Casinha na árvore!

Casinha na árvore!

E nossa casinha de boneca na árvore ficou pronta! Ainda faltam alguns detalhes na pintura, colocar flores e decor nas janelas! Quem tiver sugestões me enviem por aqui!

Esse foi um presente do vovô e da vovó para as netas, que são 4 meninas! Elas amaram!

Tem quarto, cozinha, 4 janelinhas, tudo simples, mas com muito amor!

 

Foto: Blog Ask Mi

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#casinha#casinha na árvore#kids#meninas

Como os pais podem promover atividades enquanto as crianças estão em casa?

Como os pais podem promover atividades enquanto as crianças estão em casa?

Com a suspensão das aulas presenciais em quase todas as cidades do Brasil diante da ameaça do novo Coronavírus, as crianças, assim com os adultos, terão de enfrentar um período em casa. A decisão é uma estratégia para impedir a propagação do vírus, ao evitar aglomerações.

O período de isolamento está longe de ser férias e exige responsabilidade e organização dos pais. Nessas semanas, é importante que os pequenos se envolvam em tarefas pedagógicas para ampliar e exercitar boa parte de seu potencial, “gastar a energia” e continuar desenvolvendo as habilidades cognitivas. É essencial também que as crianças e adolescentes tenham consciência de que o momento é de recolhimento e proteção de si e dos outros, principalmente dos mais velhos.

De acordo com a coordenadora de Educação Infantil do Colégio Marista Arquidiocesano, localizado em São Paulo (SP), Rosana Marin, nesse momento delicado e de restrições, as crianças terão, oportunidades reduzidas de interação (eixo fundamental para o crescimento social), considerando que permanecerão distantes da escola. “Por isso, será ainda mais importante, em diversas situações, incentivar, valorizar e continuar favorecendo o desenvolvimento do brincar”, explica.

A docente esclarece ainda que a presença do professor é muito importante nesta fase, buscando formas de manter viva a memória escolar. Porém, o núcleo familiar tem muito a acrescentar, estando presente, acompanhando, mostrando interesse sincero por seus afazeres, orientando sobre dúvidas e revisando deveres concluídos. “Os familiares precisarão reorganizar a rotina dos pequenos, contudo, mantendo, dentro do possível, os mesmos períodos de ‘compromisso’ da criança, com as principais atividades do seu dia a dia: no período em que ela iria para a escola, estudar; hora de brincar; tomar banho; jantar em família etc. Neste momento não há ida para a escola, mas a escola poderá sim se fazer presente de tal forma, que acabará adentrando e, de maneira muito enriquecedora e prazerosa, à casa da criança”, ressalta Rosana.

Uso da tecnologia

O uso da tecnologia encurta as distâncias, colaborando para minimizar a falta que as crianças sentem da escola, dos professores e dos colegas. “As crianças podem conversar com os amigos utilizando a câmera do celular ou do computador, sob a supervisão de seus pais. O importante é não perder o contato”, sugere. “Além disso, os professores poderão postar vídeos curtos com mensagens, relembrando-as de que pertencem a um grupo, que logo mais se reunirá com imensa alegria e afeto”, finaliza.

A escola também deve promover propostas pedagógicas a serem realizadas conjuntamente em família. “Pedimos que, no momento da realização das atividades ou vivências, a família faça registros, por meio de fotos, frases, palavras, objetos, como um portfólio, dando-nos retornos, sempre que possível. Esse acompanhamento ajudará os professores a compor o olhar sistêmico do desenvolvimento das crianças, também nesse momento mandatório, de maior distanciamento”, argumenta a coordenadora.

Algumas dicas para os pais durante o período de suspensão das aulas:

  • Organizar uma rotina de estudos;
  • Criar um ambiente livre de distrações;
  • Todos da casa devem acordar no horário costumeiro. O ideal é que as crianças estudem no mesmo período;
  • Manter o contato com os amigos, mesmo que de forma virtual;
  • Criar um portfólio da atividade das crianças, por meio de fotos, frases, palavras e objetos;
  • Propor jogos educativos, assistir a filmes, ler livros.

