Manchas no rosto – o que fazer?

Manchas no rosto – o que fazer?

As manchas no rosto incomodam muitas pessoas de diversas idades. Cuidados e prevenção é muito importante para evitá-las. Elas são causadas por diversos fatores, normalmente são fruto de acnes, queimaduras, exposição solar, processos inflamatórios ou até mesmo procedimentos e reações causadas por algum cosmético ou algum procedimento inadequado ao fototipo ou tipo de disfunção.

 

 

Adélia Mendonça, especialista em dermocosméticos, explica que temos manchas no rosto, porque os fatores que estimulam a produção de melanina (pigmento que dá cor à pele) são responsáveis por causar as manchas. “A hereditariedade também é outro fator que influencia no seu aparecimento, assim como a exposição solar e o uso de medicamentos – antidepressivo, anticoncepcional e anticoagulante”, aponta.

 

A especialista esclarece que muita maquiagem não causa manchas no rosto, desde que os produtos sejam de boa qualidade. O ideal é preparar a pele antes da maquiagem e fazer uma total remoção dos produtos da pele.

 

Tipos de pele em que as manchas são mais comuns

 

As manchas são comuns principalmente em pele negra e morena, ou seja, fototipos que possuem a melanina mais ativada. Peles claras também possuem tendência, isso vai de acordo com o cuidado e a hereditariedade.

 

“Tratamentos” caseiros

 

É preciso tomar cuidado. Principalmente na internet, são encontradas diversas receitas caseiras que prometem acabar com as manchas no rosto, mas esses tratamentos podem ser perigosos. O mais indicado é procurar um profissional para auxiliar nessa questão. O rosto é uma parte delicada do corpo, e a utilização de produtos caseiros, pode piorar ou causar reações adversas.

 

Cuidados

 

Adélia Mendonça aponta que alguns cuidados para evita-las uso do protetor solar com fator UVA/UVB, a conscientização desde criança e o uso de acessórios com fator de proteção como bonés, viseiras e chapéus.

 

Além disso, para cuidar corretamente de manchas no rosto, primeiro deve-se procurar um especialista para descobrir qual o tipo de mancha e como corrigir a disfunção.

 

Também, um ponto importante, mas por vezes esquecidos, é que os cuidados devem começar ainda na infância. Os pais devem auxiliar os filhos desde criança a usar o protetor solar e acessórios com filtro solar, assim ele vai crescer sabendo dos devidos cuidados que deve ter para evitar as manchas.

 

Auxilio texto: Carvalho Assessoria / Assessoria de imprensa Adélia Mendonça Cosméticos  – Rodrigo Carvalho (rodrigo@carvalhoassessoria.com)

Imagem: https://cn1.com.br/noticias/4/61327,mancha-no-rosto-pode-ser-melasma-causas-e-habitos-que-a-escurecem-ainda-mais.html

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Bebê na praia: os cuidados necessários para um passeio tranquilo!

Bebê na praia: os cuidados necessários para um passeio tranquilo!

Aproveitar a praia com um bebê nem sempre é uma tarefa fácil, e isso fica por conta dos questionamentos que rondam sobre o assunto, como: quando é o melhor momento e quais os cuidados necessários durante o passeio. Pensando nisso, a pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Mariana Jordão, esclareceu as principais dúvidas:

 

 

1. Existe uma idade recomendada para levar o bebê à praia?

Não existe uma idade específica, porém, é recomendado que o passeio ocorra após os seis meses, pois é quando está liberado o uso de protetor solar e repelentes, além de haver menor risco de infecções. Mas caso seja feito antes dessa idade, é preciso redobrar os cuidados.

2. Quanto à exposição solar, quais cuidados devem ser tomados?

Como mencionado, a partir dos seis meses está liberado o uso do protetor solar, que deve sempre ser FPS 50 ou mais, e ter proteção contra raios UVA E UVB. Somado a isso, no período entre os seis meses e dois anos é indicado usar bloqueadores solares (protetor solar com barreiras físicas que refletem os raios UV).

Outro importante cuidado é no momento da aplicação do protetor, que deve ser feita em torno de 20 minutos antes da exposição, de forma uniforme e por todo o corpo- e não esquecer o couro cabeludo, orelhas, pescoço e em cima dos pés. O produto deve ser reaplicado a cada duas horas e após entrar na água.

