Verão 2021: cabelos tingidos precisam de cuidados extras na estação!

Verão 2021: cabelos tingidos precisam de cuidados extras na estação!
O verão está aí e não é só a pele que precisa de proteção solar, viu? Nossos cabelos também são sensíveis e precisam de cuidados especiais nessa época do ano, especialmente os tingidos.
O meu cabelo faço apenas luzes, então preciso cuidar também.
A tricologista Viviane Coutinho explica que os fios com tintura podem ficar manchados ao serem expostos muito tempo ao sol. “Os raios solares podem causar uma maior degradação, modificando a coloração atual do cabelo tingido”, afirma.
A mesma situação acontece quando a pessoa vai à piscina com frequência. Não é raro os cabelos de tons mais claros ficarem esverdeados em contato com a água da piscina, que geralmente recebe sulfato de cobre em seu tratamento.
“Não existe um perigo maior para os cabelos mais claros ou mais escuros. Na verdade, esse tipo de alteração pode ocorrer em qualquer tom, porém os mais claros às vezes ficam mais evidenciados”, explica.
Para proteger as madeixas e o couro cabeludo nessa época do ano, não tem segredo. “O uso de um bom chapéu já ajuda bastante. Hoje, encontramos opções com filtro solar e modelos mais arejados”, indica a especialista. “Além disso, alguns produtos finalizadores ocasionam uma oclusão na fibra, diminuindo os riscos de degradação, além de mantê-los mais condicionados.”
É saudável clarear os fios com exposição ao sol?
Há quem utilize o sol para mudar a coloração do cabelo, clareando os fios naturais através da exposição. De fato, os raios solares têm esse efeito clareador. Porém, ao contrário do que muita gente pensa, essa “técnica” não é nada saudável.
Segundo Viviane, a mesma linha de raciocínio de exposição da pele precisa ser pensada sobre a exposição dos fios. “Muitas pessoas gostam da famosa marquinha de biquíni, mas a exposição excessiva ao sol, principalmente nos horários em que os raios solares estão mais fortes, entre as 10h e 16h, aceleram o processo de envelhecimento da pele. Com o cabelo, acontece a mesma coisa”, afirma.
“O sol pode causar essa degradação, diferenciando o tom do cabelo para o mais claro, porém de uma forma não saudável. Assim como nos preocupamos com a proteção da nossa pele no verão, o ideal também é adotarmos essa filosofia de retardar o desgaste dos fios”, completa a tricologista.
Fonte: Viviane Coutinho, tricologista e especialista no fios capilares
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#cabelo#couro cabeludo#cuidados#exposição ao sol#fios#madeixas#proteção solar

Ortopedista indica sete exercícios para fazer em casa e fortalecer a coluna!

Ortopedista indica sete exercícios para fazer em casa e fortalecer a coluna!

Quem nunca teve qualquer desconforto na região da coluna, que atire a primeira pedra. O problema é tão comum que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população tem dores nas costas em algum momento da vida. Desse total, uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que 36% sofrem de dores crônicas. Mas é importante ressaltar que nem toda dor na coluna é uma doença. Pode ser apenas um desconforto, mal jeito ou até reflexo de má postura em atividades do dia a dia e de atividades esportivas.

Para minimizar as chances de dor e até uma doença crônica na coluna, fortalecer a região é uma das melhores formas de prevenção. E não precisa de muita coisa para isso, como mostra o  Ortopedista e Médico do Esporte, Dr. Paulo Roberto Szeles, com dicas de exercícios práticos que podem ser feitos em casa:

Elevação de quadril: deitar de barriga para cima e flexione as pernas, mantendo os pés afastados na largura do quadril. Relaxe bem a coluna, contraia abdome e glúteos e eleve o quadril até a altura dos ombros. É importante manter manter os braços no chão e não colocar a força neles. Toda a força precisa estar na região abdominal. Comece com três séries de 10 repetições, 2 vezes ao dia. Depois de 15 dias, aumentar para três séries de 30 repetições;

Alongamento da lombar: deitar de barriga para cima, esticar uma perna, dobrar a outra e abraçar o joelho. Fique nessa posição por 10 segundos e troque a perna. Fazer de repetições com cada perna; 

