7 mitos e verdades sobre a queda capilar e calvície feminina!

7 mitos e verdades sobre a queda capilar e calvície feminina!

A calvície feminina é um problema extremamente preocupante para as mulheres. Por ser um fator que afeta diretamente a autoestima das pessoas, muitas buscam ajuda e soluções para esse caso. Mas, o que não imaginam é que muitas vezes cometem alguns deslizes que podem levar ao aumento progressivo da perda dos fios. Para desmistificar alguns fatores a Dra. Leticia Contin, dermatologista e tricologista, respondeu questionamentos sobre o tema. Confira abaixo 7 mitos e verdades sobre a calvície feminina:

 

ClaudiaAbril

 

1. Alimentação afeta a saúde do cabelo?

Verdade. Uma dieta balanceada e rica em nutrientes é importante para a saúde dos fios, um organismo bem alimentado se reflete em cabelos saudáveis. A deficiência de vitaminas e proteínas pode ser um fator agravante para quem já possui problemas capilares.

2. A queda capilar aumenta após o parto?

Verdade. Durante a gravidez há uma grande mudança na quantidade dos hormônios femininos. Após o parto, no período de amamentação, o corpo passa por um novo rearranjo hormonal, com queda dos níveis de progesterona. Esta mudança repentina influencia o ciclo natural de vida dos fios, acentuando a queda que vai ser sentida em torno de 3 meses após o parto.

3. Lavar o cabelo com frequência faz mal?

Mito. Lavar menos os cabelos pode gerar um aumento na oleosidade do couro cabeludo e piora da dermatite seborreica (caspa), levando ao aumento da queda. Mas a quantidade de vezes adequada para lavar os fios vai depender do tipo de cabelo.

4. Prender o cabelo pode facilitar a queda dos fios?

Verdade. Essa pode ser uma causa da calvície, como a alopecia por tração, por exemplo, relacionada à tensão prolongada dos fios. Este tipo de alopecia pode, inclusive, ser permanente se a tração ocorrer por um longo tempo e de maneira prejudicial.

5. Dormir de cabelo molhado faz o cabelo cair?

Verdade. Dormir com cabelos úmidos ou molhados facilita a proliferação de fungos e caspas, que, com o tempo, pioram a calvície. Por isso, é importante lembrar que, caso precise lavar o cabelo a noite, seque com o secador antes de deitar.

6. Boné ou chapéu causa queda capilar?

Mito. O uso desses acessórios não faz os cabelos caírem, mas abafamento pode aumentar dermatite  seborreia e por consequência, progredir a calvície.

7. Remédios caseiros podem ajudar no controle da calvície?

Mito. Muitos remédios caseiros prometem a prevenção da queda capilar ou até mesmo que o cabelo volte a crescer. Mas, deve-se evitar a auto-medicação, pois ela pode retardar o descobrimento da real causa da queda e retardar os tratamentos adequados.

 

Entretanto, o que funciona para a queda capilar e calvície feminina?

A Dra. Leticia explica que é muito importante consultar um dermatologista para descobrir a causa da perda dos fios. “A partir disso, é possível dar um diagnóstico preciso e um tratamento correto para cada caso e estilo de vida”. Para quem busca um método para utilizar em casa, a laserterapia pode ser uma boa opção para alguns tipos de alopecia, já que ela quase não possui contraindicações.

O laser aumenta o fluxo sanguíneo, levando mais oxigênio e nutrientes aos folículos, além de ativar as defesas antioxidantes e acelerar a eliminação de resíduos. Estimula então o crescimento natural do cabelo e permite que os fios cresçam com maior densidade.

 

Auxilio texto: Dra. Leticia Contin, dermatologista e tricologista

Imagem: https://claudia.abril.com.br

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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6 pequenas atitudes para mudar a sua vida profissional!

6 pequenas atitudes para mudar a sua vida profissional!

Oii meninas, tudo bem? O Carnaval acabou e agora o ano de 2019 começou pra valer, certo?! Errado! Rsrsrsr o ano começou dia 01 de janeiro mesmo. Mas sei que muitos estavam em férias, assim como eu. E como retornei de outra viagem agora, li alguns livros e quero sugerir algumas atitudes que podem ajudar vocês a transformar a vida no trabalho! Tem me ajudado muito e espero que funcione pra vocês também.

