5 suplementos mais usados nas academias e seus riscos para a saúde!

5 suplementos mais usados nas academias e seus riscos para a saúde!

O mês de outubro já é um prenúncio de que o projeto verão precisa começar e então, a busca por atividades físicas e resultados rápidos fica ainda maior.

Além de aumentar a frequência de exercícios e melhorar a alimentação, muitas pessoas recorrem aos suplementos alimentares, que se usados corretamente, realmente fornecem benefícios para quem está usando. No entanto, mesmo sendo vendidos facilmente e sem qualquer prescrição, eles não são tão inofensivos quanto parecem.

A Dra Cátia Medeiros, nutricionista da clínica Atual Nutrição, listou os 5 principais suplementos utilizados nas academias, abordando suas indicações e possíveis riscos para a saúde. Veja à seguir:


1. Whey Protein: o queridinho nas academias para aumento de massa magra, trata-se de uma proteína isolada de baixa absorção retirada do soro do leite. Ele é composto principalmente pelas proteínas alfa-globulina e beta-globulina.

O whey fornece todos os aminoácidos não produzidos pelo organismo e é rico em BCAA —aminoácidos de cadeia ramificada (leucina, isoleucina e valina), importantes para a síntese (produção) de fibras musculares. Essas mesmas substâncias contidas nos suplementos podem ser encontradas também em carnes, ovos e derivados do leite. “É um excelente suplemento, mas se usado da maneira errada, em excesso, pode intoxicar o organismo, sobrecarregando os rins e o fígado”, explica a nutricionista.

2. Glutamina: chamada também de L-glutamina, é o aminoácido mais abundante no corpo humano. Trata-se de uma das moléculas que forma a proteína necessária para nutrir e reparar tecidos diversos (pele, unha, músculos, órgãos). Sua função enquanto suplemento alimentar é ajudar na recuperação dos músculos após a atividade física, favorecendo uma reparação mais rápida dos tecidos. Tem boa ação no cuidado intestinal, na reparação dos enterócitos e auxiliando no sistema imunológico.

Embora seja muito utilizada para “aumento da massa muscular”, não existem indícios científicos que comprovem isso. “Se utilizada sem orientação de um nutricionista, ela tem potencial para sobrecarregar os rins, diminuir a produção de urina, além de causar dores de cabeça e prisão de ventre”, alerta Cátia.

3. L-Arginina: trata-se de um aminoácido não essencial, ou seja, produzido pelo organismo, além de ser encontrado nas carnes, no leite, no alho, nos ovos e nos grãos. Ele é comumente utilizado por quem quer melhorar o desempenho físico, pois promove o relaxamento da membrana que reveste os vasos sanguíneos e linfáticos (endotélio), aumentando o fluxo de sangue e garantindo um maior aporte de oxigênio, glicose (combustível) e nutrientes para os músculos, o que pode retardar a fadiga durante os exercícios.

No entanto, o mesmo efeito dilatador pode ser encontrado no consumo de beterraba e melancia, alimentos ricos em nitratos, que estimulam a vasodilatação. “A principal contraindicação da arginina é que uma possível dose excessiva pode causar o efeito oposto, o de vasoconstrição, que pode levar ao aumento da pressão arterial”, comenta a nutricionista.

4. Creatina: é um nutriente natural encontrado nos alimentos, principalmente nas carnes, mas também é produzida pelo fígado, pâncreas e rins a partir dos aminoácidos arginina, glicina e metionina. Sua suplementação é recomendada em pessoas saudáveis, que precisam aumentar sua tolerância ao exercício, postergar a fadiga ou estimular a síntese proteica muscular, visando assim a melhora do desempenho físico. Segundo a Dra Cátia, o uso sem orientação pode gerar tensão muscular, quando consumida durante treinos, e em clima quente, tem sido observado maiores queixas de câimbras musculares, além de estar sendo relacionada ao aumento do risco de problemas da função renal e de distúrbios gastrintestinais. ⠀

5. Termogênicos: utilizados principalmente para acelerar a perda de peso, eles são compostos por substâncias que prometem acelerar o metabolismo e turbinar a queima calórica, como a cafeína. No Brasil, a venda de termogênicos com componentes naturais é liberada, ao contrário dos suplementos à base de efedrina, que produz efeito similar ao da anfetamina e pode comprometer o sistema nervoso central e são proibidos pela Anvisa.

