Hábitos comuns podem prevenir doenças do outono!

Hábitos comuns podem prevenir doenças do outono!

As oscilações de temperatura e a baixa umidade promovem o aumento do ar seco e a concentração de poluentes na atmosfera, assim como o risco do aparecimento de doenças respiratórias. As alterações climáticas do outono provocam problemas como resfriado, gripe, crise de asma, bronquite, sinusite e pneumonia. Os vilões continuam sendo os vírus respiratórios transmitidos por meio de gotículas respiratórias.

De acordo com a coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, professora Rafaela Saviolli, há uma alta significativa de casos de enfermidades neste período, associadas à redução da umidade relativa do ar, além do aumento da poluição. “O tempo frio e seco facilita a proliferação de agentes como vírus e bactérias”, destaca. “Com as temperaturas mais baixas, a tendência de deixar os ambientes fechados, favorável para as infecções respiratórias. Por essa razão, é importante manter a ventilação e lavar as mãos com frequência”, alerta.

Segundo a enfermeira, a chegada do outono demanda cuidados àqueles que sofrem de doenças crônicas, como a enfisema pulmonar, a asma, a bronquite crônica e as rinossinusites, pois, nesta época, ocorre a possibilidade do aumento das exacerbações.

“Pequenos hábitos irão fazer toda diferença, como a higienização das mãos, uso de máscaras quando necessário, ingerir bastante água e manter os espaços de casa limpos”, recomenda a coordenadora. “No tempo seco, lavar roupas e cobertores que estão guardados há muito tempo antes de usá-los. Se houver irritação no nariz, é indicado usar solução fisiológica”, completa.

 

Algumas dicas para evitar as doenças respiratórias no outono:

1. Hidrate o corpo

2. Não fume

3. Evite se expor a ambientes com muita poeira ou fumaça

4. Mantenha o ambiente arejado

5. Lave as mãos com frequência e utilize álcool em gel

6. Mantenha as vacinas em dia

8. Use roupas adequadas quando houver necessidade

9. Mantenha hábitos saudáveis: tempo ideal de sono, alimentação saudável e pratique exercícios físicos fora do período de temperatura mais intensa.

Tipos de vírus predominantes no outono

– Influenza (gripe);

– Adenovírus (resfriados);

– Vírus sincicial respiratório;

– Rotavírus.

Fonte: Pierre Cruz (pierre.cruz@idealhks.com) / coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, professora Rafaela Saviolli

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#bronquite crônica#doenças do outono#doenças respiratórias#higienização das mãos#rinossinusites

Que venha 2022!

Que venha 2022!

Em 2021 refleti muito! Não sei se foi a chegada dos 40 anos rs…. Não dá para afirmar! O que consigo dizer é que não conseguimos mudar o mundo, nem tampouco as pessoas a nossa volta! O crescimento e amadurecimento leva um tempo e cada um tem seu “timing”, sua evolução e sua vontade! Talvez, cuidando de nós, a gente encontra uma forma mais bonita e plena de viver; sem olhar muito para o lado e sem criar tantas expectativas em relação ao outro! Fazendo esse movimento, conseguimos nos “lapidar” e encontrar assim a verdadeira felicidade! Porque ela não depende de ninguém, apenas e unicamente de nós!

Que em 2022 possamos evoluir cada vez mais, sempre pensando em fazer o bem! Desejo a todos muita paz, saúde, amor e bençãos! Muita prosperidade em 2022! Beijos, Mi.

 

 

Foto: Internet

Marina Xandó

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#2022#amadurecimento#crescimento

Um Feliz Natal direto de Portugal!

Um Feliz Natal direto de Portugal!

Quero desejar a todos que me acompanham por aqui um Natal repleto de bençãos, com muita paz e amor! Que o menino Jesus esteja presente no lar de cada um de vocês! E que todos possam estar com quem amam! Eu sempre estou agarradinha aos meus amores, Victor e Vivi! Um beijo carinhoso, Mi.