O horário é outro importante fator. O ideal é que, principalmente abaixo dos seis meses, a exposição solar seja feita antes das 10 horas e após às 16h/17h, com passeios curtos que não ultrapassem uma hora. Sempre com medidas de proteção como guarda-sol, chapéu, prevenindo contra riscos de insolação, desidratação e câncer de pele.

3. É permitido banho de mar?

Sim, mas é importante lembrar que durante o verão o mar costuma estar impróprio por conta do maior risco de poluição, e por isso, vale procurar águas mais limpas e com temperaturas agradáveis. Águas geladas podem causar queda na temperatura corporal dos bebês.

O contato com o mar, entretanto, deve ser por pouco tempo, preferindo molhar os pés e não mergulhar e redobrando a atenção com o risco de afogamentos. Uma boa dica é montar piscinas infláveis com água doce embaixo de um guarda-sol ou sombras.

4. Durante o banho de mar, é indicado que o bebê use fraldas?

Sim, em crianças que não tem controle esfincteriano, por questões de higiene e cuidados com o meio ambiente, o uso é apropriado. Fezes e urina podem contaminar as águas compartilhadas e a fralda é um meio de conter.

O ideal é utilizar fraldas apropriadas para o uso em mar e piscinas, por não encharcarem, deixando o bebê ou criança confortável durante o uso, que deve ser somente durante o contato com a água. Após esse período, é preciso retira-las e fazer higienização com água doce, a fim de evitar assaduras.

5. Alimentação e hidratação: como proceder?

Para evitar o risco de infecções alimentares, o ideal é trazer água filtrada e o próprio lanche- frutas são uma boa opção, além de fáceis de transportar. O modo de armazenamento dos alimentos também é de extrema importância. Eles devem ser embrulhados e concentrados em isopores para manter uma temperatura ideal e evitar a exposição ao sol.

Oferecer água com frequência para as crianças a partir dos seis meses é muito importante, assim evita a desidratação. Já para os bebês abaixo dessa idade, em aleitamento materno exclusivo, não há necessidade.

A água de coco é outro fator que merece cuidado. O ideal é que seja consumida a partir de um ano, por sua alta concentração em fósforo, sódio, potássio e magnésio- que pode causar um balanço orgânico inadequado. Caso seja consumida antes, não exceder 50ml uma a duas vezes na semana.
Auxilio texto:TREE COMUNICAÇÃO – Rhayssa Nascimento – (rhayssa.nascimento@tree.inf.br) e pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Mariana Jordão
Imagem: https://revistacrescer.globo.com/
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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10 dicas de segurança para o período de férias!

10 dicas de segurança para o período de férias!

No mês de janeiro, a maioria dos estudantes está de férias e passa boa parte desse período em casa. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 110 mil crianças são hospitalizadas anualmente vítimas de acidentes dentro de suas próprias residências. Durante o período de recesso escolar, essas ocorrências aumentam em 25%. Entre os incidentes mais comuns estão quedas, queimaduras, envenenamentos, sufocamentos e afogamentos.

 

“Nessa época, as crianças passam mais tempo dentro de casa e o perigo pode estar no tapete da sala, nas tomadas, nas panelas no fogão e até mesmo na caixa de remédios”, explica Robert Wagner dos Santos, especialista em segurança da ADT, empresa de monitoramento de alarme.

 

Pensando nisso, a ADT listou algumas dicas para garantir as férias em casa com cuidado e tranquilidade. Veja quais são os pontos de maior vulnerabilidade e soluções que ajudam a deixar a residência mais segura para os pequenos:

 

 

  1. Dê preferência às bocas de trás do fogão e vire os cabos das panelas para trás, evitando que alguma criança se esbarre e se queime. Fósforos e isqueiros devem ser armazenados em locais altos e trancados, assim como materiais de limpeza e objetos cortantes, como garfos, facas, copos de vidro etc;

  2. Coloque protetores nas tomadas e evite usá-las para mais de dois eletrodomésticos;

  3. Dê preferência para móveis de cantos arredondados e deixe-os longe das janelas. Coloque grades e redes de proteção nas janelas e varandas e evite cortinas com puxadores que possam provocar enforcamento;

  4. Os corredores devem ser iluminados, de dia e à noite, e possuir piso antiderrapante, sem tapetes e outros objetos que atrapalhem a circulação;

  5. Nas escadas, use grades ou portões de proteção no topo e na base;

  6. Mantenha cosméticos e medicamentos em armários trancados;

  7. Guarde os brinquedos para evitar quedas e tropeços;

  8. Guarde as bebidas alcoólicas em armários altos e com travas;

  9. Informe-se sobre as espécies de plantas venenosas mais comuns e tenha conhecimento sobre seu jardim;

  10. Na piscina, que deve ter cerca ou grade de proteção (com portão trancado) e lona de cobertura, supervisione a diversão das crianças e evite brinquedos no fundo.

