8 dúvidas sobre Coronavírus X Tratamento de Fertilidade e Gestação!

8 dúvidas sobre Coronavírus X Tratamento de Fertilidade e Gestação!

Oiii meninas, tudo bem??? E aí, como estão na quarentena?? Por aqui seguimos dentro de casa… quer dizer, fomos pra fazenda que é mais isolado ainda. E vamos ficar aqui por algumas semanas, com meus pais, aprendendo varias coisas legais e curtindo a família!

Recebi essa sugestão de pauta e quero dividir com vocês, achei muito interessante!

 

 

8 dúvidas sobre Coronavírus X Tratamento de Fertilidade e Gestação!

 

O que as mulheres que estavam em tratamento de fertilidade ou grávidas e mulheres que estavam planejando a gestação devem fazer neste cenário alarmante do coronavírus?

 

Não se fala em outro assunto, nem poderia ser diferente. O coronavírus é a grande preocupação mundial que está provocando mudanças nas rotinas e planejamentos. Além dos riscos à saúde, alguns assuntos têm despertado muita insegurança como o tratamento de fertilidade, congelamento de óvulos e gestação assistida.

Afinal, alguns vírus que já se alastraram anteriormente, como o zika vírus e H1N1, tinham importante implicação para grávidas e seus bebês. No caso da covid-19, ainda não há evidências científicas de que ele seja capaz de causar problemas na gestação ou infertilidade.

Fernando Prado, médico ginecologista e obstetra, especialista em reprodução humana e doutor pela Imperial College London e pela Universidade Federal de São Paulo, responsável médico da Clínica Neo Vita, esclarece algumas dúvidas sobre o assunto:

  • As gestantes fazem parte do grupo de risco. “Durante a gravidez a mulher tem todo o seu corpo voltado para a formação dessa nova vida, o que acaba interferindo em todo o sistema imunológico”, explica o especialista.
  • Segundo a Sociedade Europeia de Reprodução (ESHRE) e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) não há efeitos negativos na gravidez. “No mundo existem casos de grávidas com o coronavírus que deram à luz sem efeitos negativos neonatais e bebês saudáveis”, esclarece.
  • Não houve nenhuma comprovação de transmissão vertical, ou seja, de mãe para filho.
  • Quem tem maior probabilidade de adquirir o coronavírus deve se esforçar para evitar uma gestação neste período.
  • Sempre que há algum risco para a gravidez, seja para a gestante ou para o bebê é prudente aguardar a turbulência passar.
  • O congelamento de óvulos é uma importante saída que permite planejar o melhor momento para dar continuidade aos planos de construir a família.
  • Para quem já está em tratamento de reprodução assistida, o indicado é postergar o momento da transferência por meio do congelamento de óvulos e embriões, especialmente para mulheres com mais de 35 anos e que não podem adiar esses tratamentos por muito tempo.
  • É imprescindível ter serenidade e entender que o mais importante neste momento é a prevenção e combate ao coronavírus.

“A maioria das mulheres teme que a covid-19 possa causar infertilidade, caso elas testem positivo para o vírus. Porém a Organização Mundial de Saúde já avisou que não há nenhuma evidência científica que comprove essa possibilidade”, tranquiliza o especialista.

 

Auxilio texto: Karina Martins (karina@maximasp.com.br) e doutor Fernando Prado, médico ginecologista e obstetra.

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

#Coronavírus#gestação#grávidas#mulheres#Tratamento de Fertilidade

Bebê na praia: os cuidados necessários para um passeio tranquilo!

Bebê na praia: os cuidados necessários para um passeio tranquilo!

Aproveitar a praia com um bebê nem sempre é uma tarefa fácil, e isso fica por conta dos questionamentos que rondam sobre o assunto, como: quando é o melhor momento e quais os cuidados necessários durante o passeio. Pensando nisso, a pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Mariana Jordão, esclareceu as principais dúvidas:

 

 

1. Existe uma idade recomendada para levar o bebê à praia?

Não existe uma idade específica, porém, é recomendado que o passeio ocorra após os seis meses, pois é quando está liberado o uso de protetor solar e repelentes, além de haver menor risco de infecções. Mas caso seja feito antes dessa idade, é preciso redobrar os cuidados.

2. Quanto à exposição solar, quais cuidados devem ser tomados?

Como mencionado, a partir dos seis meses está liberado o uso do protetor solar, que deve sempre ser FPS 50 ou mais, e ter proteção contra raios UVA E UVB. Somado a isso, no período entre os seis meses e dois anos é indicado usar bloqueadores solares (protetor solar com barreiras físicas que refletem os raios UV).