 

As dicas foram retiradas do livro “O poder das pequenas mudanças” (Editora Alaúde), de Margaret Heffernan. Neste livro, a autora mostra como a introdução de hábitos simples e valores novos na rotina de trabalho podem gerar um impacto extremamente positivo nas organizações e aumentar a qualidade de vida dos funcionários, refletindo em suas vidas sociais e em suas famílias.

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Confira abaixo 6 dicas da autora:

1 – Aprenda a ser um profissional monotarefa

Tentar fazer tudo transforma as pessoas multitarefa em editores ruins. Aqueles que tentam ser multitarefa constantemente acham difícil ignorar informações relevantes e demoram mais para se movimentar entre as tarefas. Segundo a autora, o modo como trabalhamos cria o seu próprio círculo de feedback: quanto mais atenção tentamos prestar a tudo, menos discernimento teremos. Quando focamos em algo, aprimoramos nossa concentração e nos lembramos do que fizemos. Sentimo-nos menos exaustos. Então, a monotarefa – focar em uma só tarefa por vez – não é apenas mais eficiente, ela também nos torna mais capazes de usar o conhecimento que obtivemos.

 

2 – Hora demais, produtividade de menos

Consideramos que trabalhar à noite é heroísmo, jornadas longas são interpretadas como comprometimento. Porém, a produtividade não é linear. Podemos trabalhar bem durante 40 horas por semana, mas não mais do que isso. Depois de 40 horas, ficamos cansados e cometemos erros – e precisamos de mais tempo para consertar a confusão que fizemos. Após um estudo realizado durante 40 anos com funcionários públicos, foi constatado que, a longo prazo, a jornada de trabalho estendida causa os seguintes efeitos: trabalhar por 11 horas ou mais por dia dobra o risco de depressão. Uma jornada de trabalho de 55 horas semanais causa perda-cognitiva já na meia idade, incluindo diminuição do vocabulário, raciocínio, processamento de informação, capacidade de solucionar problemas, criatividade e tempo de reação. Essa deficiência cognitiva leve era também um prognóstico de demência e morte precoce.

 

3 – Saia para caminhar

Estudos mostraram que a criatividade aumenta quando tiramos uma folga. Quando distanciamos o olhar do trabalho e fazemos algo simples, como uma caminhada, acessamos outras partes do cérebro que nos ajudam a encontrar os insights que necessitamos para chegar ao entendimento ou à solução de um problema. Seja ao ar livre ou na esteira, já foi comprovado que caminhar melhora a geração de ideias novas e úteis. Por isso, antes um brainstorming, quando você ficar emperrado em um problema, ou só porque precisa de uma pausa colocar as ideias no lugar, saia para uma caminhada. Fazer uma caminhada de meia hora pode ser mais produtivo do que ficar até tarde no trabalho.

 

4 – Perguntas melhores, decisões melhores

As perguntas são o corpo e a alma do conflito construtivo. Elas abrem caminho para o debate, que, quando bem-feito, nos ajuda a ver o que tendemos ignorar, desafiando-nos a pensar melhor, pensar de outra forma. Em seu livro, Margaret aconselha que, no caso de decisões críticas, é recomendável nomear um “advogado do diabo”: alguém cuja tarefa será questionar para obter a desconfirmação, defender posições opostas e trazer à tona os dados e argumentos que foram deixados de lado.

 

5 – Tire o melhor proveito dos erros

Ninguém está isento ao erro. Entretanto, a forma como o encaramos pode ser feita de forma positiva e produtiva. Se bem-intencionados, os erros não são motivo de vergonha, mas de aprendizado. Em seu livro, a autora apresenta um caso de uma empresa que implantou o “grande livro negro”. Sempre que se cometia um erro, independentemente do nível hierárquico, a pessoa que o cometeu fazia uma anotação nele. Os novos funcionários liam o livro negro ao ingressarem na empresa. “Assim, um simples livro compartilha o aprendizado com os erros – para que eles não sejam repetidos – e transmite uma mensagem poderosa: todos erram”, afirma Margaret. Poder e status não conferem inefabilidade; os erros são a via crucis do progresso.

