Como cuidar da pele antes e depois da maquiagem!

Como cuidar da pele antes e depois da maquiagem!

Se maquiar para ir a uma festa ou evento já se tornou rotina para milhares de mulheres que se preocupam com a aparência. Contudo, é necessário ter alguns cuidados antes e depois de aplicar a maquiagem na face para manter a qualidade da pele.

 

Adélia Mendonça, especialista em dermocosméticos, afirma que o preparo da pele é importante para melhorar o aspecto da maquiagem. “Deve começar pela higienização, eliminando impurezas e o excesso da oleosidade. Depois, realizar uma boa hidratação, para impedir que a maquiagem fique craquelada; usar protetor solar para proteger a pele dos efeitos do sol e também o primer para corrigir imperfeições e fazer com que a maquiagem dure por mais tempo”, explica.

 

 

Maquiagem é coisa séria

Caso os procedimentos mencionados acima não forem feitos de forma correta, a pele ficará “suja”, pois os poros estarão obstruídos, e isso pode estimular o surgimento de cravos e espinhas.

Dormir de maquiagem, pode?

De acordo com Adélia Mendonça, não. O efeito é o mesmo de não ter preparado a pele corretamente: haverá a obstrução dos poros e das glândulas sebáceas do rosto, causando o aparecimento de acne.

Cuidar é essencial!

Para manter a pele renovada e bela, remova toda a maquiagem e higiene o rosto imediatamente para eliminar os produtos. “Finalize com um hidratante e protetor solar”, indica Adélia. Isso porque o filtro solar possui diversas propriedades, entre elas: antipoluição, antiglicação, ação antioxidante e hidratante.

Além disso, existem muitas dúvidas sobre a periodicidade que se pode usar maquiagem e a especialista esclarece: “Se manter os devidos cuidados, o uso da maquiagem diária não causa nenhum problema para pele”.

 

Sobre Adélia Mendonça

A Adélia Mendonça Cosméticos desenvolve dermocosméticos e tratamentos de alta performance, se comprometendo a uma busca constante pela eficácia e excelência de seus produtos.

 

Auxilio texto: Assessoria de imprensa Adélia Mendonça Cosméticos
Rodrigo Carvalho (rodrigo@carvalhoassessoria.com)

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#cuidados#Cuidar é essencial#dicas#maquiagem#pele

Viagem de esqui com crianças!

Viagem de esqui com crianças!

Aquele cenário branquinho coberto de neve é encantador para qualquer idade. Curtir a temporada de inverno ao lado das crianças é ainda mais perfeito. A ideia pode até parecer desafiadora no início, mas a psicóloga e empreendedora carioca Nathália Gomes, que narra suas aventuras pelo mundo no site www.kids2gether.com.br ao lado do marido Pedro e os três filhos do casal, os gêmeos Mateus e Gabriel, de 10 anos, e João Miguel, de 3, afirma que é diversão garantida.

 

Recentemente a família passou o Carnaval em Vail, no Colorado. Mas já esteve também em outras estações dos Estados Unidos, como Park City e Aspen. Independentemente do destino, esquiar é grande parte da aventura de uma viagem de neve e, a partir dos 3 ou 4 anos, os turistas menores já podem participar de aulas coletivas ou particulares. Vale lembrar que a atividade às vezes é cansativa e que, quanto mais lúdica, melhor. Assim, fica fácil eles se apaixonarem por um novo esporte.

 

 

Como escolher a estação de esqui ideal?

 

De acordo com Nathália, além de encantadora, Vail tem um dos mais importantes diferenciais quando o assunto é viagem de esqui com pequenos: oferece estrutura além das pistas. Para ela, é fundamental que o local tenha outras atividades fora do circuito hotel e meios de elevação para evitar crianças entediadas nas férias. Entre os programas preferidos estão visitar parques de diversão, fazer caminhadas, trilhas, tours de snowmobile e tubing, observar os animais locais, jantar em restaurantes diferentes e prestigiar festivais e feiras temáticas. Em Vail, por exemplo, não dá para não ir à Fuzziwigs Candy Factory, loja de balas que virou ponto turístico.