Mesmo os suplementos termogênicos feitos com bases naturais, como a cafeína, não devem ser ingeridos em doses excessivas. “No caso da cafeína em excesso, ela pode causar tremores, insônia, pressão alta, taquicardia e ainda gerar desconfortos gástricos, efeito que também pode aparecer com o consumo da capsaicina”, completa Cátia.

Os suplementos, como já dito, são fontes importantes para complementar a alimentação e ajudar no desempenho e recuperação dos exercícios físicos. No entanto, a Dra Cátia alerta que é importante procurar um nutricionista esportivo para que os suplementos sejam indicados da maneira correta, permitindo que seus benefícios sejam aproveitados e nenhum dano à saúde seja causado.

Auxilio texto: Fabiana Pimentel (contato@fabianapimentel.com.br) / nutricionista Cátia Medeiros

Imagem: https://blogeducacaofisica.com.br/suplementos-alimentares/

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Invista em alimentos anti-inflamatórios para melhorar a saúde do corpo até o verão!

Invista em alimentos anti-inflamatórios para melhorar a saúde do corpo até o verão!

Além da prática de exercícios, a alimentação deve ser o foco para quem quer chegar em forma no verão. Especialistas comprovam que uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e gorduras saudáveis pode ajudar a proteger o corpo contra a inflamação e uma série de outros problemas de saúde.

A má alimentação gera a inflamação sistêmica do corpo, como explica a médica da Clínica Leger, Simone Henriques, pós-graduada em nutrição, metabolismo e exercício físico.

“Vários estudos mostram que a inflamação cerebral pode provocar Alzheimer e doenças neurodegenerativas. No coração, a alimentação inflamatória causa entupimento dos vasos sanguíneos. E na pele, o maior órgão do nosso corpo, as celulites são consequência desse processo”, pontua.

Pesquisas sugerem que alimentos processados como carboidratos refinados, refrigerantes, gorduras trans e carnes vermelhas podem promover a inflamação crônica. Para quem está de olho no verão e quer eliminar as celulites, vale apostar em uma alimentação menos inflamatória.

“Quando o paciente consegue ter uma alimentação balanceada e redução do acúmulo de gordura corporal, ele consegue não só amenizar o aspecto de casca de laranja na pele, mas também ter menor pressão subcutânea. Com isso, é possível melhorar a circulação de micro e macro nutrientes, diminuir a retenção hídrica, melhorar a drenagem linfática e, consequentemente, o aspecto geral da pele”, diz o cirurgião Roberto Chacur, especialista no combate às celulites.

Aumentar o consumo de fibras, frutas vermelhas, oleaginosas, sementes, peixes ricos em ômega 3, vinho e água é uma estratégia para quem quer diminuir o grau das celulites e melhorar o aspecto da pele até o verão. Para a médica Simone Henriques, a melhor forma de reduzir a inflamação do corpo é a mudança dos hábitos alimentares.

“Uma dieta pobre em açúcar, carboidratos simples, frituras, alimentos processados e industrializados faz bem à saúde do corpo como um todo”, diz Simone.

Vale destacar que uma alimentação anti-inflamatória alivia e previne o cansaço excessivo, dores de cabeça, inchaços, vermelhidão, lesões em vasos sanguíneos, dores nas articulações e músculos, além de aumentar a imunidade, evitando gripes e resfriados, e ajudar no controle do peso.