 

O especialista também alerta: “além das recomendações acima, é importante combinar o que fazer em situações de emergência, já que muitas vezes as crianças não sabem para quem ligar”. O alarme monitorado, portanto, é um grande aliado. “Com essa tecnologia, é possível pedir ajuda por meio do sistema. Basta apertar botões de acordo com a situação: perigo, emergência médica ou incêndio”, explica Santos. A ADT oferece uma solução que combina alarme monitorado, câmeras, interatividade e notificações. “O sistema traz mais tranquilidade durante as férias porque possibilita ao usuário ver o que está acontecendo no local e ajuda com a tomada de providências”, finaliza.

 

Auxilio texto: Isabela Rodrigues (isabela@pimenta.com) / Pimenta Comunicação 

Imagem: https://www.rapidonoar.com.br/

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Ano Novo, saúde bucal renovada!

Ano Novo, saúde bucal renovada!

A virada do ano é um estímulo para começar novos projetos, como comer melhor, se jogar na academia, aprender uma nova língua, ler mais…. Ser mais saudável entra nas resoluções de ano novo de muitas pessoas, mas nem sempre a saúde bucal é considerada.

Cuidar da saúde da boca é importante não só para os dentes, mas como para o bom funcionamento do corpo como um todo. Infecções dentárias, por exemplo, quando não tratadas podem causar sérios problemas para a saúde em geral, isso porque as bactérias da boca podem viajar pela corrente sanguínea, contagiando outras partes do corpo.

“Quando temos inflamação ou infecção na cavidade oral podemos potencializar ou desencadear, por exemplo, riscos de perda óssea e dentária, problemas cardíacos, halitose, entre outras enfermidades”, explica a cirurgiã-dentista Cinthia Rachas Ribeiro, conselheira do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP).

Assim, profissionais da autarquia separaram sugestões de mudanças positivas para 2020 para priorizar a saúde bucal.

Escovação

Uma boa higiene bucal é essencial para a manutenção da saúde da boca. Para isso, realizar uma escovação adequada é o primeiro passo. É indicado a utilização de escovas-de-dentes macias para o ato e seguir as orientações de um cirurgião-dentista para utilizar a melhor técnica de escovação, que pode ser realizando movimentos circulares, verticais, entre outros. Durante o processo, a língua também deve ser escovada para retirar o biofilme que fica acumulado no músculo e evitar o mau hálito.

Importante também aplicar pouca força durante a escovação, a maneira de manejar a escova é mais eficaz para uma boa limpeza do que a força usada. Assim, evita-se o desgaste do esmalte do dente por abrasão.

Em relação ao creme dental, a cirurgiã-dentista Sandra Kalil Bussadori, conselheira do CROSP, recomenda o uso regular de um produto com pelo menos 1000 ppm de flúor. “Lembrando que também é importante usar uma quantidade adequada de creme, que é uma gota do tamanho de uma ervilha”, disse.

Fio Dental

O fio dental tem a capacidade de alcançar cantos onde nenhuma escova consegue chegar, como o ponto de contato dos dentes com a gengiva e entres os dentes. Isso o torna essencial para evitar doenças bucais como cáries e infecções de gengiva.

A pessoa deve colocar o fio com cuidado no espaço entre os dentes para que ele deslize em toda a superfície lateral do dente, inclusive na parte que é coberta pela borda da gengiva, fazendo leve pressão para que o atrito promova a remoção mecânica da placa bacteriana. Não há contraindicação de uso do fio, também devendo ser inserido na rotina de higiene bucal de crianças e pessoas com próteses e aparelhos ortodônticos.

Alimentação

O que ingerimos também é importante para garantir uma boca saudável. Bebidas alcoólicas ou escuras, como café e alguns refrigerantes, assim como carboidratos podem causar algumas complicações.

Álcool, por exemplo, deixa o pH da saliva ácido, o que pode inibir a salivação, intensificando os processos que induzem à erosão dental (desgaste). A mesma coisa acontece com ingestão exagerada de frutas ácidas, como kiwi, limão e abacaxi. Além disso, bebidas alcoólicas também podem causar alterações celulares nos tecidos moles bucais e aumentar a predisposição a câncer de boca e garganta.