Outro importante cuidado é no momento da aplicação do protetor, que deve ser feita em torno de 20 minutos antes da exposição, de forma uniforme e por todo o corpo- e não esquecer o couro cabeludo, orelhas, pescoço e em cima dos pés. O produto deve ser reaplicado a cada duas horas e após entrar na água.

O horário é outro importante fator. O ideal é que, principalmente abaixo dos seis meses, a exposição solar seja feita antes das 10 horas e após às 16h/17h, com passeios curtos que não ultrapassem uma hora. Sempre com medidas de proteção como guarda-sol, chapéu, prevenindo contra riscos de insolação, desidratação e câncer de pele.

3. É permitido banho de mar?

Sim, mas é importante lembrar que durante o verão o mar costuma estar impróprio por conta do maior risco de poluição, e por isso, vale procurar águas mais limpas e com temperaturas agradáveis. Águas geladas podem causar queda na temperatura corporal dos bebês.

O contato com o mar, entretanto, deve ser por pouco tempo, preferindo molhar os pés e não mergulhar e redobrando a atenção com o risco de afogamentos. Uma boa dica é montar piscinas infláveis com água doce embaixo de um guarda-sol ou sombras.

4. Durante o banho de mar, é indicado que o bebê use fraldas?

Sim, em crianças que não tem controle esfincteriano, por questões de higiene e cuidados com o meio ambiente, o uso é apropriado. Fezes e urina podem contaminar as águas compartilhadas e a fralda é um meio de conter.

O ideal é utilizar fraldas apropriadas para o uso em mar e piscinas, por não encharcarem, deixando o bebê ou criança confortável durante o uso, que deve ser somente durante o contato com a água. Após esse período, é preciso retira-las e fazer higienização com água doce, a fim de evitar assaduras.

5. Alimentação e hidratação: como proceder?

Para evitar o risco de infecções alimentares, o ideal é trazer água filtrada e o próprio lanche- frutas são uma boa opção, além de fáceis de transportar. O modo de armazenamento dos alimentos também é de extrema importância. Eles devem ser embrulhados e concentrados em isopores para manter uma temperatura ideal e evitar a exposição ao sol.

Oferecer água com frequência para as crianças a partir dos seis meses é muito importante, assim evita a desidratação. Já para os bebês abaixo dessa idade, em aleitamento materno exclusivo, não há necessidade.

A água de coco é outro fator que merece cuidado. O ideal é que seja consumida a partir de um ano, por sua alta concentração em fósforo, sódio, potássio e magnésio- que pode causar um balanço orgânico inadequado. Caso seja consumida antes, não exceder 50ml uma a duas vezes na semana.
Auxilio texto:TREE COMUNICAÇÃO – Rhayssa Nascimento – (rhayssa.nascimento@tree.inf.br) e pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Mariana Jordão
Imagem: https://revistacrescer.globo.com/
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Bebê Love: um guia rápido de massagem para recém-nascidos!

Bebê Love: um guia rápido de massagem para recém-nascidos!

O toque é uma das formas de desenvolver vínculo afetivo entre os pais e o bebê recém-nascido. A massagem, além de auxiliar nesta ligação familiar, provoca estímulos cerebrais e motores, iniciando uma consciência corporal, e ainda acalma os ânimos e relaxa os pequenos. A LinhaBebê Love, da Nutriex, marca especialista em cosméticos para bebês e crianças, incentiva estes momentos de afeto. Com o intuito de ajudar os pais neste início cheio de descobertas, a marca apresenta 3 passos para uma massagem prática e rápida, que pode ser inserida na rotina diária. A Loção Hidratante Suave Neutro de Bebê Love, conta com fórmula de extrato de algodão, ação calmante, toque sedoso, promove hidratação e proteção à pele do bebê, além de deixar um aroma suave.

 

Lembre-se: a pele dos bebês é extremamente sensível, é preciso utilizar uma loção durante a massagem para que as mãos possam deslizar suavemente sobre a pele.

 

1) Comece massageando levemente o tórax e a barriga: a massagem no peito estimula a respiração e expande a caixa torácica; os movimentos na barriga auxiliam o funcionamento do intestino e do estômago, aliviando as cólicas.

2) Passe para os braços e pernas: role suavemente as mãos para baixo e para cima, pelos braços e pernas da criança; passe do tornozelo para o quadril, e do ombro para o pulso.

3) Finalize com uma massagem nas costas: mova as mãos suavemente em direções opostas. Intercale nos sentidos dos ombros para o quadril e vice-versa.