 

6 – Não leve trabalho para casa…nem para suas folgas e férias

Pode parecer estranho, mas, para algumas pessoas, se desligar do trabalho exige um sacrifício sobre-humano. Mas como em qualquer forma de vício, há diferentes formas para você se “desintoxicar”. Em seu livro, Margaret fornece algumas dicas como agendar para as férias compromissos que sejam muito difíceis ou caros demais para serem desmarcados, desabilitar o recebimento de e-mails fora do expediente e até mesmo excluir seu e-mail profissional do celular durante as férias. Essas são atitudes altamente recomendáveis para que operíodo de descanso seja realmente reparador”, conclui a autora.

Imagem: Internet

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Vestidos para mães e filhas: Petit Cherie!

Vestidos para mães e filhas: Petit Cherie!

Varias leitoras me pedem dica de uma marca bacana para vestir mães e filhas, e que tenha a cara de mamãe e o look da filha, tenha carinha de criança, nada com estilo adulto. A Petit Cherie tem modelos lindos para mães e filhas, onde as meninas ficam com carinha de princesa e as mamães bem no estilo mulher chique, sabem? Adoro e super indico! Nas viagens que faço em família, a Vivi sempre quer usar um look igual ao meu e confesso que eu adoro também! Esse modelo abaixo é da nova coleção da @petitcherieoficial ! A marca faz uma linha romântica, os tecidos são ótimos (não amassaram na mala, acreditam?!) e valores honestos! Vocês podem encontrar a Petit em várias multimarcas espalhadas pelo Brasil ! Caso vc não ache uma em sua cidade, basta enviar um direct para o insta deles, que sempre respondem!

 

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Foto: Sabrina Penna (@sassapenna.photography)

Marina Xandó

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Saiba como identificar problemas de fala nas crianças!

Saiba como identificar problemas de fala nas crianças!

Esses dias recebi essa sugestão de pauta e acredito ser super válido dividir com vocês! Algumas leitoras já me perguntaram sobre isso e creio que compartilhar uma informação como essa é super importante. O assunto é como identificar problemas de fala nas crianças, que na maioria das vezes pode ser corrigido ainda na primeira infância. Confiram:

 

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A linguagem é uma das habilidades mais esperadas no processo de desenvolvimento infantil. Dos primeiros balbucios à primeira palavra, tudo acontece progressivamente até chegar ao momento em que a criança está falando de tudo e, não raramente, muito mais do que os pais. “As crianças falam 50 palavras por volta dos 18 meses, 100 palavras entre 20 e 21 meses. Aos 2 anos elas já são capazes de falar três ou mais palavras em frases curtas”, explica a fonoaudióloga do Hospital CEMA, Thaís Palazzi. No entanto, e quando a criança não fala, na fase esperada? Como identificar, por exemplo, que ela está enfrentando um atraso na linguagem ou que isso é consequência de outros problemas, como distúrbios auditivos?

 

No caso de atrasos de linguagem, existem alguns marcos importantes: entre 0 e 3 meses a criança faz vocalizações, ou seja, repete vogais e faz sons guturais, depois, começa a fase do balbucio (entre 3 e 6 meses). Entre 6 e 9 meses ela responde, quando chamada, e repete sons para escutá-los. Até os 12 meses ela já é capaz de compreender algumas palavras simples e ordens, como “bater palmas”. As primeiras palavras, de fato, surgem entre 1 ano e 1 ano e meio. Até os 2 ela consegue falar frases simples. Posteriormente, cada dia é um salto na linguagem e a criança passa a se expressar cada vez melhor.