Espreguiçar: com a barriga para cima, estique pernas e braços para cima da cabeça, mantendo esse alongamento por 10 segundos. Relaxe, volte os braços para a lateral do corpo e repita de três a cinco vezes por dia;

Extensão da lombar: de barriga para baixo, coloque as mãos atrás da nuca e levante o tronco e as pernas ao mesmo tempo, voltando em seguida para a posição inicial. Importante: mantenha o olhar sempre para frente para ajudar a relaxar a região da cervical. Se perceber que está jogando a forca no pescoço, pare imediatamente e recomece. Faça três séries de 10 a 15 repetições;

Alongamento de pernas cruzadas: sente-se em uma cadeira com encosto bem reto, cruze a perna direita de forma que o tornozelo fique sob a coxa esquerda. Vá com o tronco para frente de forma a alongar todas as costas e até glúteos. Conte até 10 e troque de perna. Faça cinco repetições em cada perna;

Prancha: deite de bruços e se apoie no chão com antebraço e os dedos dos pés. Contraia o abdômen e conte até 20. Como é um exercício que exige mais força em toda região da lombar e abdominal, comece com três séries de 20 segundos e vá evoluindo até chegar a cinco séries de 60 segundos;

Alongamento em pé: com os pés separados na largura do ombro, coloque as mãos na cintura e vire o tronco para a direita, indo até onde conseguir sem forçar. Segure por 10 segundos e faça o mesmo do lado esquerdo. A indicação é fazer cinco séries de cada lado, duas vezes ao dia.

 

“É importante sempre ressaltar que nenhum exercício deve ser feito por pessoas lesionadas e/ou que fizeram alguma cirurgia e ainda não tiveram 100% de alta. Mesmo que a lesão ou a cirurgia não tenha nenhuma relação com a coluna, minha recomendação é falar antes com o médico que te acompanha para evitar novos problemas”, reforça o Ortopedista.

Auxilio texto: Yara Simões | Doppler Saúde Mkt (yara@dopplersaudemkt.com.br) / Ortopedista e Médico do Esporte, Dr. Paulo Roberto Szeles

Imagem: https://vivasaudedigital.com.br/saude/ortopedista-indica-sete-exercicios-para-fazer-em-casa-e-fortalecer-a-coluna.phtml

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#coluna#cuidados#fortalecer a coluna#médico#ortopedista

Quando tomar suplemento de Vitamina D?

Quando tomar suplemento de Vitamina D?

Os suplementos de vitamina D são recomendados quando a pessoa possui deficiência da vitamina. Apesar de ser mais comum em países mais frios, os brasileiros estão apresentando deficiência, pois com o isolamento social, a exposição ao sol foi menor. Além disso, crianças e idosos possuem mais chance de apresentarem indicadores baixos da vitamina.

Os benefícios da Vitamina D estão relacionados com a boa saúde dos ossos e dos dentes, com o aumento da força muscular e do equilíbrio, e com a diminuição do risco de doenças como diabetes, obesidade e câncer.

Os suplementos de vitamina D, podem ser encontrados em farmácias, lojas de produtos naturais e na internet, podendo ser em comprimidos ou em gotas. Mildê está disponível em gotas e permite uma maior flexibilidade de doses. A dose vai depender da idade e da indicação.

Segundo Lucia Barreira, Gerente Técnica-Científica do Laboratório Gross, a suplementação de vitamina D é indicada pelo médico com o objetivo de tratar algumas condições que podem estar relacionadas com baixas quantidades de vitamina circulante no sangue, como, por exemplo, osteoporose, osteomalácia e raquitismo, que resultam no aumento da fragilidade e deformidade nos ossos, baixos níveis de cálcio no sangue devido à diminuição dos níveis do hormônio da paratireoide, o paratormônio (PTH), entre outros.

“A dose recomendada do suplemento depende da idade, do objetivo da suplementação e dos níveis de vitamina D identificados no exame, podendo variar entre 1000 UI a 50000 UI”, finaliza Lucia Barreira.
Auxilio texto: Lucia Barreira, Gerente Técnica-Científica do Laboratório Gross / Michel A. Gildin Acherboim (michel@mgapress.com.br)
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#cuidados#dicas#saude#vitamina D

Dicas para o desenvolvimento infantil durante a pandemia!

Dicas para o desenvolvimento infantil durante a pandemia!