Auxilio texto: Eduardo Vella (eduardo@pg1com.com)

Imagem: http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2015/02/veja-15-dicas-para-incentivar-leitura-entre-criancas

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#atividades em casa#casa#Crianças#home#kids#pais podem promover atividades enquanto as crianças estão em casa

Como ensinar sobre economia circular e colaborativa para as crianças!

Como ensinar sobre economia circular e colaborativa para as crianças!

O modo como consumimos está mudando por diferentes fatores, entre os quais se destaca a sustentabilidade, sobretudo no mercado da moda. Nesse sentido, roupas, calçados e acessórios usados ​​representam hoje um mercado de US﹩ 10 bilhões nos EUA, segundo dados da empresa de pesquisa de mercado IBISWorld.

 

As crianças crescem muito rápido e, por esse motivo, “perdem” inúmeras roupas com pouco tempo de uso. Além disso, costumam “cansar” com facilidade de brinquedos e livros em perfeito estado. Em todos estes casos, o destino comum para estes objetos é o desuso ou o lixo. A economia circular e colaborativa visa justamente quebrar essa corrente de consumo irresponsável e incentivar a revenda de itens que, embora ainda estejam bons, já não têm mais utilidade para os seus donos iniciais.

 

Segundo pesquisa feita em 2018 pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), nove em cada dez consumidores brasileiros (87%) acreditam que a economia compartilhada é uma prática que vem ganhando mais espaço na vida das pessoas.

 

Para tornar esse hábito cada vez mais comum no país, algumas empresas, como as startups abaixo, disponibilizam ao público uma ampla diversidade de produtos second hand, muitos deles voltados para crianças, como roupas e até brinquedos. Uma oportunidade para os pais ensinarem os filhos a ingressarem desde cedo, e com naturalidade, no universo da economia colaborativa. Confira:

 

Venda de roupas usadas

 

 

A TROC Kids, página da TROC – maior brechó online do Brasil – dedicada para peças de crianças de zero até doze anos de idade, é uma plataforma que conecta pessoas que querem vender e comprar roupas, bolsas, sapatos e acessórios usados das melhores marcas e em perfeito estado. O grande diferencial do brechó 100% online é a curadoria feita sobre os produtos e o volume de opções que oferecem. “Colocamos no site 4.000 peças para a estreia da página e todas foram vendidas em dois dias. As crianças crescem muito rápido e, após usarem poucas vezes, as roupas já não servem mais. Por isso, os itens estão praticamente novos e, na TROC, sempre estão em perfeito estado”, explica Luanna Toniolo, fundadora da startup. A TROC Kids tem opções para todos os gostos e bolsos, com peças de fast fashion, premium e luxo. Os valores variam de R$ 8,00 a R$ 1.400,00.

 

Troca de Brinquedos

 

Brincou Trocou é um site especializado em brinquedos, criado por Daniel Pinho em 2015, que disponibiliza diversos estilos de jogos, como quebra-cabeças, instrumentos musicais, entre outros. Para colaborar, é preciso se cadastrar por meio de e-mail e senha ou com o ID do Facebook. Assim, quando o usuário disponibiliza um item no site, ele recebe uma quantidade específica de dinheiro virtual que pode ser utilizado para adquirir objetos de outros cadastrados. Ou seja, envia os brinquedos por correio e ganha moedas para trocar por outros brinquedos. Essa iniciativa ensina sobre o consumo consciente e a economia colaborativa para os pequenos, afinal a maioria das crianças têm muitos brinquedos e estão dispostos a trocá-los por novos, caso sejam incentivados para isto.

 

Repasse de livros

 

Não é sempre que um livro rouba o coração de um leitor. Para não deixá-lo de lado consumindo poeira, uma das melhores atitudes a se tomar, ao invés de jogá-lo no lixo, é trocá-lo por algum outro que seja do seu gosto. Um dos sites que auxiliam nesse sentido é o Livra Livro, plataforma que conecta leitores de todo o Brasil com o objetivo de repassar os livros adiante. Para fazer parte do grupo, apenas um cadastro na página do Livra Livro já é o suficiente. A partir dessa etapa, é possível receber e repassar as obras – o remetente fica responsável pelo custo do envio. Também existe a possibilidade de pagar por planos mais avançados com mensalidades que variam entre R﹩ 1,99 a R﹩ 15,99. O site permite ainda receber alertas de livros para troca pelo Facebook e pelo Twitter.