 

É importante evitar as massagens quando o bebê estiver com cólica, depois de se alimentar ou até mesmo se estiver com sono. Higienizar bem as mãos e tirar acessórios, como relógios e joias, é essencial para não machucar a pele do pequeno. O local da massagem não pode estar frio ou com grande claridade, é preciso criar um ambiente relaxante. Antes de iniciar, os pais também precisam entrar neste mood calmo. Fazer exercícios de respiração e relaxamento podem ajudar, afinal, esta tranquilidade é passada ao bebê. Posicione a criança de forma confortável e assegure-se que ela possa ver o seu rosto durante todo o processo. As massagens podem ser feitas diariamente, sempre com intensidade leve.

 

O recém-nascido não é o único vivenciando novas descobertas, os pais também devem aproveitar estes momentos ao máximo. Observar expressões faciais e identificar como o bebê reage é uma nova forma de entendimento entre pais e filhos.

 

Auxilio texto: Nutriex – AtitudeCom Estratégia em Comunicação
Laís Aloise – lais.aloise@atitudecom.com.br

Imagem: Guia Infantil

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Mitos e Verdades sobre o Pós-parto: desmistificando o puerpério!

Mitos e Verdades sobre o Pós-parto: desmistificando o puerpério!

Aproveitando o nascimento do bebê real e os comentários em como a duquesa Meghan Markle se mostrou uma mulher “comum”, diferente de muitas celebridades, no pós-parto, recebi este material sobre os mitos e verdades no pós-parto e quero compartilhar com vocês.

 

 

Uma pesquisa do Reino Unido identificou que 80% das mulheres não se sentem satisfeitas ao se olharem no espelho após o parto. “Essa reação é comum, principalmente hoje em dia, quando as redes sociais exibem mães-celebridades. Ao se compararem com estas mulheres, muitas mães se cobram para recuperar o corpo e a disposição que tinham antes da gravidez”, conta a ginecologista e obstetra Silvia Herrera, especialista em Medicina Fetal do Salomão Zoppi Diagnósticos, laboratório da Dasa – líder brasileira em medicina diagnóstica.

 

A especialista explica que o pós-parto de cada mulher é único. “Este momento depende de diversos fatores, por exemplo como foi a gestação, o parto, e a rotina em casa. É um período intenso tanto do ponto de vista do corpo quanto da alma”, completa.

 

O Salomão Zoppi Diagnósticos, referência em saúde feminina, desenvolveu um material que aborda as principais dúvidas após o nascimento do bebê, um período sensível para as mães. “Nós nos inspiramos nos relatos delas e nas diversas dúvidas que recebemos constantemente sobre o período do pós-parto, com o objetivo de esclarecer esse tema que é extremamente importante, sobretudo diante do atual panorama em que notícias falsas são amplamente disseminadas. Reforçamos a importância de sempre buscar fontes seguras antes de propagar as informações recebidas”, pontua Silvia.

 

O leite “desce” automaticamente após o nascimento do bebê
VERDADE! No pós-parto ocorre a liberação imediata do colostro, que é um leite muito especial produzido em pouca quantidade, mas riquíssimo em proteínas, gorduras, vitaminas e, principalmente, imunoglobulinas, responsáveis pelas defesas do bebê. É em torno do terceiro dia que se dá a apojadura, ou seja, a descida do leite. É comum a mulher sentir a mama mais quente e o ingurgitamento da mama também pode trazer um pouco de dor e até febre. “Então, não se preocupe com a quantidade de leite nos primeiros dias: ela aumenta naturalmente à medida que o bebê aprende a sugar”, comenta a ginecologista.

 

Toda mãe fica feliz após o nascimento, não existe tristeza
MITO! Existe o blue puerperal e a maioria das mulheres passa por essa instabilidade emocional. Trata-se de um choro fácil e tristeza normais. Muitas mulheres não possuem esse conhecimento e acabam se sentindo culpadas por essas sensações, que acontecem devido a uma série de fatores, como a queda brusca dos hormônios durante a gravidez, o cansaço, a privação de sono, a baixa autoestima causada pelas mudanças no corpo e a própria insegurança ao cuidar do bebê, principalmente o primeiro filho.

 

Existe diminuição da libido e ressecamento vaginal em mães que amamentam
VERDADE! Para quem amamenta, a prolactina, hormônio da amamentação, causa um bloqueio no ovário e a paciente começa a apresentar sinais parecidos com os da menopausa. Os principais efeitos são a secura vaginal e a diminuição da libido. Por isso, é importante compartilhar este momento com o parceiro, explicando a ele que a natureza se utiliza desse artifício para que a mulher fique mais tempo com o bebê. A vontade de ter uma relação sexual vai voltando com o tempo. Para o ressecamento, é indicado o uso de lubrificantes em alguns casos, até que se retorne ao estado normal.

 

É normal ter constipação após o parto
VERDADE! O intestino está se reacomodando. Nos casos de cesárea, as alças ficam paralisadas por um tempo devido à manipulação cirúrgica, portanto é possível ocorrer constipação e ficar alguns dias sem evacuar. Após um parto normal, a constipação é menos frequente, mas pode acontecer. Assim como é possível sentir um pouco de dor para urinar, tanto após partos normais quanto cesáreas.