 

 

Foto: Ask Mi

Marina Xandó

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#Feliz Natal

Traumas oculares na infância podem levar à cegueira!

Traumas oculares na infância podem levar à cegueira!

Embora os olhos estejam localizados dentro de uma cavidade óssea, a parte frontal fica totalmente exposta. Por isso, a região ocular apresenta um risco maior de ser afetada por um trauma ou uma lesão que podem trazer consequências sérias para a visão.

As estatísticas apontam os objetos pontiagudos, contusões e substâncias químicas como as causas mais comuns de traumas oculares em crianças. Essas lesões, segundo estudos, são as principais causas de cegueira monocular (perda da visão em um dos olhos) entre crianças.

“Infelizmente, esses acidentes podem acontecer em qualquer lugar, principalmente na escola e em casa”, diz a oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo.

“Em geral, traumas mais severos podem causar arranhões na córnea ou até um descolamento da retina. Outro resultado é o desenvolvimento de glaucoma e catarata precoce, dependendo da gravidade da lesão”, comenta.

 

 
Atenção com os PETs

Apesar do convívio com PETs ser importante no desenvolvimento da criança, os pais precisam orientar as crianças quanto ao tipo de carinho e cuidado com os animais.

“Aves, por exemplo, podem bicar ou arranhar os olhos. Cães e gatos também podem causar ferimentos, seja por arranhadura ou pela mordida”, comenta Dra. Marcela.

Ainda na área de seres vivos, é preciso também tomar cuidado com plantas venenosas, pontiagudas e que soltam líquidos potencialmente perigosos.

Perfuração e queimadura química

Um dos acidentes oculares mais comuns é a perfuração ocular. Essa lesão pode ser proveniente de objetos pontiagudos, como lápis, canetas, tesouras com ponta, estilingues, armas que atiram água etc.

“As crianças também podem ferir os olhos a partir do contato com produtos de limpeza, medicamentos, fogo e álcool gel. Durante a pandemia, ocorreram muitos acidentes com álcool gel devido à altura dos totens localizados nos estabelecimentos comerciais”, esclarece Dra. Marcela.

Os esportes também entram na lista das causas mais prevalentes de acidentes oculares.
É comum atender crianças que levaram uma bolada durante uma partida de futebol ou até mesmo que tomaram uma pancada do irmão durante uma brincadeira de mão em casa”, relata a médica.

Trauma ocular é emergência médica

De acordo com Dra. Marcela, uma lesão ocular é uma urgência médica. Isso significa que os pais precisam levar a criança em um pronto-atendimento oftalmológico.

“É contraindicado aplicar qualquer tipo de medicamento na lesão. Caso tenha sido um acidente com substância química, como o álcool gel, a recomendação é lavar com água durante uns 15 minutos e ir para o hospital”, reforça.

Caso o trauma tenha sido mais severo, será necessário fazer um acompanhamento regular com um oftalmopediatra para prevenir o desenvolvimento de outros problemas, como o glaucoma, por exemplo.

Ensine, ensine, ensine

As crianças precisam de repetição para aprender certas coisas. Normalmente, elas não têm nenhuma ou pouca noção do perigo. Por isso, cabe aos pais orientá-las para prevenir os acidentes.
Ensine a criança a não colocar o rosto próximo dos animais na hora de brincar
Evite brinquedos pontiagudos e explique que é preciso tomar cuidado ao usar lápis e canetas
Não permita que a criança tenha brinquedos como estilingues, armas que soltam jato de água, espadas etc.
Mantenha produtos químicos fora do alcance da criança, bem como medicamentos em forma de pomadas ou colírios
Opte por plantas sem espinhos, pontas e que não sejam tóxicas
Preste atenção nos móveis com quinas, objetos de decoração pontiagudos etc.
Oriente a criança a não coçar demais os olhos, pois isso pode causar um trauma na pálpebra. A consequência é o desenvolvimento da ptose palpebral (queda). Outro resultado da fricção constante é o ceratocone, uma doença ocular grave que pode causar perda importante da visão

“A saúde ocular na infância merece muito atenção dos pais e responsáveis. Os acidentes podem acontecer em qualquer lugar, principalmente dentro de casa e em situações corriqueiras. Todo cuidado é pouco”, finaliza Dra. Marcela.