 

Auxilio texto: assessoria de imprensa da TROC / Gabriela Cardoso gabriela.cardoso@falacriativa.com.br

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#Crianças#economia circular#kids

Viagem de esqui com crianças!

Viagem de esqui com crianças!

Aquele cenário branquinho coberto de neve é encantador para qualquer idade. Curtir a temporada de inverno ao lado das crianças é ainda mais perfeito. A ideia pode até parecer desafiadora no início, mas a psicóloga e empreendedora carioca Nathália Gomes, que narra suas aventuras pelo mundo no site www.kids2gether.com.br ao lado do marido Pedro e os três filhos do casal, os gêmeos Mateus e Gabriel, de 10 anos, e João Miguel, de 3, afirma que é diversão garantida.

 

Recentemente a família passou o Carnaval em Vail, no Colorado. Mas já esteve também em outras estações dos Estados Unidos, como Park City e Aspen. Independentemente do destino, esquiar é grande parte da aventura de uma viagem de neve e, a partir dos 3 ou 4 anos, os turistas menores já podem participar de aulas coletivas ou particulares. Vale lembrar que a atividade às vezes é cansativa e que, quanto mais lúdica, melhor. Assim, fica fácil eles se apaixonarem por um novo esporte.

 

 

Como escolher a estação de esqui ideal?

 

De acordo com Nathália, além de encantadora, Vail tem um dos mais importantes diferenciais quando o assunto é viagem de esqui com pequenos: oferece estrutura além das pistas. Para ela, é fundamental que o local tenha outras atividades fora do circuito hotel e meios de elevação para evitar crianças entediadas nas férias. Entre os programas preferidos estão visitar parques de diversão, fazer caminhadas, trilhas, tours de snowmobile e tubing, observar os animais locais, jantar em restaurantes diferentes e prestigiar festivais e feiras temáticas. Em Vail, por exemplo, não dá para não ir à Fuzziwigs Candy Factory, loja de balas que virou ponto turístico.

 

Por falar em sobremesa, outra dica é sempre ter a tiracolo uma garrafa térmica durante o dia. Além de driblar o frio com um belo chocolate quente ou chá, deixa qualquer criança mais feliz. Na bolsa, não pode faltar também itens e medicamentos que possam ser mais usados, como analgésico, xarope e termômetro.

 

O que levar na mala?

 

Na hora de fazer as malas, a regra é a mesma para qualquer destino de inverno, seja no Hemisfério Norte ou no Sul, onde ficam estações como Portillo, no Chile, e Chapelco, na Argentina. Como as roupas de frio são mais volumosas, não economize nos sacos a vácuo para guardar tudo. Antes de escolher o look do dia, fique de olho na previsão do tempo e, além da temperatura, atente-se ao vento para ver se é necessário usar cachecóis mais grossos para evitar dor de garganta e resfriados. Meias de lã, roupas termais, protetor de orelha, gorro e luvas também entram no combo.

 

Outro ponto é que não há como esquiar e não entrar em contato com a neve e se molhar, então roupas e calçados impermeáveis são obrigatórios. Cheque antes de embarcar se a estação de esqui aluga todos os itens de vestuário necessários para a prática, como capacete, óculos e casacos apropriados.

 

Onde se hospedar?

 

Quando o assunto é acomodação, prefira hotéis, lodges ou condomínios com acesso fácil aos meios de elevação para evitar que as crianças se locomovam grandes distâncias. São os chamados ski in/ski out. Isso ajuda a reduzir o cansaço dos turistas mirins. Quartos espaçosos e alguns mimos também caem bem. Há hotéis que servem lanches e disponibilizam chocolate quente, marshmallow e cookies para os visitantes de todas as idades.

 

Auxilio texto: Nathália Gomes, do site Kids2gether e AD Comunicação & Marketing

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#Crianças#dicas#esqui#kids#travel#Viagem#Viagem de esqui com crianças

SAIBA COMO ORGANIZAR OS BRINQUEDOS DA GAROTADA!

SAIBA COMO ORGANIZAR OS BRINQUEDOS DA GAROTADA!