 

Por falar em sobremesa, outra dica é sempre ter a tiracolo uma garrafa térmica durante o dia. Além de driblar o frio com um belo chocolate quente ou chá, deixa qualquer criança mais feliz. Na bolsa, não pode faltar também itens e medicamentos que possam ser mais usados, como analgésico, xarope e termômetro.

 

O que levar na mala?

 

Na hora de fazer as malas, a regra é a mesma para qualquer destino de inverno, seja no Hemisfério Norte ou no Sul, onde ficam estações como Portillo, no Chile, e Chapelco, na Argentina. Como as roupas de frio são mais volumosas, não economize nos sacos a vácuo para guardar tudo. Antes de escolher o look do dia, fique de olho na previsão do tempo e, além da temperatura, atente-se ao vento para ver se é necessário usar cachecóis mais grossos para evitar dor de garganta e resfriados. Meias de lã, roupas termais, protetor de orelha, gorro e luvas também entram no combo.

 

Outro ponto é que não há como esquiar e não entrar em contato com a neve e se molhar, então roupas e calçados impermeáveis são obrigatórios. Cheque antes de embarcar se a estação de esqui aluga todos os itens de vestuário necessários para a prática, como capacete, óculos e casacos apropriados.

 

Onde se hospedar?

 

Quando o assunto é acomodação, prefira hotéis, lodges ou condomínios com acesso fácil aos meios de elevação para evitar que as crianças se locomovam grandes distâncias. São os chamados ski in/ski out. Isso ajuda a reduzir o cansaço dos turistas mirins. Quartos espaçosos e alguns mimos também caem bem. Há hotéis que servem lanches e disponibilizam chocolate quente, marshmallow e cookies para os visitantes de todas as idades.

 

Auxilio texto: Nathália Gomes, do site Kids2gether e AD Comunicação & Marketing

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Receita leve para o finds!

Receita leve para o finds!

Oiii, tudo bem? Recebi pedidos de uma receita leve para o fim-de-semana e resolvi compartilhar essa que recebi, do site Mundo Verde (www.mundoverde.com.br). Confiram:

 

Quinoa crocante com grão de bico

 

 

Ingredientes

1 Xícara de mix de folhas

1 Xícara de mix de quinoa cozida (fria)

1/2 Xícara de tomate-cereja cortado

1/2 Xícara de cenoura ralada

1/2 Xícara de abobrinha ralada

2 Colheres de sopa de passas

1 Colher de sobremesa de azeite extra virgem

1 Colher de chá de sal rosa

1 Sachê de Crispy de Grão de Bico sabor Cúrcuma, Cebola e Salsa Flormel

Modo de preparo: Misture todos os ingredientes e sirva imediatamente.

Rendimento: 2 Porções

Receita: sem açúcar, vegana, sem lactose, sem glúten e proteica

 

Auxilio texto: Ink Comunicação – Raul Fagundes Neto – raul.fagundes@inkcomunicacao.com.br / Site: www.mundoverde.com.br

Marina Xandó

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Bebê na praia: os cuidados necessários para um passeio tranquilo!

Bebê na praia: os cuidados necessários para um passeio tranquilo!

Aproveitar a praia com um bebê nem sempre é uma tarefa fácil, e isso fica por conta dos questionamentos que rondam sobre o assunto, como: quando é o melhor momento e quais os cuidados necessários durante o passeio. Pensando nisso, a pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Mariana Jordão, esclareceu as principais dúvidas:

 

 

1. Existe uma idade recomendada para levar o bebê à praia?

Não existe uma idade específica, porém, é recomendado que o passeio ocorra após os seis meses, pois é quando está liberado o uso de protetor solar e repelentes, além de haver menor risco de infecções. Mas caso seja feito antes dessa idade, é preciso redobrar os cuidados.