 

Na primeira semana pós-parto, a mãe pode sentir dores devido ao retorno do útero ao tamanho original
VERDADE! Ao amamentar, a mãe libera ocitocina, hormônio que faz o útero contrair. Algumas mulheres possuem uma maior sensibilidade e sentem essa contração como uma cólica.

 

Toda mulher apresenta flacidez na pele após a gestação
MITO! Embora a flacidez tenha um componente genético, para evitá-la é também necessário controlar o peso, com orientação médica durante a gestação. Alimentação saudável e a prática de atividades físicas adequadas para fortalecer a musculatura são bons aliados. Após o nascimento, a amamentação auxilia na aceleração da contração do útero e fortalecimento dos músculos.

 

A mulher tem sangramento após o parto
VERDADE! Este sangramento decorre da cicatrização do órgão depois da gestação. É comum acontecer e pode durar até 21 dias. No começo, o sangue apresenta uma cor viva, depois o volume diminui e o seu aspecto se torna mais rosado.

 

Os cabelos caem após o nascimento do bebê
VERDADE! A mãe pode ter queda de cabelo em torno do terceiro mês, o que é um ciclo natural. Isto ocorre principalmente devido à redução súbita dos hormônios. Porém, o cabelo volta a nascer normalmente depois. O sintoma pode ser mais grave em mulheres com anemia. Um dermatologista pode indicar uma suplementação que amenize a queda capilar.

 

Silvia Herrera reforça que é fundamental procurar um profissional para tirar dúvidas tanto em relação ao bebê quanto às mudanças no seu corpo e até nos sentimentos. “Aproveite cada minuto ao lado do recém-nascido e crie esse vínculo para tornar cada momento especial e único”, finaliza.

 

Auxilio texto: Jéssie Costa – jessie.costa@bowler.com.br  / Juliana Annunciato – juliana.annunciato@bowler.com.br

Ginecologista e obstetra Silvia Herrera, especialista em Medicina Fetal do Salomão Zoppi Diagnósticos

Imagem: Medicina Fetal do Salomão Zoppi Diagnósticos

Marina Xandó

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Quatro dúvidas sobre drenagem linfática para gestantes!

Quatro dúvidas sobre drenagem linfática para gestantes!

Durante a gravidez, um dos maiores incômodos das futuras mamães é o inchaço. Além de praticar atividades físicas, ingerir líquidos e manter uma dieta balanceada, um dos métodos mais recomendados para diminuir esse desconforto é a drenagem linfática. “Utilizando os mesmos métodos da drenagem tradicional, o procedimento para a mulher grávida é realizado por profissionais devidamente treinadas e habilitadas que, através de movimentos leves e lentos, ajudam a reduzir a retenção de líquido no corpo e diminui os inchaços típicos da gravidez”, explica Ingrid Peres, Gerente Científica e fisioterapeuta dermato-funcional da ONODERA Estética.

 

Para que a gestante desfrute de uma gravidez saudável e, sobretudo, segura, Ingrid separou quatro dúvidas comuns sobre a drenagem linfática. Confira:

 

 

Quais são os benefícios da drenagem para gestantes?

A técnica exerce funções muito importantes em todo o organismo, como melhora da circulação sanguínea, eliminação de toxinas e diminuição da retenção líquida. “Além disso, a drenagem ativa a oxigenação celular e nutrição dos tecidos, alivia tensão e reduz dores musculares”.

A partir de quantas semanas de gestação o procedimento é indicado?

Ante de iniciar o procedimento, é fundamental que a gestante passe por uma avaliação médica para que seja feita a indicação correta da técnica. Em geral, as sessões podem ser iniciadas a partir do terceiro mês de gestação.

Qual a duração e periodicidade do tratamento?

Cada sessão da drenagem dura cerca de 50 minutos e são recomendadas no mínimo 10 sessões, com frequência de 2 a 3 vezes por semana.

Existe alguma contraindicação?

O procedimento não é indicado para grávidas com hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda, infecções de pele e erupções cutâneas. “É importante ressaltar que esse tipo de procedimento deve ser realizado apenas por profissionais treinadas e habilitadas e somente com autorização médica”, finaliza Ingrid.

 

Auxílio texto: Natalia Galluzzi – Dezoito Comunicação /  Ingrid Peres, Gerente Científica e fisioterapeuta dermato-funcional da ONODERA Estética

Imagem: ONODERA Estética

Marina Xandó

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#Blog Ask Mi#dicas#drenagem linfática#mamãe#Marina Xandó#maternidade