Auxilio texto: Jéssica Leiras (jessica.leiras@donacomunicacao.com.br) / médica da Clínica Leger, Simone Henriques

Imagem: https://invistaemvocemesmo.com.br/alimentos-antiinflamatorios/

Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Hábitos alimentares saudáveis devem começar na infância!

Hábitos alimentares saudáveis devem começar na infância!
No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma em cada três crianças, entre cinco e nove anos está acima do peso. Segundo dados  do Ministério da Saúde, nessa faixa etária, 12,9% são obesos. Já as notificações do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2019, apontam que 16,33% dos brasileiros entre cinco e dez anos estão com sobrepeso, 9,38% são obesos e 5,22% apresentam obesidade grave. Entre os adolescentes, 18% têm sobrepeso, 9,53% são obesos e 3,98% apresentam obesidade grave.
A pandemia do novo coronavírus pode ter aumentado ainda mais esse quadro, já que as crianças e adolescentes tiveram a rotina totalmente modificada e ficaram mais sedentárias. Ana Carolina Netto, nutricionista da Acolher Nutrição, espaço especializado em atendimento a crianças e adolescentes, afirma que os pequenos são estimulados constantemente com publicidade, vídeos e a própria TV sobre alimentos calóricos e poucos nutritivos.
“Além disso, ainda dependem das escolhas dos pais que levam para casa o que é mais conveniente a rotina familiar”, afirma a profissional, que relata em seu consultório aumentou o número de crianças e adolescentes com sobrepeso devido à crise sanitária:
“A pandemia trouxe uma onda de ansiedade e ócio para nossas crianças, que passaram a ter mais alimentos disponíveis dentro de casa. Além disso, passaram a ficar mais tempos sentados, sem atividades, o que realmente vem tendo um impacto no peso”.
Vanessa Almeida, nutricionista da Acolher Nutrição, afirma que nunca deve deixar para mais tarde para tratar o sobrepeso.
“Hora de cuidar da saúde é agora. Uma reeducação alimentar não significa dieta restritiva e a criança precisa ser apresentada desde cedo a bons alimentos e entender os benefícios dessa alimentação. Não fazer desse processo um castigo é fundamental para fazer dar certo! No nosso espaço, trazemos essas mudanças a âmbito familiar onde não é só a criança que precisa mudar e sim todos da sua convivência. E estamos vendo cada vez mais casos de sucesso, onde ao colocar a mão na massa e provando novos sabores os pequenos vão ganhando confiança em provar um novo estilo de vida”, pontua. Ana Carolina acredita que a chave do sucesso desse processo de introduzir bons hábitos alimentares está em levar as crianças para a cozinha.
“Mostrar que é possível comer gostoso sem maltratar o corpo é uma virada de chave”, afirma a nutricionista.
A profissional enfatiza que muitas crianças e adolescentes podem precisar de acompanhamento psicológico, além do nutricional.
“Dependendo do caso, sim! Percebemos desde a infância comportamentos disfuncionais em relação à alimentação e autoestima. No espaço Acolher, tratamos essas crianças e adolescentes com uma visão holística, orientando não só a alimentação, mas o entendimento de comportamentos que possam ser o foco do problema. Buscamos entender a real necessidade da família e se houver necessidade encaminhamos para nossa psicóloga para tratar tais questões”, finaliza.
Auxilio texto: Ana Carolina Netto, nutricionista da Acolher Nutrição
Imagem: https://familycenter.com.br/educacao-alimentar-para-uma-infancia-saudavel/
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

Idealizadora e editora chefe do Ask Mi, Marina é esposa, advogada, blogueira, dona de casa e mãe da Maria Victoria. Começou o AskMi para passar suas dicas adiante. Também é o cérebro - e coração - por trás do Concierge Maternidade AskMi, onde presta consultoria para grávidas, desde o enxoval até organização de recepções e festas.

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Dicas para o desenvolvimento infantil durante a pandemia!

Dicas para o desenvolvimento infantil durante a pandemia!