2. Quanto à exposição solar, quais cuidados devem ser tomados?

Como mencionado, a partir dos seis meses está liberado o uso do protetor solar, que deve sempre ser FPS 50 ou mais, e ter proteção contra raios UVA E UVB. Somado a isso, no período entre os seis meses e dois anos é indicado usar bloqueadores solares (protetor solar com barreiras físicas que refletem os raios UV).

Outro importante cuidado é no momento da aplicação do protetor, que deve ser feita em torno de 20 minutos antes da exposição, de forma uniforme e por todo o corpo- e não esquecer o couro cabeludo, orelhas, pescoço e em cima dos pés. O produto deve ser reaplicado a cada duas horas e após entrar na água.

O horário é outro importante fator. O ideal é que, principalmente abaixo dos seis meses, a exposição solar seja feita antes das 10 horas e após às 16h/17h, com passeios curtos que não ultrapassem uma hora. Sempre com medidas de proteção como guarda-sol, chapéu, prevenindo contra riscos de insolação, desidratação e câncer de pele.

3. É permitido banho de mar?

Sim, mas é importante lembrar que durante o verão o mar costuma estar impróprio por conta do maior risco de poluição, e por isso, vale procurar águas mais limpas e com temperaturas agradáveis. Águas geladas podem causar queda na temperatura corporal dos bebês.

O contato com o mar, entretanto, deve ser por pouco tempo, preferindo molhar os pés e não mergulhar e redobrando a atenção com o risco de afogamentos. Uma boa dica é montar piscinas infláveis com água doce embaixo de um guarda-sol ou sombras.

4. Durante o banho de mar, é indicado que o bebê use fraldas?

Sim, em crianças que não tem controle esfincteriano, por questões de higiene e cuidados com o meio ambiente, o uso é apropriado. Fezes e urina podem contaminar as águas compartilhadas e a fralda é um meio de conter.

O ideal é utilizar fraldas apropriadas para o uso em mar e piscinas, por não encharcarem, deixando o bebê ou criança confortável durante o uso, que deve ser somente durante o contato com a água. Após esse período, é preciso retira-las e fazer higienização com água doce, a fim de evitar assaduras.

5. Alimentação e hidratação: como proceder?

Para evitar o risco de infecções alimentares, o ideal é trazer água filtrada e o próprio lanche- frutas são uma boa opção, além de fáceis de transportar. O modo de armazenamento dos alimentos também é de extrema importância. Eles devem ser embrulhados e concentrados em isopores para manter uma temperatura ideal e evitar a exposição ao sol.

Oferecer água com frequência para as crianças a partir dos seis meses é muito importante, assim evita a desidratação. Já para os bebês abaixo dessa idade, em aleitamento materno exclusivo, não há necessidade.

A água de coco é outro fator que merece cuidado. O ideal é que seja consumida a partir de um ano, por sua alta concentração em fósforo, sódio, potássio e magnésio- que pode causar um balanço orgânico inadequado. Caso seja consumida antes, não exceder 50ml uma a duas vezes na semana.
Auxilio texto:TREE COMUNICAÇÃO – Rhayssa Nascimento – (rhayssa.nascimento@tree.inf.br) e pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Mariana Jordão
Imagem: https://revistacrescer.globo.com/
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Por que é tão difícil mudar hábitos?

Por que é tão difícil mudar hábitos?

Sabemos que, para a maioria das pessoas, é muito difícil mudar um hábito. Por que será? O que está relacionado às nossas rotinas que nos impede de realizar mudanças para melhor? Para a fisioterapeuta com foco em Saúde Integrativa, Frésia Sa, Talvez, a resposta esteja nas nossas crenças e nos nossos traumas.

 

 

Alguns números podem nos ajudar a compreender por que mudar hábitos é algo diferente para cada pessoa: com relação à questão de tempo, existe uma pesquisa realizada que muda um pouco a lógica que é apregoada nas redes sociais e que já foi tema de livros. Segundo um estudo da Universidade Colege London, com 96 participantes, que durante 84 dias realizaram mudanças de rotina em diferentes graus, existem, também, diferentes tempos para a adesão de hábitos.

