e apresenta alterações como aumento de contrações musculares, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, vômitos ou diarreia, leve-o imediatamente ao veterinário”, indica.

Prevenir ainda é o melhor remédio

Esconda o chocolate ou deixe em locais altos onde o pet não tem acesso. Tanto o cheiro como a embalagem podem despertar a curiosidade do cão.

Se estiver muito difícil suportar os olhares de súplica do animal, dê uma guloseima feita especificamente para ele. Em caso de ingestão acidental, você já sabe: o animal deve ser avaliado por um médico veterinário.

Outros alimentos proibidos

Dra. Luana ressalva que os animais devem se alimentar de produtos preparados exclusivamente para suprir suas necessidades. A especialista fez uma lista de alguns itens que devem ficar longe do seu pet. 

“Alho e cebola também são alimentos que não devem ser permitidos. A cebola, inclusive, pode ser tóxica para o pet se consumida em grande quantidade. O abacate também é bastante prejudicial para a saúde de cães e gatos, isso porque ele possui a persina – substância rica em gordura”, revela. 

A carambola, as frutas secas, uva, café e chás não devem ser oferecidos aos animais. Além de provocar vômito e diarreia, alimentos desse tipo são responsáveis por problemas digestivos sérios e intoxicação. 

Qual é a ração ideal?

São muitas as opções no mercado pet e a escolha deve ser feita de acordo com alguns critérios como o paladar do bichinho, a quantidade de nutrientes do produto, a qualidade da produção e, claro, alimentos que auxiliem na imunidade do seu melhor amigo. 

“O ômega 6 – da mesma família do 3, auxilia na manutenção de uma pele e pelagem forte e bonita. E também temos os antioxidantes como zinco, selênio, vitaminas A e E, que garantem saúde e longevidade aos pets”, completa.

Fonte: Juliana (juzifarias80@comuniquese1.com.br) / veterinária da Nutrire, Dra. Luana Sartori

Marina Xandó

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Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Como escolher a ração ideal para meu pet?

Como escolher a ração ideal para meu pet?
A chegada de um animalzinho de estimação é só felicidade para a família. Porém, algumas dúvidas sobre a alimentação do pet assombram os tutores. Por isso, o veterinário Thiago Marçal, especialista da Nutrire, separou algumas dicas fundamentais para garantir saúde e bem-estar ao seu cão.
É fundamental ter em mente que a utilização de um alimento completo específico para a fase de vida do animal traz muitos benefícios. “Além de proporcionar uma nutrição completa, com todos os nutrientes, vitaminas e minerais exigidos diariamente, uma boa formulação conta com fontes de proteína de qualidade, proporcionando uma maior digestibilidade, diminuindo assim o volume das fezes e também auxiliando na manutenção da musculatura”, explica Dr. Marçal.
Além disso, o fornecimento de ômega 3 – gordura poli-insaturada, conhecida como gordura ‘boa’,  contribui para manter a imunidade em dia, diminuindo o risco de doenças. “Já o ômega 6 – da mesma família do 3, auxilia na manutenção de uma pelagem forte e bonita, juntamente com o  zinco e selênio. Já vitaminas A e E, garantem saúde e longevidade aos pets”, acrescenta.
O especialista lembra que sempre se deve levar em conta alguns fatores para definir qual o melhor alimento. “Cães em fase de crescimento necessitam um maior aporte de proteína, pois estão desenvolvendo massa muscular, pele e pelagem, além de maior disponibilidade de energia para garantir a saúde e disposição dos filhotes”, diz.
É muito importante salientar que o período que o cão deve consumir alimento para filhotes é diretamente proporcional ao porte do cão, por exemplo, porte pequeno até os 12 meses e porte grande até os 18 meses. “O alimento para filhotes também deve ser indicado para fêmeas nas últimas três semanas de gestação e durante toda a fase de lactação, pois fornece proteína, energia, vitaminas e minerais necessários para a mamãe e os filhotes”, acrescenta.
Quando adultos, a seleção por porte é importante em cães com até 12 kg, assim, eles recebem um alimento com formato e tamanho de grãos que facilita a mastigação, além de cuidados especiais na formulação, como prebióticos e Yucca, que atuam no intestino estimulando a absorção de nutrientes e a diminuição do odor das fezes.
O extrato de Yucca schidigera
Outra grande dúvida dos tutores gira em torno desse aditivo extensamente utilizado em nutrição de cães e gatos. “O extrato atua auxiliando na redução do odor das fezes. As saponinas, presentes em sua composição, têm a propriedade de atuar sobre o metabolismo do nitrogênio fixando amônia e, desta forma, reduzindo os níveis de gases que produzem o odor desagradável nas fezes”, explica.
A planta Yucca schidigera pertence à família Agavaceae e cresce em desertos, mais especificamente nas Américas Central e do Norte – principalmente no sudeste dos Estados Unidos e no México. “Os povos indígenas destas regiões comiam os frutos frescos e secavam as sobras para se alimentar durante os períodos de escassez de alimento”, complementa o especialista. Para a produção de produtos comerciais a base de Yucca, as plantas são mecanicamente maceradas e secas para produção do pó, ou então o macerado sofre processo de prensagem para obtenção do suco. A partir da fibra é obtido o extrato, que então é utilizado no alimento dos pets.
Auxlio texto: Juliana Farias (juzifarias80@comuniquese1.com.br) / veterinário Thiago Marçal, especialista da Nutrire
Marina Xandó