A suspensão das aulas completou 6 meses no Brasil. Com a falta da escola, o estresse frente à situação da pandemia e o tempo escasso dos pais, que precisam se desdobrar para dar conta de tudo, muitas crianças estão apresentando regressão ou atrasos no desenvolvimento motor, na fala e nas habilidades sociais.

Segundo a fisioterapeuta Walkíria Brunetti, especialista em fisioterapia neurológica e prematuridade, é preciso um olhar mais acolhedor nesse momento, tanto para os pais quanto para as crianças menores.

“A preservação da vida é o mais importante. O distanciamento social continua sendo recomendado. Entretanto, é preciso também pensar no bem-estar físico e emocional das crianças, especialmente as em idade pré-escolar”.

“O fato é que a escola oferece ao cérebro estímulos diferentes daqueles que a criança tem em casa. As atividades pedagógicas da educação infantil contribuem muito no desenvolvimento da coordenação motora, da fala, da cognição e, principalmente, da socialização”, explica Walkíria.

Portanto, sem a escola, algumas crianças, especialmente as mais novas, podem apresentar déficits no neurodesenvolvimento. “Esses atrasos dependem de uma série de fatores, como espaço físico para prática de atividades, estímulos dos cuidadores, tempo gasto em celulares, tempo para brincar, acompanhamento das aulas, situação emocional etc.”.

A boa notícia é que o cérebro tem uma característica chamada neuroplasticidade. “Cada aprendizado que a criança tem cria uma conexão neural. Essa capacidade é maior na infância do que em qualquer outra fase da vida. Portanto, esses atrasos podem ser compensados por meio de atividades e estímulos que os pais ou cuidadores podem proporcionar em casa”, cita Walkíria.

Confira as dicas da especialista.

1- Desenvolvimento da coordenação motora global: Para estimular a coordenação motora global, que se refere ao controle e à organização da musculatura ampla, necessária para os movimentos complexos, os pais podem propor atividades como pular corda, dançar, pular amarelinha, saltar. Mesmo em apartamentos é possível fazer algumas dessas atividades.

Caso seja possível e seguro, essas atividades podem ser feitas ao ar livre. Andar de bicicleta, patinete, triciclo, bem como jogar bola, são ótimos estímulos para a coordenação motora global.

2- Desenvolvimento da coordenação motora fina: Já ouviu falar do movimento de pinça? É o movimento necessário para segurar o lápis para escrever ou segurar um talher para comer. Assim, a coordenação motora fina está ligada ao domínio dos pequenos músculos, para atividades mais refinadas. Para ajudar a desenvolver essa habilidade, os pais podem propor recortes, colagens, brincadeiras com blocos de montagem, desenhos, pinturas etc.

3- Desenvolvimento da Fala: A fala se desenvolve a partir do nascimento. A primeira linguagem do bebê é o choro. Daí em diante, caso a criança não apresente nenhuma outra condição que afete a fala, o desenvolvimento da linguagem depende dos pais e cuidadores.

É fundamental conversar com o bebê desde cedo. As aquisições da fala ocorrem de acordo com os estímulos recebidos. Vale lembrar que celulares, TV ou tablets não cumprem esse papel.

​​​​​​​Pelo contrário, crianças e bebês que passam muito tempo sozinhas em frente aos eletrônicos podem apresentar atrasos na fala. Então, a dica aqui é reduzir drasticamente o uso desses dispositivos e conversar com a criança o máximo que for possível. Músicas infantis e leitura de livros também ajudam na aquisição da fala.

Sem culpa
“Como eu disse acima, nesse momento precisamos ter uma visão mais acolhedora dos pais e das crianças. Felizmente, crianças aprendem rápido. Esses atrasos podem ser recuperados quando as aulas forem retomadas”, reforça Walkíria.