A suspensão das aulas completou 6 meses no Brasil. Com a falta da escola, o estresse frente à situação da pandemia e o tempo escasso dos pais, que precisam se desdobrar para dar conta de tudo, muitas crianças estão apresentando regressão ou atrasos no desenvolvimento motor, na fala e nas habilidades sociais.

Segundo a fisioterapeuta Walkíria Brunetti, especialista em fisioterapia neurológica e prematuridade, é preciso um olhar mais acolhedor nesse momento, tanto para os pais quanto para as crianças menores.

“A preservação da vida é o mais importante. O distanciamento social continua sendo recomendado. Entretanto, é preciso também pensar no bem-estar físico e emocional das crianças, especialmente as em idade pré-escolar”.

“O fato é que a escola oferece ao cérebro estímulos diferentes daqueles que a criança tem em casa. As atividades pedagógicas da educação infantil contribuem muito no desenvolvimento da coordenação motora, da fala, da cognição e, principalmente, da socialização”, explica Walkíria.

Portanto, sem a escola, algumas crianças, especialmente as mais novas, podem apresentar déficits no neurodesenvolvimento. “Esses atrasos dependem de uma série de fatores, como espaço físico para prática de atividades, estímulos dos cuidadores, tempo gasto em celulares, tempo para brincar, acompanhamento das aulas, situação emocional etc.”.

A boa notícia é que o cérebro tem uma característica chamada neuroplasticidade. “Cada aprendizado que a criança tem cria uma conexão neural. Essa capacidade é maior na infância do que em qualquer outra fase da vida. Portanto, esses atrasos podem ser compensados por meio de atividades e estímulos que os pais ou cuidadores podem proporcionar em casa”, cita Walkíria.

Confira as dicas da especialista.

1- Desenvolvimento da coordenação motora global: Para estimular a coordenação motora global, que se refere ao controle e à organização da musculatura ampla, necessária para os movimentos complexos, os pais podem propor atividades como pular corda, dançar, pular amarelinha, saltar. Mesmo em apartamentos é possível fazer algumas dessas atividades.

Caso seja possível e seguro, essas atividades podem ser feitas ao ar livre. Andar de bicicleta, patinete, triciclo, bem como jogar bola, são ótimos estímulos para a coordenação motora global.

2- Desenvolvimento da coordenação motora fina: Já ouviu falar do movimento de pinça? É o movimento necessário para segurar o lápis para escrever ou segurar um talher para comer. Assim, a coordenação motora fina está ligada ao domínio dos pequenos músculos, para atividades mais refinadas. Para ajudar a desenvolver essa habilidade, os pais podem propor recortes, colagens, brincadeiras com blocos de montagem, desenhos, pinturas etc.

3- Desenvolvimento da Fala: A fala se desenvolve a partir do nascimento. A primeira linguagem do bebê é o choro. Daí em diante, caso a criança não apresente nenhuma outra condição que afete a fala, o desenvolvimento da linguagem depende dos pais e cuidadores.

É fundamental conversar com o bebê desde cedo. As aquisições da fala ocorrem de acordo com os estímulos recebidos. Vale lembrar que celulares, TV ou tablets não cumprem esse papel.

​​​​​​​Pelo contrário, crianças e bebês que passam muito tempo sozinhas em frente aos eletrônicos podem apresentar atrasos na fala. Então, a dica aqui é reduzir drasticamente o uso desses dispositivos e conversar com a criança o máximo que for possível. Músicas infantis e leitura de livros também ajudam na aquisição da fala.

Sem culpa
“Como eu disse acima, nesse momento precisamos ter uma visão mais acolhedora dos pais e das crianças. Felizmente, crianças aprendem rápido. Esses atrasos podem ser recuperados quando as aulas forem retomadas”, reforça Walkíria.

Mas, caso seja necessário, há clínicas especializadas em desenvolvimento infantil que podem avaliar se há necessidade de uma terapia para reduzir os déficits. Esses atendimentos podem ser feitos por um fisioterapeuta especializado em fisioterapia neurológica, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e psicólogo infantil.

Auxilio texto: Leda Sangiorgio (leda@agenciahealth.com.br) / fisioterapeuta Walkíria Brunetti

Imagem: Internet

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#coordenação motora global#criança#cuidados#desenvolvimento infantil#dicas#fisioterapia neurológica

Palavra de especialista: quando e como perceber se o bebê tem problemas auditivos?