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Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Férias: como viajar com meu cachorro?

Férias: como viajar com meu cachorro?

As férias estão chegando, verão se aproximando e a dúvida que não quer calar: como viajar com meu cachorro da maneira certa? A veterinária responsável pela Monello Select, Luana Sartori, dá algumas dicas para que a experiência seja agradável para o bichinho.

O primeiro passo é checar com o seu veterinário de confiança se as vacinas estão todas em dias, isso é fundamental para que a saúde do pet seja preservada, independente do destino da viagem. “Para uma adaptação sem traumas, leve objetos que o animal vá reconhecer, como seus brinquedos, sua caminha ou até mesmo aquele pano velho que ele adora”, aconselha Luana. Uma plaquinha de identificação com nome e telefone é importante se o ambiente for novo para o pet. “Além disso, não saia sem a guia e mantenha o cão sempre perto de alguém da família”, acrescenta.

Jamais deixe o animal solto dentro do carro ou com a cabeça para fora da janela. Além da possibilidade de se machucar, você pode ganhar uma multa de trânsito. Se a viagem for de avião, cães de menor porte podem ir na parte de cima da aeronave, na sua companhia. Para os casos de animais maiores, opte por caixas ou bolsas de transporte que sejam confortáveis. Lembre-se que o Certificado Veterinário é um documento obrigatório para o embarque e também para as viagens de carro ou ônibus. Ele é emitido pelo seu veterinário e tem validade de 10 dias. Em viagens nacionais, aliás, você precisa apresentar também a Carteira de Vacinação do seu pet.

“Evite mudanças drásticas na rotina do pet, principalmente no caso dos felinos. Não esqueça que gatos preferem ficar no seu ambiente, mas não devem ser deixados sozinhos o tempo todo. Se não tiver um amigo ou familiar que possa ver o animal, no mínimo, de dois em dois dias, contrate uma pet sitter de confiança”, diz Luana. Ter um animalzinho é compensador, mas exige cuidados. “Precisamos lembrar sempre que cães e gatos dão trabalho e necessitam de atenção constante, inclusive no período da suas férias. Antes de planejar a viagem de verão, inclua o pet nesse processo e verifique as melhores alternativas para a família toda”, indica.

Auxilio texto: Jornalista Ju Farias (juzifarias80@gmail.com ) e veterinária responsável pela Monello Select, Luana Sartori

Marina Xandó

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Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#atenção nas férias#dicas#pet