Mas, caso seja necessário, há clínicas especializadas em desenvolvimento infantil que podem avaliar se há necessidade de uma terapia para reduzir os déficits. Esses atendimentos podem ser feitos por um fisioterapeuta especializado em fisioterapia neurológica, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e psicólogo infantil.

Auxilio texto: Leda Sangiorgio (leda@agenciahealth.com.br) / fisioterapeuta Walkíria Brunetti

Imagem: Internet

Marina Xandó

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Como escolher a ração ideal para meu pet?

Como escolher a ração ideal para meu pet?
A chegada de um animalzinho de estimação é só felicidade para a família. Porém, algumas dúvidas sobre a alimentação do pet assombram os tutores. Por isso, o veterinário Thiago Marçal, especialista da Nutrire, separou algumas dicas fundamentais para garantir saúde e bem-estar ao seu cão.
É fundamental ter em mente que a utilização de um alimento completo específico para a fase de vida do animal traz muitos benefícios. “Além de proporcionar uma nutrição completa, com todos os nutrientes, vitaminas e minerais exigidos diariamente, uma boa formulação conta com fontes de proteína de qualidade, proporcionando uma maior digestibilidade, diminuindo assim o volume das fezes e também auxiliando na manutenção da musculatura”, explica Dr. Marçal.
Além disso, o fornecimento de ômega 3 – gordura poli-insaturada, conhecida como gordura ‘boa’,  contribui para manter a imunidade em dia, diminuindo o risco de doenças. “Já o ômega 6 – da mesma família do 3, auxilia na manutenção de uma pelagem forte e bonita, juntamente com o  zinco e selênio. Já vitaminas A e E, garantem saúde e longevidade aos pets”, acrescenta.
O especialista lembra que sempre se deve levar em conta alguns fatores para definir qual o melhor alimento. “Cães em fase de crescimento necessitam um maior aporte de proteína, pois estão desenvolvendo massa muscular, pele e pelagem, além de maior disponibilidade de energia para garantir a saúde e disposição dos filhotes”, diz.
É muito importante salientar que o período que o cão deve consumir alimento para filhotes é diretamente proporcional ao porte do cão, por exemplo, porte pequeno até os 12 meses e porte grande até os 18 meses. “O alimento para filhotes também deve ser indicado para fêmeas nas últimas três semanas de gestação e durante toda a fase de lactação, pois fornece proteína, energia, vitaminas e minerais necessários para a mamãe e os filhotes”, acrescenta.
Quando adultos, a seleção por porte é importante em cães com até 12 kg, assim, eles recebem um alimento com formato e tamanho de grãos que facilita a mastigação, além de cuidados especiais na formulação, como prebióticos e Yucca, que atuam no intestino estimulando a absorção de nutrientes e a diminuição do odor das fezes.
O extrato de Yucca schidigera
Outra grande dúvida dos tutores gira em torno desse aditivo extensamente utilizado em nutrição de cães e gatos. “O extrato atua auxiliando na redução do odor das fezes. As saponinas, presentes em sua composição, têm a propriedade de atuar sobre o metabolismo do nitrogênio fixando amônia e, desta forma, reduzindo os níveis de gases que produzem o odor desagradável nas fezes”, explica.
A planta Yucca schidigera pertence à família Agavaceae e cresce em desertos, mais especificamente nas Américas Central e do Norte – principalmente no sudeste dos Estados Unidos e no México. “Os povos indígenas destas regiões comiam os frutos frescos e secavam as sobras para se alimentar durante os períodos de escassez de alimento”, complementa o especialista. Para a produção de produtos comerciais a base de Yucca, as plantas são mecanicamente maceradas e secas para produção do pó, ou então o macerado sofre processo de prensagem para obtenção do suco. A partir da fibra é obtido o extrato, que então é utilizado no alimento dos pets.
Auxlio texto: Juliana Farias (juzifarias80@comuniquese1.com.br) / veterinário Thiago Marçal, especialista da Nutrire
Marina Xandó

ESCRITO POR Marina Xandó

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