Fonte: Leda Sangiorgio (leda@agenciahealth.com.br)

Imagem: https://ricardobanana.com.br/traumas-oculares-na-infancia-podem-levar-a-cegueira/

Marina Xandó

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#cegueira monocular#olhos#perda da visão em um dos olhos#trauma ocular#Traumas oculares

Você sabe qual é a relação do glúten com a psoríase?

Você sabe qual é a relação do glúten com a psoríase?

Nutricionista ortomolecular explica que a má absorção de nutrientes e o aumento da permeabilidade intestinal são fatores que podem ocasionar a doença.

 

 

A psoríase é uma doença inflamatória autoimune, crônica, que frequentemente está associada e coexistente com outras doenças relacionadas ao sistema imunológico, incluindo as que afetam a integridade do trato gastrointestinal.

A doença celíaca é uma condição autoimune, desencadeada pela ingestão do glúten em indivíduos geneticamente predispostos, tendo sido frequentemente associada à piora da psoríase. De acordo com a nutricionista Luciana Harfenist (@lucianaharfenist), referência em nutrição ortomolecular e funcional, o glúten é uma proteína formada pela união da gliadina e da glutenina e, uma das formas diagnósticas para a doença celíaca é a realização do teste para a detecção do anticorpo anti gliadina (AAG). Entretanto, a presença deste anticorpo em portadores de psoríase e sua relação com a gravidade da doença mostram a associação entre estes distúrbios.

Um grande estudo realizado pelo Journal of Investigative Dermatology (2011) demonstrou que indivíduos com doença celíaca têm risco aumentado de psoríase, tanto antes quanto depois do diagnóstico de intolerância ao glúten. No entanto, a evidência epidemiológica ainda é inconclusiva, uma vez que alguns estudos não demonstraram uma associação entre psoríase e doença celíaca, tanto a nível clínico ou sorológico.

“Se realmente existe, a associação entre doença celíaca e psoríase pode ser explicada por vários mecanismos, como por exemplo: a má absorção de nutrientes e o aumento da permeabilidade intestinal associada à doença celíaca, podem predispor à deficiência de vitamina D, que possui correlação com o desenvolvimento da psoríase”, ressalta a profissional.

Embora os dados disponíveis sobre a coexistência de doença celíaca e psoríase ainda sejam inconclusivos e os potenciais mecanismos fisiopatológicos permaneçam em sua maioria hipotéticos, um grande conjunto de evidências sugere que pacientes psoriáticos, com doença celíaca concomitante ou intolerância assintomática ao glúten, podem se beneficiar da dieta isenta de glúten. Em um estudo com pacientes psoriáticos que apresentavam resultados positivos para anticorpos anti gliadina (AAG), a dieta livre de glúten em 3 meses resultou em uma diminuição significativa na área afetada da pele.

Em outro estudo, curiosamente, cerca de 50% dos pacientes com resultado positivo para AAG não demonstraram evidência endoscópica da doença celíaca antes da implementação da dieta sem glúten, o que sugere que essa dieta também pode ser benéfica em psoriáticos com sensibilidade ao glúten assintomática.

A coexistência relativamente frequente de doença celíaca e psoríase justifica o monitoramento de pacientes com qualquer condição de evidência clínica do outro. Além disso, segundo a nutricionista, os níveis séricos de vitamina D devem ser controlados regularmente em pacientes com doença celíaca, com ou sem psoríase concomitantemente. ”Ainda mais importante, a implementação de dieta isenta de glúten deve ser considerada em psoriáticos que apresentem evidências sorológicas de intolerância ao glúten ou sinais clínicos de doença celíaca”, finaliza.

Contato imprensa: conceptallure@gmail.com

Marina Xandó

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#GLUTEN#má absorção#nutrientes#PSORIASE