Segundo e terceiro dia em Portugal!

Segundo e terceiro dia em Portugal!

Meninas, seguindo à risca o meu combinado com vocês de postar tudinhooooo da nossa viagem por Portugal! Como se fosse um diário, vou contar tudo o que estamos fazendo, dia a dia. Hoje vou contar sobre nosso segundo dia (foi bem tranquilo) e terceiro!

 

Quero começar dizendo que nesses 3 dias aqui já cheguei a uma conclusão: que povo hospitaleiro!! E que clima divino! Portugal realmente é o destino da vez e faz “jus” ao prêmio de melhor lugar para viajar de 2017! Por mim, de 2018,2019 também rs.

 

Bom, nosso segundo dia foi bem relax, descansando aqui em nosso hotel, aguardando meus pais chegarem! Pedido das meninas, que continuam enlouquecidas com as mil atividades do Martinhal Family Resort! Depois de aproveitarem a piscina coberta, as brincadeiras com os instrutores e a festinha a fantasia a noite, hora de deixar elas com a Clair (funcionária há mais de 20 anos da minha mãe, praticamente membro da família) e sair para jantar! Por recomendação de dois amigos nossos que moram na cidade, fomos conhecer o tradicionalíssimo Cimas (desde 1942)! Olha, fazia muito tempo que eu não conhecia um restaurante tãooooo bom! Se eu indico?! Praticamente imploro para quem está de malas prontas para Cascais ir visitar! Simplesmente dos deuses! Peçam a alcachofra quente e o queijo derretido de entrada; o bacalhau ou lagosta gratinada de prato principal e o crepe Suzete de sobremesa! Hummm…tudo divino!

 

Depois de uma noite maravilhosa e uma cama divina, acordamos para nosso terceiro dia! O destino?! Sintra e Cabo da Roca! Aiiiiii como adoro Sintra e sua história! Claro que não conseguimos fazer tudo em um dia, então, nossas escolhas foram: Palácio das Penas e Quinta da Regaleira, além do centrinho de Sintra com 2 paradas estratégicas: doceira Piriquita e loja de enxoval Artnis!
Começamos o dia no Palácio da Pena! Para chegar é bem chatinho pois está localizado no topo da Serra de Sintra. Fica  localizado dentro do Parque da Pena, por isso depois de passar pela bilheteira é preciso percorrer um caminho até à entrada. Existem duas opções, a primeira é subir numa espécie de comboio (trem) que custa €2,00 (ida e volta) e a segunda é subir a pé (NÃO recomendo para criança ou idosos). Por fora, o palácio tem cores vivas e uma mistura de estilos arquitetônicos. O interior chama a atenção pelos detalhes, das paredes ao mobiliário. Tudo é muito luxuoso e requintado. Da visita, vale a pena destacar a Peça do Altar-Mor, que remete ao séc. XVI e foi a única que restou da construção antiga que havia ali depois do terremoto de 1755. Do Terraço da Rainha tem-se a melhor vista da arquitetura do palácio e as fotos ficam ótimas!
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A primeira construção do palácio foi uma capela, que mais tarde, no séc. XVI foi reconstruída a mando de Manuel I e doada a Ordem de São Jerônimo. O terremoto de 1755 deixou o convento em ruínas e só depois, no séc. XIX, o rei-consorte Fernando II de Portugal construiu o Palácio da Pena. Quando faleceu, o local foi herdado por sua então esposa, Elisa Hendler, Condessa de Edla. Em 1889 o Estado Português, a mando de Luis I, comprou o monumento. Durante o reinado de Carlos I, o palácio foi muitas vezes habitado pela família real, era o preferido de D. Amélia de Orleãns. Com a implantação da República Portuguesa o palácio foi convertido a Museu. A história completa pode ser vista no site dos Parques de Sintra – Monte da Lua.
Pontos negativos: pode ser um pouco cansativo para as crianças mas mesmo assim acho que vale a pena! As meninas gostaram bastante, mesmo ficando cansadas quando o passeio terminou!
De lá, as meninas voltaram para o hotel com os pais e eu, minha mãe e minhas irmãs fomos para o centrinho de Sintra provar um dos melhores dives que conheço nessa vida – os travesseiros da Piriquita!
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A Casa da Piriquita é uma das doceiras mais antigas de Portugal, que remonta a 1820 – vai está na sétima geração. O principal destaque são as queijadas, os travesseiros e os pastéis de Sintra. Em 2015 abriu em Cascais, mas a de Sintra precisa conhecer!
Depois de comer um lanchinho por ali, partimos para conhecer a Quinta da Regaleira, um dos lugares mais bonitos que vi neste país até o momento!
Quinta de Regaleira foi habitada, durante mais de dois séculos, por ilustres famílias portuguesas e está, hoje em dia, aberta ao público, servindo de cenário a uma multiplicidade de manifestações culturais, designadamente, teatro, ópera, recitais, exposições temporárias, etc. Situada em pleno centro histórico classificado como Patrimônio Mundial, em 1995, pela UNESCO, mantém a designação atual desde pelo menos 1830, data em que era seu proprietário Manuel Bernardo.
A primeira notícia desta propriedade é de 1797 quando, nos limites da vila de Sintra, são adquiridos os terrenos que a viriam a integrar. Mais tarde, cerca de 1715, as mesmas terras vêem a ser adquiridas em hasta pública por Francisco Alberto Guimarães Castro. No final do séc. XVIII, aquele lugar era conhecido como Quinta da Torre ou Quinta do Castro. Entretanto, em 1840, a Quinta da Torre é vendida a Ermelinda Allen Monteiro de Almeida – Baronesa da Regaleira -, filha de um abastado comerciante do Porto. Em 1892, os barões da Regaleira venderam a Quinta a António Augusto Carvalho Monteiro, que transformou na configuração que mantém atualmente , isto é, avassaladoramente romântica, envolta em mistérios e lendas, e segredos maçônicos.
Achei tudo simplesmente maravilhoso, desde o jardim até a capela e o palácio em si! Não sei se recomendo para crianças menores de 8 anos pois o local é gigante, a não ser que você esteja com carrinho!
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Essa quinta revela um lado místico, gótico e romântico ao mesmo tempo! Ela mantém vários segredos, inclusive em sua arquitetura! A história é incrível e indico fortemente a visita ao poço iniciático que, como se fosse uma torre invertida, nos leva ao interior da terra. De quinze em quinze degraus descem-se os nove patamares circulares do poço, recriando o ritual em que se descia ao abismo da terra ou se subia em direção ao céu, consoante a natureza do percurso iniciático escolhido.
Já passavam das 19 horas e era o momento de partir para ver o pôr do sol (sim, aqui no verão ele se põe por volta das 20 hs) no belíssimo Cabo da Roca, considerado o ponto mais ocidental do continente Europeu! Que vista maravilhosa, de suspirar!
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Lá você encontra a pedra com dizeres de Camões: “Aqui onde a Terra se acaba e o mar começa”!
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Nós 4 curtindo esse momento tão divino! Só a agradecer!
Bom, depois, partiu ver as meninas no hotel e sair para jantar! Nosso escolhido foi o renomado Porto Santa Maria, em Cascais! Super indico!
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E aí, gostaram?? Espero que estejam curtindo as dicas de Portugal! Beijos, Mi.
Fotos: Blog Ask Mi
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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