 

“Para hábitos simples, como beber um copo com água todas as manhãs, o prazo de 21 dias, que é o mais conhecido, funciona muito bem”, explica Frésia, “entretanto, conforme o hábito vai sendo mais intenso, ou necessite de mudanças mais drásticas que mexam conosco de formas mais profundas, o prazo vai, também, aumentando”.

 

A média desse estudo foi de 66 dias, com picos de 84 dias, no caso de mudanças mais complexas, como realizar 50 abdominais diariamente. “Para nós, que trabalhamos com saúde integrativa, ou seja, que reúne todas as áreas da vida e que também investiga traumas, crenças, as mudanças precisam estar alinhadas com a saúde corpo-mente para acontecerem de formam mais natural e, portanto, rápida”, lembra Frésia.

 

Mas, o que são hábitos?

 

A fisioterapeuta explica: “o que conhecemos por hábitos são ações repetidas que realizamos numa sequência automática com uma frequência que se torna uma rotina. Esta capacidade mecânica de realizar libera a mente, o que facilita muito a ação do sistema nervoso, pois a força vontade dispende muita energia, nos ocupando de maneira muito significativa. Seria como quando aprendemos a dirigir, no início gastamos uma energia muito maior pensando em cada etapa de como fazer. Depois quando isto vira um “hábito” nossa mente fica livre para escutar uma música, conversar”, revela.

 

“Quase metade de tudo que fazemos são hábitos”, lembra Frésia, “portanto, se deseja transformar a sua vida, mudar os hábitos é um caminho bastante decisivo. Neste sentindo, usar o foco de maneira consciente para identificar que hábitos são construtivos ou limitadores para o seu propósito pode facilitar atingir a realidade que você deseja”.

 

Assim, a primeira decisão é identificar todas as características do padrão que deseja mudar na sua vida. os pontos principais que se deve analisar são: gatilho, rotina e recompensa. Então, o que desperta em você a ação mecânica? Como são as etapas destas ações? O que você ganha com esta repetição diária de ações?

 

Frésia explica que não há como eliminar um hábito completamente: “nesse sentindo, o mais inteligente seria substitui-lo. Para que você tenha sucesso nesta substituição é importante que você comece pequeno, isto é, escolha um hábito por vez e implemente pequenas novas ações repetidas e abuse das recompensas. Lembre-se você é aquilo que faz e pensa repetidamente, portanto escolha com bom senso aquilo que vai incorporar em sua vida, isto virá a ser um obstáculo ou um facilitador da vida que você tanto deseja”.

 

Quero mudar, mas minhas memórias não deixam

 

“Vamos pensar em um caso de alguém que tenha ouvido, a vida toda, que é preguiçoso, ou pouco esforçado, ou que nunca consegue nada do que quer. Desde criança. Essa crença, no caso, ficou gravada no inconsciente e essa pessoa possivelmente agirá, na vida, sem perceber, de forma preguiçosa e pouco esforçada. Não por vontade própria e, muitas vezes, nem mesmo por uma característica pessoal. Mas porque ela acredita que é assim”, revela a especialista.

 

Uma crença limitante pode ampliar o tempo de uma mudança de hábito ou, inclusive, invalidar a própria mudança! “O mesmo acontece com traumas. Alguém que sofreu um trauma em um assalto noturno, por exemplo, pode criar um hábito de não sair de casa à noite. E, caso o trauma não seja tratado, mudar esse hábito pode ser quase impossível. Estamos dando um exemplo prático, mas podemos ter traumas desconhecidos que nos limitam de forma inconsciente”, lembra Frésia.

 

Para ela, em casos como esses, o trabalho de Saúde Integrativa, que analisa todas as áreas da vida do paciente, e o uso da Microfisioterapia e do PSYCH-K®, por exemplo, que são ferramentas que Frésia utiliza, são fundamentais para tratar os traumas e as crenças e criar um programa de mudança de hábitos.

 

Saiba mais: https://www.biointegralsaude.com.br/

Fonte: Biointegral Saúde

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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