Ter um espaço organizado não só é importante para o desenvolvimento da criança, como pode ajudá-la na fase adulta. Deixar os brinquedos em ordem facilita e muito a vida de pais e filhos. “As crianças conseguem saber exatamente o que têm e curtem todos os brinquedos”, afirma a personal organizer Carol Rosa.

 

O primordial para organizar o espaço das crianças é deixar tudo à vista e ao alcance delas. “Quanto mais óbvia a organização e mais separados os itens, mais fácil para os pequenos visualizarem e encontrarem tudo”, aconselha.

 

A profissional dá dicas de como deixar o espaço o mais funcional possível para as crianças:

 

 

– O primeiro passo é separar e categorizar os brinquedos em carrinhos, bichos de pelúcia, bonecas, jogos, bolas, livros, etc… “Depois, dependendo da quantidade e do espaço da casa, ainda é possível fazer subdivisões como carrinhos pequenos e grandes. Tudo será organizado dentro de caixas, cestos e baús”, explica.

– Na hora de organizar as bonecas, vale separá-las por modelo. Como elas geralmente têm muitos acessórios, a dica é criar uma caixa de itens para a Barbie, outra para a Poly, uma para a Moranguinho e assim por diante. Já as bonecas em si devem ser posicionadas em pé dentro de cestos. “Assim, fica fácil para a criança pegá-las e devolvê-las no lugar”, afirma Carol Rosa. A tática funciona também para outros tipos de brinquedos. “Tudo tem que estar de fácil acesso e atrativo para a garotada.”

– Já os quebra-cabeças devem ser guardados na própria caixa. Caso não haja espaço suficiente, recorte o desenho a ser montado e o coloque com todas as peças juntas num saquinho transparente tipo zip lock. Aí, é só criar um local específico para esses saquinhos. O mesmo vale para os blocos de montar.

– Os brinquedos maiores como casa, bonecas grandes e robôs, devem ser acomodados em nichos ou prateleiras. “Assim, eles não ficam espalhados pelo chão”, afirma a personal organizer.

– Outra sugestão é separar uma gaveta ou uma caixa só para os materiais de arte: tinta, canetinha, lápis-de-cor, caderno de pintar, pincéis, etc.

– Os livros devem estar bem à mostra. Para isso, as prateleiras, mesmo as mais fininhas, super funcionam. Ao contrário de uma biblioteca – em que as obras são enfileiradas – para as crianças, a Carol Rosa indica colocar os livros de frente, deixando a capa bem visível. “Acomode-os em prateiras que fiquem ao alcance das crianças. É importante que elas possam pegar, brincar, folhear”.

 

Na hora de escolher as caixas organizadoras, vale optar pelas transparentes e de plástico. A criança consegue visualizar o que tem dentro de cada uma delas. Além disso, é possível lavá-las. Para facilitar ainda mais, é bom colocar uma etiqueta especificando os itens guardados. “Caso a criança ainda não saiba ler, cole na frente um desenho do brinquedo que está dentro: um carrinho, uma boneca, um avião”, sugere a profissional.

 

Os baús maiores ou cestos compridos são úteis para guardar bichos de pelúcia, bolas, espadas. Para as fantasias, vale inclusive investir numa arara pequena. “É um item fácil de encontrar e barato. Fica super charmoso, prático e muito funcional para as crianças”, afirma Carol Rosa. “Embaixo você pode ainda colocar uma caixa com todos os acessórios e complementos”. Se a casa não tiver espaço para um varão, as caixas grandes – tipo containers – também funcionam. Mas, nesse caso, é importante ter a trava. Como as peças têm volume, a tampa geralmente não fecha direito e é preciso prendê-la.

 

Sobre Carol Rosa

A Carol Rosa é uma personal organizer certificada, que atua na área de organização desde 2012. A equipe da Carol Rosa presta uma gama de serviços como organização de armários e closets, quartos de bebês, cozinha e despensa, louças finas e até mudanças… O objetivo é facilitar a vida e o dia a dia dos clientes, proporcionando qualidade de vida, conforto e ajudando as pessoas a gerir melhor o tempo delas.

 

Auxilio texto: Camila Leopoldo – Casa9 Agência de Comunicação

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#dicas#kids#organização#quartos