No caso do café o maior problema é seu poder corante das estruturas dentais, que escurece os dentes e restaurações de resina. Os carboidratos e açúcares, por sua vez, contribuem principalmente para cáries e degradação do esmalte e dentina.

Assim, para prevenir esses problemas, sempre é recomendado o consumo moderado desses alimentos em conjunto com cuidados com a higiene bucal.

Visitas Regulares

Uma boa higiene bucal e cuidados com a alimentação, aliados com visitas regulares ao cirurgião-dentista fazem grande diferença entre uma boca doente e uma saudável. Sintomas como mau hálito, mudança de coloração da gengiva e feridas que demoram a cicatrizar devem ser corretamente diagnosticados para que infecções não se tornem um problema sério.

O câncer de boca, por exemplo, tem melhores chances de cura quanto mais cedo for diagnosticado. E, como já citado, uma cárie não tratada ou uma gengivite negligenciada  podem trazer graves complicações para a saúde geral.

“O profissional de Odontologia também deve ser procurado se a pessoa estiver apertando os dentes ou com dores na face, notar sangramentos gengivais ou

se alguma lesão for observada na cavidade oral, nos lábios, língua ou bochechas”, diz a conselheira. 

Auxilio texto: Informações para imprensa: Agência Galo (juliana.stern@agenciagalo.com | laiz.sousa@agenciagalo.com)

Imagem: https://www.diariodepernambuco.com.br/

Marina Xandó

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Oito dicas para garantir a saúde dos pés no verão!

Oito dicas para garantir a saúde dos pés no verão!

A época mais quente do ano está chegando e, com as temperaturas elevadas, muita gente já está aprontando malas e mochilas para curtir praias, cachoeiras e parques públicos. Dentre os itens obrigatórios, o chinelo é um que não pode mesmo faltar. “Andar descalço, principalmente em ambientes com areia seca, pode acabar com a saúde dos pés de qualquer um”, alerta a podóloga Maria de Lourdes Pinheiro, coordenadora técnica da rede Doctor Feet. O maior perigo é a Tungíase, doença popularmente conhecida como Bicho de Pé. “Trata-se de uma parasitose causada por fêmeas de uma espécie de pulga, a Tunga Penetrans, que vive em zonas arenosas”, explica a especialista.

 

O bicho de pé pode ser removido facilmente, desde que realizada por profissionais, e a lesão é tratada geralmente em uma ou duas sessões, segundo a podóloga. Mas atenção aos sintomas: a lesão causada pela penetração da pulga pode servir como porta de entrada para outras doenças, como infecções e até tétano, se o tratamento for postergado. Embora os nomes assustem, não há motivo para pânico, segundo Maria Lourdes. “Com cuidados essenciais é possível curtir o verão sem que os pés saiam prejudicados”, garante. Veja abaixo as dicas da especialista para quem vai viajar e curtir a estação mais quente do ano:

 

  1. Em locais com areia, use sandálias e chinelos;
  2. Se for o caso de caminhar na areia da praia, a recomendação é optar por estar mais próximo do mar, pois a água leva os microorganismos, diminuindo os riscos de contaminação;
  3. Evite levar animais domésticos à praia, pois as fezes podem conter parasitas;
  4. Redobre os cuidados com as crianças, já que as brincadeiras na areia envolve outras partes do corpo, como mãos, braços e pernas.
  5. Evite que os pequenos cubram o corpo com areia ou comam algo que tenha caído no chão;
  6. Use cangas ou toalhas para evitar o contato direto com o solo arenoso;
  7. É importante também prestar atenção aos sintomas: a lesão causada pela Tungíase é visível e é possível perceber uma pequena pápula marrom escura com um círculo claro ao seu redor;
  8. O problema também pode causar dor ou coceira, portanto, ao notar tais incômodos, é necessário procurar um podólogo o mais rápido possível.

 

Pioneira no segmento, a Doctor Feet é a mais ampla rede de serviços de cuidados e saúde para os pés e venda de produtos médicos e ortopédicos. Comemorando 20 anos de mercado, a marca conta com mais de 80 unidades, em 14 estados brasileiros. Mais informações: www.doctorfeet.com.br

 

 

Auxilio texto: Fernanda Mendonça (fernanda@markable.com.br)

Imagem: Reprodução Freepik/Nensuria

Marina Xandó

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