 

Atrasos no desenvolvimento das ‘fases” citados acima podem indicar algum tipo de alteração na linguagem. “Essas alterações podem ser causadas por diversos motivos, como problemas auditivos, otites, falta de estímulos adequados ou limitações cognitivas, entre outros”, explica a fonoaudióloga. Entre alguns dos problemas de fala, é possível destacar três deles:

 

1 – Problemas auditivos

O bebê que não reage a sons fortes, com palmas, e que depois, já maior, não responde a fala dos pais, não atende quando é chamado pelo nome ou ouve frases simples; que não imita sons e palavras pode ter problemas auditivos. “Se as primeiras palavras não se desenvolvem, a fala da criança é difícil de entender, ela substitui e omite determinados sons e sempre parece agitada e inquieta, tais sinais podem indicar que há alterações auditivas”, explica a especialista do CEMA.

 

2 – Gagueira

Acredita-se que algumas crianças já trazem em seu código genético a tendência para gaguejar e, nesses casos, elas não recuperam espontaneamente a fala na primeira infância. Precisam sempre ser avaliadas por um fonoaudiólogo para identificar o problema e tratá-lo corretamente.

 

3 – Língua presa

Bebês que têm dificuldade de sucção na amamentação, em colocar a língua para fora, ou que tem língua em forma de coração, que ficam com fome depois de mamar, podem ter língua presa. “Algumas dessas crianças não conseguem ganhar peso ou crescer adequadamente por esse motivo”, detalha Thaís. Nesse caso, segundo ela, o pediatra ou o fonoaudiólogo podem fazer esse diagnóstico.

 

Caso os pais identifiquem alguns desses sinais, é importante marcar uma consulta com um profissional para identificar o problema e começar o tratamento, se necessário. Além disso, o desenvolvimento da linguagem carece sempre de estímulos, que devem ser feitos, diariamente, pelos pais e/ou cuidadores das crianças. Conversar, ler em voz alta para elas, cantar, brincar de faz de conta e estimular os cinco sentidos dos pequenos são excelentes formas de desenvolver a fala. “Os pais são mediadores do mundo para a criança, e isso também no que diz respeito à linguagem”, finaliza a especialista.

 

Texto:

Instituto CEMA, acesse: http://www.cemahospital.com.br / Agência NB – (11) 5051-2078 | 5051-1426

Imagem: http://www.tudoparaboneca.com.br/blog?single=Como-estimular-a-fala-da-crianca

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

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Flores ideais para decorar a casa no verão!

Flores ideais para decorar a casa no verão!

O verão está aí, e a cor e os perfumes das flores da estação podem fazer a diferença na hora de tornar ambientes mais agradáveis e deixar o interior ou o quintal de uma residência muito mais atraente e aconchegante. Porém com as temperaturas mais altas é preciso redobrar o cuidado e estar atento a resistência das plantas.

 

Para quem planeja dar um toque especial no ambiente familiar, o ideal é optar por flores que necessitem de muita luz e pouca água. “Se o objetivo é tornar o ambiente mais leve, relaxante e bonito, a lavanda é uma boa pedida. É uma planta que se desenvolve melhor em solos arenosos, requer muita luz e água, pelo menos uma vez por semana”, sugere Bruno José Esperança, diretor geral da curitibana Esalflores, maior floricultura do país.  “Uma flor perfeita para o verão é o tagete. Além de necessitar de muito sol, pode suportar altas temperaturas sem precisar de água”, completa Esperança.

 

A lavanda é uma das minhas flores preferidas!

 

Lavanda

Lavanda

 

tagete

Tagete

 

A orquídea, uma flor que chama a atenção pela sua beleza, é ideal para dar um toque elegante ao lar, mas exige cuidados diferenciados. A recomendação é colocá-la próxima de uma janela orientada para sul, distante das radiações de sol durante os dias de calor, pois pode prejudicar a planta.

 

Orquidea 2

Orquidea

 

Por outro lado, se a ideia é colorir o ambiente, a açucena tem uma variedade de cores e podem chegar a ser tão diferentes entre si que três espécies distintas já garantem uma bela decoração. No entanto, o gerente geral da Esalflores alerta que a terra deve estar fresca e não deve receber sol diretamente. “Outras boas opções para o verão são o jacinto e a bromélia”, completa o especialista.

 

Acucena

Açucena

 

Auxilio texto: Bruno José Esperança, diretor geral da curitibana Esalflores

Fotos: Internet

Marina Xandó

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