Palavra de especialista: quando e como perceber se o bebê tem problemas auditivos?

Muito se fala sobre os cuidados com a audição de crianças e adultos, mas e quanto aos bebês? Desde o nascimento, eles podem apresentar sinais de perda auditiva ou mesmo de surdez, mas como identificar? Nem sempre essa perda é diagnosticada por exames, mas ela pode ser notada no comportamento dos pequenos.

 

Segundo Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista do Hospital Anchieta de Brasília, estima-se que a prevalência mundial de deficiência auditiva varie entre um a seis recém-nascidos a cada mil nascidos vivos. “Essa prevalência é considerada elevada quando comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância como fenilcetonúria ou anemia falciforme”, acrescenta.

A especialista complementa que a ferramenta para a identificação precoce de deficiência auditiva é a Triagem Auditiva Neonatal (TAN). “No Brasil, tornou-se obrigatória a realização da TAN em maternidades e hospitais com a promulgação da Lei nº 12.303, em 2010, por meio da realização de testes como emissões otoacústicas, o conhecido ‘teste da orelhinha”, afirma. “Além da triagem realizada nas maternidades, é importante que os pais acompanhem o desenvolvimento audiológico e de fala da criança”, pontua.

Como perceber que o bebê tem algum problema auditivo
Em 2006, a Organização Mundial de Saúde (OMS) instituiu os marcos para acompanhamento do desenvolvimento da audição e da linguagem de acordo com a idade das crianças. Dra Larissa comenta que os recém-nascidos devem acordar com sons fortes; crianças entre um e três meses devem se acalmar com sons moderados ou com músicas; três a quatro meses prestar atenção aos sons e vocalizar; seis a oito meses localizar fonte sonora e balbuciar sons como “dadá”.

Conforme a médica, aos 12 meses o bebê precisa aumentar a frequência dos balbucios, falar as primeiras palavras e entender ordens simples como “dar tchau”. Aos 18 meses ele deve falar com, no mínimo, seis palavras; aos dois anos produzir frases com, no mínimo, duas palavras; e aos três anos produzir sentenças.

“Nos casos de falha na triagem auditiva neonatal, na presença de algum desses sinais ou de dúvidas quanto ao correto desenvolvimento auditivo/fala da criança o médico otorrinolaringologista deve ser procurado para uma correta avaliação e conduta”, ressalta. “A detecção precoce de alterações auditivas permite o diagnóstico e tratamento adequados a fim de garantir o bom desenvolvimento das funções auditivas, da linguagem e do aprendizado da criança”, conclui.

Mas e em casos mais graves? O que fazer?
Mesmo com diagnóstico precoce, algumas perdas auditivas são irreversíveis. Nesses casos, é necessário um acompanhamento mais detalhado para garantir a qualidade de vida do bebê. A fonoaudióloga e especialista em audição Erica Bacchetti, da clínica ParaOuvir, explica que, embora a perda auditiva resulte em algumas dificuldades durante a infância, ela não é impeditiva. “A criança não será impedida de falar, de aprender ou se relacionar, isso devido aos inúmeros tratamentos disponíveis”, destaca.

O tratamento para os problemas auditivos em crianças depende da causa e gravidade da perda, por isso, é sempre necessária uma avaliação médica para indicação do procedimento adequado para cada paciente. O médico determinará a causa da dificuldade para ouvir e qual conduta será adotada: uso de medicamentos, cirurgia, uso de aparelhos auditivos ou implante coclear.

No mercado existe uma infinidade de modelos e opções de aparelhos auditivos, que podem ser usados no tratamento de perda auditiva em crianças. “A criança com deficiência auditiva que recebe a estimulação adequada por meio da tecnologia, seja usando aparelho auditivo, implante coclear ou prótese implantada, tem o mesmo acesso aos sons que uma criança com a audição dentro da normalidade.”, finaliza Erica
Auxilio texto: Raiane Wentz (imprensa@grupobjetiva.com) / Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista do Hospital Anchieta de Brasília
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#bebês#cuidados#deficiência auditiva#dicas#otorrinolaringologista#problemas auditivos